segunda-feira, 19 de outubro de 2020

ISSN 1983-392X

Circus

de 21/3/2010 a 27/3/2010

"Ótimo... Saboroso como um salmão selvagem da Noruega (Circus 174 - 19/3/10 - "Um homem de Fé" - clique aqui)..."

Carlos José Benatti - 22/3/2010

"A fé remove montanhas (Circus 174 - 19/3/10 - "Um homem de Fé" - clique aqui). O império da norma cedeu ante a realidade fática. Diante dessa (realidade) os motivos ensejadores da norma deixaram de exisitir. Gostei Mestre Adauto. E como diria o Guri de Uruguaiana: O caso não é só verídico, como de fato aconteceu. Um abraço."

Eldo Dias de Meira - 22/3/2010

Luciene Pereira Roppa - diretora jurídica e de Recursos humanos da Nutron - 26/3/2010

"Achei muito bom o texto do Circus 175. A abordagem está ótima! Acho que o verbo 'perdoar' é difícil de conjugar quando vimos barbáries acontecendo. Da mesma forma, é difícil crer que a penalidade imposta a criminosos possa realmente corrigir o criminoso. Se a finalidade da pena for a correção, sejamos sinceros: não funciona! O  sistema prisional já deixou isto claro! Mas, ainda que o criminoso seja 'corrijido' pelo sistema penal, pergunto: quem prepara a sociedade para aceitar o ex-criminoso? Veja como é difícil conjugar o verbo 'perdoar'. Penso às vezes que seria este um verbo defectivo e, por defeito, não se conjugaria na primeira pessoa do singular ou plural. Assim, soaria estranho afirmar com veemência: eu perdôo, nós perdoamos...e tu? Perdoas? As leis de Hamurabi e a de Êxodo vieram para cessar o excesso de barbárie porque naquele tempo, se roubasse uma galinha, o outro poderia matar o filho do ofensor. Para aquela época, a proporção 'dente por dente' e 'olho por olho' era uma grande evolução.  E se pensarmos bem, será que ainda não achamos isto realmente correto?  Parece que ainda precisamos de aulas de reforço de cristianismo. O homem contemporâneo ainda tem comportamento da idade da pedra."

Luciene Pereira Roppa - diretora jurídica e de Recursos humanos da Nutron - 26/3/2010

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