terça-feira, 20 de outubro de 2020

ISSN 1983-392X

Danos morais

de 21/3/2010 a 27/3/2010

"Gostaria de parabenizar o nobre magistrado pelo bom senso em repudiar tal pleito absurdo (Migalhas 2.126 - 22/4/10 - "Polêmica" - clique aqui). Ademais, fica aqui minha admiração pelo Dr. Gallo Júnior."

Alcebiades Sevilha Gonçalez Junior - 24/3/2010

"Pode não ser dano moral, mas temos que estar atentos nas forças maiores (Migalhas 2.350 - 22/3/10 - "Migas - 2" - clique aqui). Por exemplo, uma conhecida muito elegante e inteligente estava à busca de um trabalho, aceitando até o que não era compatível com a sua função, vez que emprego está difícil e também sua idade, acima de 50 anos. Assim, se apresentou a um classificado para a função de Recepcionista de um pequeno negócio de conserto de computadores. Na entrevista, o dono, sem fazer quase perguntas, foi logo dizendo que ela não se enquadrava na função, que ela seria estraçalhada no ritmo do trabalho, e que era melhor ela procurar trabalhar numa loja, butique, sei lá o que. Quer dizer, não é porque ele é o dono que tem o direito de indicar a onde ou qual serviço ela deva trabalhar. E assim vai, pessoas sem nenhum tato, às vezes sem intenção fere fundo as pessoas, é uma questão de educação.  Então devemos estar atentos, não deixar o trabalhador desprotegido. Mas no caso do vendedor foi muito bem analisado."

Maria Amélia C. Soares - 25/3/2010

"É no mínimo estranho observar o STJ elevar uma condenação entre particulares em 2.500% ao mesmo tempo que reduz as verbas honorárias de sucumbência de advogados de R$ 1.000.000,00 (um milhão de reais) para R$ 70.000,00 (setenta mil reais), conforme noticiado anteriormente por Migalhas, quando a litigância versa sobre matéria de interesse público (?). Seria uma nova interpretação ao princípio da conveniência ? (Migalhas 2.354 - 26/3/10 - "Danos morais" - clique aqui)"

Bruno de Cristo Galvão - 26/3/2010

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