dr. Pintassilgo

Barretos

2011

2006

Elevada a freguesia em 1874, no município de Jaboticabal, ficou pertencendo à comarca de Araraquara.

Elevada a vila em 1885, fez parte do termo de Araraquara e Jaboticabal, da comarca de Araraquara; do termo de Jaboticabal, da comarca de Jaboticabal, pela Lei n. 112, de 21 de abril de 1885; constituiu-se em termo reunido ao de Jaboticabal, por Ato de 20 de janeiro de 1890; do termo de Espírito Santo de Barretos, comarca de Jaboticabal, pelo Dec. n. 180, de 24 de Janeiro 1890; do termo de Barretos, comarca de Barretos pelo Dec. n. 98, de 26 de novembro de 1890.

Esta comarca foi criada com o município de: Barretos.

A lei n. 2.096, de 24 de dezembro de 1925, incorporou o município de: Colina.

Barretos ficou pertencendo à comarca de:

Comarca de Araraquara – 1874
Comarca de Jaboticabal – 1885
Comarca de Barretos – 1890

Juízes que passaram pela comarca :

  • Dr. Alcides da Silveira Faro














  • Dr. Álvaro Luiz Damasio Galhanoni
  • Dra. Ana Maria Brugim
  • Dr. Aniceto Lopes Aliende
  • Dr. Antônio Carlos Alves Almeida
  • Dr. Antônio Carlos Alves Braga
  • Dr. Antônio Roberto Borgatto
  • Dr. Arnaldo Pupulin
  • Dr. Caio Eduardo Canguçu de Almeida
  • Dr. Carlos Bortoletto Shimitt Corrêa
  • Dr. Carlos Eduardo Reis de Oliveira

  • Dr. Carlos Gomes dos Reis













  • Dr. Celso de Camargo

  • Dr. Cícero Leonel















  • Dr. Cláudio Antônio Marques
  • Dr. Cláudio Antonio Marques da Silva
  • Dr. Diniz Fernando Ferreira da Cruz
  • Dr. Djalma Rubens Lofrano
  • Dr. Fábio de Oliveira Quadros

  • Dr. Geraldo de Farias Lemos Pinheiro

















  • Dr. Geraldo Gomes Corrêa
  • Dr. Gilberto Carvalho Diniz Junqueira
  • Dr. Hélio Rubens Pereira Navarro

  • Dr. Hildebrando Dantas Freitas
















  • Dr. João Baptista Martins de Menezes

Formado em 1884, pela Faculdade de Direito de S. Paulo, nomeado ano tinha sido nomeado Promotor Público de Paranaguá, exercendo depois esse cargo em Pindamonhangaba e mais tarde o de Juiz de Direito de Socorro. Em seguida abriu escritório de advocacia em Santos, onde foi também Curador de Órfãos, Vereador e Inspetor Literário. Em 1916 é promovido da Comarca de Barretos para a 2ª Vara Cível desta Capital e finalmente para o tribunal como Desembargador.

A 28 de julho, com efeito um grande grupo de cava leiros composto de representantes do Fórum. Municipalidade, comércio e de todas as classes, foi encontrar o dr. Menezes, na Areia, a uma légua e pouco da cidade. Lá chegados, logo que avistaram poeira puseram-se uma extrema fila. Quando o digno magistrado apontou na curva da estrada, acompanhado do Zeca Miquelino, daqueles peitos partiu uma viva entusiástico, que parecia o grito do Ipiranga. O dr. Menezes também gritou com toda a força.

- Viva o povo de Barretos!

O eco da sua voz integérrima reboou ao longo das invernadas do Urias, onde o capim gordura mirrava, torrado pelas soalheiras, e foi quebrar-se além, muito além daquele morro do Campo Redondo.

Depois foi uma festa tão grande e tão brilhante, que a gente nem sabe contar.

Naturalmente sensibilidades pelo calor daquele viva do dr. João Batista Martins de Menezes, às gentes barretenses, a luzida centúria que o foi encontrar na Areia prorrompeu numa formidável salva apresentar a s. Excia e sua Exma. família boas vindas e amistosos cumprimentos.

A tarde era linda. A chuva da noute anterior lavara as folhagens, fazendo desabrochar as primeiras flores dos ipês e das laranjeiras do Urias. No céu de um azul puríssimo flutuavam novenzinhas brancas e cor de pérola, umas aqui, mesmo por cima da cabeça do pessoal, outra ali, outra mais para lá. Cantavam os passarinhos e havia no ar um vago aroma.

Essa poesia toda, porém, não conseguiu prender por muito tempo manifestantes e manifestado, cada um dos quais estaria por certo pensando no seu íntimo, à maneira do poeta Ascenso Ferreira.

Vou correndo pr’os Barretos
Tou com pressa de chegar!

Trataram, pois, de realizar o desejo coletivo cavalgando rumo à Capital do Boi, seguindo o dr. Juiz de Direito de perto os dois troles que conduziam sua numerosa família, e vindo na retaguarda os outros cavaleiros, cujo número aumentava a cada passo, orçando por uns cento e cinqüenta ao entrar na cidade.

Barretos engalanara-se de arcos, flores folhagens e bandeirolas. “era magnífico, surpreendente, - diz a crônica da época – ver-se desligar mansamente através das ruas assim enfeitadas a multidão de cavaleiros” o cortejo entrou pela rua Alfredo Ellis e quebrou à mão direita na Avenida José Pedro, indo parar na Rua Prudente de Morais, à porta do hotel das famílias de Luiz Ribeiro Borges. A banda estava tocando no coreto do Largo, à passagem do ilustre hospede, veiu aboletar-se no outro coreto defronte ao hotel e continuou a tocar.

