sábado, 16 de janeiro de 2021

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Fundos Imobiliários em alta: descubra as vantagens de diversificar seus investimentos

quinta-feira, 19 de dezembro de 2019

Este é um momento marcante para os Fundos de Investimento Imobiliário (FIIs), que bateram recorde de captação em 2019. Alguns fatores contribuíram para isso: a Taxa Selic em seu menor patamar histórico, a consequente expansão do crédito, a retomada de crescimento econômico - com expectativa de aumento de emprego e renda -, e o início de um novo ciclo de alta no mercado imobiliário.

Isso resultou no maior volume de emissões de títulos na história, com R$ 32,5 bilhões arrecadados até novembro, de acordo com a Associação Brasileira de Entidades dos Mercados Financeiro e de Capitais (Anbima). Segundo a organização, o número de cotistas no país saltou de 400 mil para mais de 1 milhão em pouco mais de um ano.

Na prática, esses investidores estão aplicando seu patrimônio em fundos de investimento focados em imóveis, que podem ter duas modalidades: tijolo ou papel. Estes investem majoritariamente em recebíveis imobiliários, que são ativos de renda fixa, mesmo tendo um componente de Renda Variável. Ou seja, é uma aplicação em investimentos voltados para o mercado imobiliário.

Já os fundos de tijolo representam imóveis físicos. O investimento tem o objetivo de comprar ou construir um edifício para ser alugado e gerar renda mensal. Isso pode ser feito com lojas, shoppings, escritórios ou até agências bancárias, por exemplo.

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O lucro obtido com esses recebimentos (descontadas as taxas de administração) é distribuído aos cotistas mensalmente em forma de dividendos. E a melhor parte é que os aluguéis não sofrem cobrança de Imposto de Renda. Só se paga tributos sobre a valorização de um fundo, que é mais uma maneira de lucrar com esse tipo de aplicação.

Além dessas vantagens, os FIIs investem em vários tipos de imóveis e os alugam para diferentes inquilinos. Então, em caso de inadimplência ou vacância, os prejuízos são diluídos entre os cotistas. É o caso também dos fundos de fundos: investe-se em uma carteira com vários fundos para minimizar os riscos.

O fator liquidez também entra na conta ao compararmos a compra de um imóvel (para gerar de renda) à de um ativo de fundo imobiliário. Vender uma propriedade pode demorar anos para acontecer, enquanto as cotas são muito mais fáceis de se negociar. Isso também acontece pela possibilidade de aplicar valores baixos, a partir de R$ 100.

É importante se atentar ao fato de que os FIIs são uma modalidade de investimento de Renda Variável, mesmo no caso dos fundos de papel, atrelados à Renda Fixa. Portanto, as cotas tendem a se valorizar, mas elas também podem cair de preço. Ao optar pelos fundos imobiliários, o investidor precisa ter um perfil que tolere perdas e riscos.

Uma vez decidido por esse caminho, basta abrir uma conta em uma corretora ou banco de investimentos. As cotas são negociadas pela Bolsa de Valores, como uma ação, e elas podem ser compradas pelo computador ou celular.

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Atualizado em: 19/12/2019 10:44