dr. Pintassilgo

Guarujá

Fundadores: Antônio de Sousa Leomil, Puglisi, Cap. Bonifácio e Vicente de Carvalho.

Data da fundação: Fins do século XVIII.

O Município de Guarujá, mais conhecido como – “A Pérola do Atlântico” – dadas as suas belezas naturais incomparáveis, compreende toda Ilha de Santo Amaro, que os indígenas primitivamente denominavam Ilha do Sol ou Guibê, ou ainda Guaimbê, nome estes que, segundo alguns, significam “cipó de amarrar” e, segundo outros, “separada por ter sido cortada”, aludindo-se ao fato de ter sido cortada do continente a área que construiu a Ilha.

Guarujá, na língua indígena (Guarú-ya), quer dizer, na opinião de alguns, “vivendo de rãs ou sapos”; “guarú” (sapo) e “ya” (que se cria ou cresce). E, no conceito de outros, o nome é uma corruptela de “Gu-ár-ya” (abertura de um e outro lado): “gu-ár” (ir ao lado, ladear) e “yá” (abrir, rachar, furar), em alusão a uma gruta existente em um morro chamado Ytapu – “yta” (pedra) e “pug” (arrebentar), correspondendo a “pedra furada ou arrebentada”.

A ilha foi doada em 1534, pelo rei de Portugal D. João III, a Pero Lopes de Souza, que como donatário da capitania, pouco ou nada fez por ela, tendo as mesmas caído em completo abandono devido, talvez à sua conformação montanhosa, oferecendo sério obstáculo à fixação dos colonos.

Em 1.° de março de 1923, foi criado o Distrito de Santo Amaro.

Atendendo ao regular crescimento do Distrito, que reinvidicava sua autonomia, a Lei n.° 2.184, de 30 de junho de 1926, assinada pelo então Presidente do Estado de São Paulo, Dr. Carlos de Campos, criou a Prefeitura Sanitária do Guarujá, tendo sido nomeado para o cargo de Primeiro Prefeito o senhor Juvenal Malheiros.

Ao iniciar-se o ano de 1931, o Coronel João Alberto Lins Barros, na época Interventor Federal no Estado de São Paulo, aboliu esta Prefeitura Sanitária com o Decreto n./ 4 844, de 21 de janeiro desse ano, fazendo com que fosse incorporada ao Município de Santos.

Essa situação durou exatamente três anos e meio. Em meados de 1934, foi criada a Estância Balneária de Guarujá, pelo Governador do Estado de São Paulo, senhor Armando de Salles Oliveira, com o Decreto n.° 1 525, de 30 de junho de 1934, recaindo a nomeação para Prefeito no Engenho Dr. Ciro Melo Pupo, que teve administração de grandes valia para o Município.

Pela Lei Orgânica dos Municípios, promulgada em 18 de setembro de 1947, Guarujá passou de Prefeitura Sanitária a Município autônomo, tendo seu primeiro governo eleito no período de 1948 a 1951.

Em 1953 contou Guarujá com a criação do seu segundo Distrito, como reza a Lei n./ 2 456, de 30 de dezembro de 1953, promulgada pelo prof. Lucas Nogueira Garcez, então Governador do Estado. A sede desse Distrito é a tradicional Vila de Itapema, que tomou o nome de Distrito de Vicente de Carvalho em homenagem ao Ilustre poeta santista.