Depois serviu-se vasta Cerveja, e o Intendente Municipal dr. Pedro Paulo de Souza Nogueira saudou o intefro magistrado, (a quem o benemérito Governo do estado, em boa hora confiara os destinos judiciários desta comarca) o dr. Menezes agradeceu, (com a voz embargada pela comoção).

Às 6 horas da tarde foi o Banquete, de 60 talheres (mesa em forma de I), no centro recreativo, estabelecimento de bilhares e outras diversões, de propriedade do tenente Dermeval Castilho (pai do Zezinho). Em uma sala contígua, a Euterpe Barretense ia passando o seu grande repertório.

Houve os seguintes brindes: do dr. Anhaia, juiz de Direito de Bebedouro: do dr. Antônio Olímpio, Promotor Público da comarca; do padre Valente, em nome da sociedade “Unione e Fratellanza”; do cel. Pinto, do dr. Antônio Terra Pereira, advogado do fórum de Jabuticabal que aqui viera requerer as falência de uns turcas; do capitão Lacerda, diretor do colégio da Rua 12, e de João Machado, representado a folha O Sertanejo.

O homenageado respondeu, agradecendo, com especial menção a cada um dos oradores.

No dia seguinte o Zequinha Gomide e o Alarico Lex ornamentaram o salão da Câmara e à noite houve ali um grande baile oferecido ao dr. Meezes, Naquele tempo dançava-se bravamente e por isso o baile só terminou às 4 horas da madrugada.





  • Dr. João Flávio Andrade de Castro
  • Dr. João Roberto Martins
  • Dr. José Cardoso Filho
  • Dr. José Eduardo Bomfim
  • Dr. José Guy Carvalho Pinto
  • Dr. José Luiz Dias Filho

  • Dr. José Renato Nalini

Professor de Ética Profissional na FAAP e de Filosofia Geral e Jurídica no Centro Universitário Padre Anchieta – Unianchieta. Mestre e Doutor em Direito Constitucional pela USP, secretário geral da Academia Paulista de Letras e desembargador do Tribunal de Justiça de São Paulo. Foi promotor de justiça e presidente do Tribunal de Alçada Criminal do Estado de São Paulo.









  • Dra. Leyla Maria da Silva Lacaz
  • Dr. Lothário Otaviano Diniz Junqueira
  • Dr. Luiz Augusto Jorge Estevão
  • Dr. Luiz Henrique Cunha
  • Dr. Luiz Nazareno
  • Dr. Luiz Nazareno Silva
  • Dr. Luiz Roberto Sabbato
  • Dr. Marcius Geraldo Porto Oliveira
  • Dr. Marcos César Muler Valente
  • Dr. Marcos Vinícius dos Santos
  • Dr. Moacir Braido da Silva
  • Dr. Nilvaldo Balsano
  • Dr. Osmar Bossi

  • Dr. Ovídio Rocha Barros Sandoval

Bacharel em Direito pela Faculdade de Direito da Universidade Mackenzie (1962), foi professor regente de Ciência Política, na Faculdade de Filosofia, Ciências e Letras de Marília (1965-1966) e professor titular de Introdução à Ciência do Direito da Faculdade de Direito de Marília, bom como, professor assistente de Direito Civil na Faculdade de Direito da Universidade de São Paulo (1967-1968). Antes de ingressar na Magistratura paulista, foi companheiro de escritório de advocacia dos professores José Frederico Marques e Vicente Ráo, e dos Doutores Saulo Ramos e Manuel Alceu Affonso Ferreira, atuando também como conselheiro da Associação dos Advogados de São Paulo. Foi juiz de Direito no Estado de São Paulo por quase vinte anos, exercendo a jurisdição em diversas comarcas especialmente em Barretos e Ribeirão Preto, tendo se aposentado como Juiz titular da comarca da Capital. Foi juiz corregedor da Corregedoria Geral da Justiça (1986) e Juiz,Auxiliar da Presidência do Tribunal de Justiça de São Paulo (1987 e 1988). É sócio da Advocacia Rocha Barros Sandoval & Ronaldo Marzagão.

  • Dr. Oswaldo Pinto do Amaral




















  • Dr. Paulo Sergio da Silva
  • Dr. Rafael de Barros Monteiro
  • Dr. Renato Torres de carvalho Filho
  • Dr. Roberto Rodrigues
  • Dr. Ronaldo Sérgio Moreira da Silva
  • Dr. Rubens Morais Salles
  • Dr. Sergio Godoy Rodrigues de Aguiar

  • Dr. Washington de Barros Monteiro















  • Dr. Yung da Costa Manso


Alguns advogados da década de 50
:

  • Dr. Aloísio M. B. Ferreira
  • Dr. Atair Rios
  • Dr. Ayr de Araújo
  • Dr. Francisco de Assis Bezerra Filho
  • Dr. Francisco de Assis Bezerra Menezes
  • Dr. Francisco Lucas Ferreira Penna
  • Dr. Garibaldi de Melo Carvalho
  • Dr. Jarbas Pinheiro Landin
  • Dr. José Bernardes
  • Dr. José Olintho Andrade Junqueira
  • Dr. Osório Rocha Rachid Aluani
  • Dr. Rubens Baroni
  • Dr. Sebastião F. Pires de Campos
  • Dr. Umberto de Melo Carvalho

Crônica | Histórico da comarca | Histórico da cidade | Ocelo clínico | Dados atuais | A cidade na década de 50