Caso Isabella

29/3/2010
Jose Roberto Amorim

"Eu fico pensando nas 'tais' perguntas feitas aos Jurados e montei um processo hipotético: Um comerciante cansado de ser assaltado, humilhado e vendo o fruto de seu trabalho levado sempre pelos mesmos bandidos resolve partir para o tudo ou nada. Compra uma arma potente aprende a usá-la, prepara-se psicologicamente e monta uma reação para a 'próxima visita'. E na 'próxima visita' o bandido já acostumado com a 'moleza' não toma os devidos cuidados e tomba morto. Dai vêm às perguntas. A= planejou o crime? Sim ( ) Não ( ). B= agiu com frieza? Sim ( ) Não ( ). C= inibiu a defesa da vitima? Sim ( ) Não( ). D= absolve o réu? Sim ( ) Não ( ). Penso que se o voto é de consciência não deveria haver questões técnicas. Se houvesse pergunta, essa deveria se resumir à coisa tipo: Você aceitaria conviver com o réu no seio de sua família? A= com ressalvas ( ) B = plenamente ( ) C = Não ( ). Como o hipotético réu pode ser o Pai, irmão, filho, amigo, compadre etc. de cada migalheiro ou o próprio migalheiro convido todos a votar."

Envie sua Migalha