A agricultura (lavoura de banana), a construção de barcos de pesca, a indústria de panificação e a de conserva do pescado. A produção de banana é em grande parte exportada para a Argentina; o remanescente é consumido em São Paulo, Santos e No próprio Município. Em 1956 os principais produtos dos ramos agrícolas e industrial alcançaram os seguintes valores (em milhões de cruzeiros): banana – 12,0; barcos de pesca – 6,5; pão – 6,4; sardinha em conserva – 1,5. A área de mata atinge 2 345 há, a de pastagem 125 há e a de terras incultas 610 há. As riquezas naturais conhecidas compreendem: argila para tijolos, pedras para construções, madeira, lenha e peixe. A parte Industrial é representada por 14 estabelecimentos (4 dos quais com 5 empregados ou mais), onde se ocupam cerca de 100 operários. A pesca é praticada com o fito de industrialização do pescado e em pequena escala, como meio de subsistência dos pescadores nativos.
_______________

  • Origem do nome

Tupi Guarani, GUA = pilão, baixada, RU = sozinho, tresmalhado, Ilha, JÁ = forma ablonga, Guarujá = Ilha comprida em forma de pilão.
_______________

  • Personagens

Don Domênico Rangoni

O Cônego Italiano Domênico Rangoni, Don Domênico, ocupou o cargo de vigário da Paróquia Nossa Senhora de Fátima e Santo Amaro de 6 de março de 1954 a 5 de janeiro de 1976. Filho de Ettore Rangoni e de Rosa Sarmenghi Rangoni. nasceu na Itália, Província de Bologna, no dia 1º de março de 1915. Cursou os estudos em Bologna e Turim, onde foi ordenado Sacerdote, a 29 de junho de 1938, na Catedral de Turim, pelo Cardeal Fossati.

Nos primeiros anos de seu ministério, em Guarujá, inaugurou a Igreja Matriz, ocasião em que o Bispo Diocesano, Dom Idilio José Soares concedeu-lhe o Título de Conêgo. Dedicou-se ainda a construção da Capela Cristo Rei, na Praia de Pernambuco, da Capela São Pedro e São Paulo, na Praia da Enseada, e melhorou a Capela de Vicente de Carvalho.

Don Domênico se destacou por sua eterna luta a favor dos necessitados, conseguiu junto ao então prefeito, Domingos de Souza, a construção do primeiro Pronto Socorro de Guarujá. Construiu também a creche Ninho Maternal e uma maternidade, inaugurada em 1962, com 100 leitos. Desta maternidade surgiu o Hospital com o nome do Padroeiro da cidade, Santo Amaro.

É importante citar a grande contribuição do Cônego para a educação de Guarujá. Ele construiu o Centro Educacional Don Domênico, onde funcionam o Centro Comunitário Cultural, Biblioteca Pública, Escola de Educação Infantil de 1º e 2º graus e a Faculdade Don Domênico.

Em 22 de abril de 1962, quando da inauguração da Maternidade, foi-lhe conferido o título de Cidadão Guarujaense pela Prefeitura e Câmara Municipal de Guarujá. Em outubro de 1983, recebeu do Papa João Paulo II elogios e uma benção pelo trabalho social desenvolvido na cidade.

O Cônego Domênico Rangoni faleceu no hospital Sirio Libanês, em São Paulo, capital, em 1987.

Leôncio Camargo Filho

Leôncio, um jovem contador, nascido em Campinas interior de São Paulo, no dia 26 de março de 1918, filho de Leôncio Camargo e Leopoldina Ferraz de Camargo, foi para o Guarujá para prestar serviço ao Grande Hotel La Plage,em 1944. Quando chegou, a cidade já era emancipada administrativamente, mas faltava a emancipação política. Não demorou muito para o contador conquistar a amizade dos guarujaenses e em 1948,quando Guarujá conquistou sua emancipação definitiva, necessitava de candidatos a prefeito e vereador. Um dos nomes mais cogitados foi o de Leôncio Camargo Filho, que no primeiro momento exitou, mas acabou aceitando.

Mesmo não sendo da cidade, Leôncio ganhou as eleições para vereador, com 100 votos e para sua surpresa os outros doze vereadores eleitos decidiram que o contador seria a pessoa mais indicada para ser o primeiro presidente da Câmara Municipal de Guarujá, e assim exerceu seu primeiro mandato de 1948/1951 pelo PSP (Partido Social Progressista). Na eleição de 1955 foi reeleito vereador com 133 votos pelo mesmo partido, posteriormente veio a renunciar ao mandato de vereador, no dia 10 de novembro de 1959.

- Condecorado com a Medalha Mérito do Trabalho.

- Cidadão Guarujaense.

- Diretor Tesoureiro do HospitalSanto Amaro (1954 - 1978).

- Diretor Tesoureiro da Casa da Criança da Paróquia de Guarujá(1956 - 1979).

- Diretor Tesoureiro da Sociedade de Amparo aos Praianos de Guarujá (1970 - 1993).

- Diretor Tesoureiro da Faculdade de Ciências e Letras Don Domênico (1972 - 2000).

- Diretor Tesoureiro da Faculdade de Enfermagem e Obstetrícia Don Domênico (1979 - 1994)

- Diretor Administrativo do Hospital Santo Amaro (1978 - 1994).

- Duas vezes Presidente do Lions Clube de Guarujá.

- Diretor do Departamento de turismo de Guarujá na gestão do prefeito Raphael Vittiello (1973 - 1976).

- Membro da Comissão do Mobral de Guarujá desde a sua Fundação.

Leôncio Camargo Filho,faleceu aos 82 anos, no dia 11 de novembro de 2000, deixando um filho, Sérgio Luiz Tybor Ferraz Camargo.

Baronesa Esther Sant'anna de Karwinsky

Nasceu em Brodosqui, estado de São Paulo. Bacharel em Direito pela Universidade Católica de Santos, obteve com nota máxima, o diploma de conclusão do Curso de Folclore, na Escola de Folclore do Museu de Folclore, de São Paulo, no ano de 1968, na época a escola era dirigida pelo Prof. Rossini Tavares de Lima, que também era Presidente da Comissão Estadual de Folclore.

Sua paixão pelo folclore a leva a uma especialização em folclore e museus, com diversos cursos de extensão no Brasil, na França, no México, tendo participado em congressos e festivais de Folclore em Marrocos, na França, no Chile, nos Estados Unidos, na Grécia, na Hungria, na Noruega, em Portugal, Canadá, na Argentina, na Áustria, na Índia, na China, na Alemanha, nos quais apresentou comunicações sobre assuntos pertinentes ao Folclore brasileiro.

Em 1968 a baronesa já recebeu a missão de ser a representante da Comissão Estadual de Folclore em Guarujá e a incumbência de pesquisar o folclore da Ilha de Santo Amaro e litoral. O trabalho já teve início em março de 1968, e contou com uma equipe de voluntários do Instituto de Menores Santa Emília, colocados à disposição da baronesa pelo Prof. Jaime José Silva. Percorreu distantes locais, atalhos e estradas perdidas no interior da ilha, pesquisando e conhecendo jovens e velhos caiçaras, seus usos, costumes e artesanato, para isso contou com o auxílio do Sr. Campos que dirigia um caminhão pelo interior da ilha.

Assim, em agosto de 1968, com a participação de artesãos e material recolhido, foi realizado num salão do Instituto de Menores Santa Emília a I Semana de Folclore de Guarujá. Esta I Semana de Folclore de Guarujá em 1968, foi o ponto de partida para a total dedicação da Baronesa ao folclore de Guarujá. Neste evento a Baronesa contou sempre com colaboração de amigos e colaboradores todos apaixonados pelo folclore da Ilha de Santo Amaro: Esaú Cobra Ribeiro e Jayme José da Silva da direção do Instituto de Menores Santa Emília , Dra. Lilian Rebelo, radialistas Orivaldo Rampazzo e José Ramos, o vereador Alcino Silva, e o mestre Rossini Tavares de Lima, o jornalista Antonio Baraçal, a Profª Mercedes Cantatori e o dedicado motorista Campos.

Em 1972, encontra as condições necessárias para ampliar o tema e cria o I Festival de Folclore e Artesanato de Guarujá. A partir de então, funda também a Associação de Folclore e Artesanato de Guarujá, da qual se tornae presidente, o Festival ganha notoriedade e se torna tradicional em Guarujá, passando a fazer parte do calendário oficial da cidade. O Festival de Folclore e Artesanato de Guarujá é hoje um evento tradicional , em 2003 foi realizada a 32º edição do festival.

Cidadã do Guarujá

Decreto Legislativo nº 97, de 09 de dezembro de 1997, a Câmara Municipal de Guarujá concedeu a Baronesa Esther Sant`Anna de Almeida Karwinsky, o Título de Cidadã do Guarujá, em reconhecimento pela sua contribuição à Cultura da cidade , ao longo dos últimos trinta anos e sua representatividade como pesquisadora no cenário nacional e internacional.

Com mais de 30 anos dedicados à promoção da cultura popular, foi também presidente da ABRASTI/Guarujá entidade que se dedica ao idoso, tem no seu currículo diversos cursos.

A Baronesa Esther Karwinky foi membro da Comissão Paulista de Folclore, da Comissão Municipal de Folclore e artesanato de Guarujá, da Associação Brasileira de Folclore, da American Folklore Society, da Societé d'Éthnologie Française, da Société Internationale d'Ethnologie et Folklore - SIEF, da International Society for Folk Narrative Reseach- ISFNR e da Folklore Fellows da Finlândia e, na área de Folclore, com várias obras publicadas.

Hoje já não se encontra mais entre nós, faleceu em 9 de dezembro de 2003, porém seu nome, o exemplo de mulher, estão definitivamente inseridos na História do Folclore regional, nacional e internacional.

Santos Dumont

Santos Dumont, o inventor do avião, escolheu a ciade de Guarujá para viver os seus últimos dias.

Oriundo de uma família rica (exploradores de ourivesaria e pedras preciosas), Santos Dumont nasceu em 1873. Passou sua infância na fazenda de café do pai, que era a maior da América Latina com 5 milhões de pés de café. Fanático por livros do escritor francês Jules Verne, o pequeno Alberto começou suas experiências com pequenos balões, nas festas juninas, chegou a construir pipas exóticas e até pequenas aeronaves movidas a elásticos e hélice. Era um gênio da mecânica. Aos 7 anos dirigia os automóveis da fazenda, aos 12 passou a manejar, desmontar e consertar as locomotivas Baldwin.

Foi a Paris pela primeira vez buscando tratamento para o pai, doente, e lá viu um motor a petróleo funcionando, o que lhe despertou profundo interesse. Aos 19 anos , seu pai emancipou-o e garantiu sua liberdade financeira para o resto da vida. Ele viajou para Paris e passou a estudar automóveis ( foi o primeiro brasileiro a introduzir no Brasil um automóvel a petróleo ).

Para chegar aos balões, se empregou como piloto de uma empresa. Construiu seu primeiro balão, o Brasil, dois anos depois, e 13 dirigíveis, com os quais conquistou um prêmio de 100 mil francos, que financiou a construção de outros balões e do 14 Bis, a primeira aeronave a deslizar e decolar usando apenas suas próprias forças, em 1906, nos campos de Bagatelle.

Durante três anos construiu outros tipos de aviação e, em 1909, abandonou os estudos, voltou para o Rio de Janeiro e se estabeleceu em Petrópolis, onde ainda criou vários inventos.O chalé onde residiu em Petrópolis, foi transformado em Museu.

No Guarujá era freqüentador do Grande Hotel La Plage, onde posteriormente passou a residir e conheceu a cantora lírica Bidu Sayão por quem manteve uma grande amizade.

Santos Dumont era uma pessoa sentimental e sensível aos acontecimentos, e não lhe passava despercebido o uso de aviões na revolução constitucionalista de 1932, houve também um acidente com avião no Rio de Janeiro que o magoou muito, outros afirmam que sua depressão teve início com a ida da cantora Bidu Sayão para a Europa. Quando retornou ao Grande Hotel La Plage, Santos Dumont entrou no quarto e não saiu mais. Na hora do almoço, funcionários sentiram sua ausência e o procuraram, bateram na porta , mas não obtiveram resposta. O funcionário da limpeza do hotel, Adelino Cardoso, arrombou a porta e encontrou o inventor morto no banheiro.

A principal avenida que liga Guarujá ao Distrito de Vicente de carvalho tem seu nome em homenagem. A Prefeitura de Guarujá na gestão do Dr. Maurici Mariano, construiu um abrigo onde mantém exposta a visitação pública do veículo que conduziu o corpo de Santos Dumont após sua morte.
______________

  • Locais históricos

Capela Santa Cruz dos Navegantes

Construção colonial, está situada na praia de Pouca Fazenda, próxima à Estrada da Serra.

Forte Cruz de Itapema ou Forte Velho

Construído em meados do ano de 1670. Teria sido feito para proteger a margem oriental de Santos. Já no começo dos anos de 1700 encontrava-se em ruínas. Funcionou como unidade militar e de orientação naval durante todo o século. Em 1859 foi depósito de pólvora.

Armação das Baleias

Onde existiu durante a colonização portuguesa, a primeira indústria de extração de óleo de baleia destinado à iluminação pública. Também está localizada junto ao Ferry-Boat de Bertioga.

Ermida de Santo Antônio do Guaibê

Localizada junto ao Ferry-boat de Bertioga com ruínas do Século XVI, uma das mais antigas do Brasil.

Fortaleza de São Felipe

Construída a partir de 1552, a mando do fundador da cidade de Santos, Brás Cubas. Foi feita sobre penhascos, no extremo leste da Ilha, às margens do Canal de Bertioga.

Pavilhão da Casa do Trem

Onde está exposta a locomotiva "Maria Fumaça" que marcou o início do transporte ferroviário que interligava o Distrito de Vicente de Carvalho e Guarujá. Foi desativada em 1956.

Estação de ferro do Guarujá



A estação do Guarujá foi inaugurada com festas em 1893, e se confunde com a fundação da cidade, transformada em município em 1934, separando-se de Santos. A linha chegava perpendicular à praia, pela atual avenida Puglisi, e no final fazia uma curva de 90 graus para a direita, para atingir a estação. A estação durou lá até 1935, quando, já "caindo aos pedaços", foi desativada e substituída por outra, a dois quarteirões da praia, na avenida Leomil. Um ano antes, parte do telhado da plataforma havia desabado. Logo que mudado o ponto de embarque, a velha estação foi demolida.


Histórico da Linha

: A história do tramway do Guarujá se confunde com a própria história da cidade. Construída em 1893 para levar a alta sociedade paulista para suas casa de veraneio recém-construídas na praia de Pitangueiras, no Guarujá, a linha da Cia. Balneária da Ilha de Santo Amaro ligava o porto de Santos, via balsa, até a estação inicial de Itapema, e daí seguia para a estação final, em Pitangueiras. A propriedade da linha mudou de mãos várias vezes, até se tornar estatal, em 1927. Em 1925, com a eletrificação da linha, bondes elétricos passaram a circular com as locomotivas a vapor. A linha seguiu funcionando ininterruptamente até a sua desativação, em 1956. Os bondes foram transferidos para a E. F. Campos de Jordão, onde trabalham até hoje, e uma de suas locomotivas está exposta na avenida Leomil, em Pitangueiras, no Guarujá.

________________

  • Curiosidades

Morro Maluf

Localizado entre as praias Pitangueiras e Enseada. Dele pode-se admirar e avistar toda a cidade. Através dele podemos avistar a Ilha das Cabras.

Morro da Península

Conhecido como "5 estrelas" pois nele podemos ter uma visão ampla do Oceano Atlântico. Está situado na ponta da Praia da Enseada. As pessoas costumam descer o Morro do lado do mar para pescarem nas pedras.

Crônica | Histórico da comarca | Histórico da cidade | Ocelo clínico | Dados atuais | A cidade na década de 50