terça-feira, 20 de outubro de 2020

ISSN 1983-392X

Migalheiros

de 4/4/2010 a 10/4/2010

"A Filosofia em Aquarius. Outro dia, depois de uma viagem cansativa, já próximo da bolinha ainda azulada, na troca do chip, senti o peso do oxigênio nos pulmões, o cheiro do ar, a estratosfera com a sua gravitação a todo vapor, pedi ao navegador uma parada, o nosso GPS deu sinal de alerta! Impossível redução de velocidade. A aceleração é lei, é norma, precisa ser seguida, ao contrário entraremos em pane. Fiquei muito preocupado, vez que, nós aquarianos não pensamos, como saberíamos que uma freada rápida iria causar uma colisão? Além do fato de estarmos a uma certa distância do Planeta Terra, logo, colisão com a terra nem pensar. Colisão com quem? Pensei! Na dúvida, coloquei minha luneta, na verdade quase perdi minha luneta, pois uma chuva de meteoros atacava intensamente a nossa nave. Um ataque calculado, intensivo, violento, ameaçador. Quem estaria no nosso encalço? Os terrestres com certeza não, eles não tem tecnologia para navegar a cem vezes a velocidade da luz, era o que constava no computador de bordo. Quem seriam então os intrusos? Cientistas? Filósofos? ETs? Ora, em Aquarius não existem filósofos, pois Aquarius é a própria filosofia, a nave mãe, Cientistas? Os nossos cientistas trabalham com programas previamente estabelecidos, o que, não é nosso caso – Rota: Aquarius- Terra. Sobrou para os ETs, ora, nós temos um pacto com os ETs, por que estes iriam quebrar um pacto antigo e aceito, feito ainda no nosso processo existencial e que nunca foi violado por nenhuma das partes para a sobrevivência nossa e deles. Como, por lei, na estratosfera, nós já temos o direito de pensar, vez que já é território dos terráqueos. Senti a entrada de um novo pensamento, um pensamento forte e dirigido ao centro do córtex cerebral – Que ataque que nada! Tudo isto é tão somente o lixo espacial deixado pelos humanos.

Lixo espacial

-Sim com Certeza

Alguma dúvida

-Todas

Alguma certeza

-Nenhuma

Mas é assim que a coisa funciona."

Luiz Domingos de Luna - 5/4/2010

"A única explicação plausível para o governo não escutar a Aeronáutica sobre a compra dos 36 caças só pode ser uma: alguém vai levar vantagem nessa malfadada negociata. Obviamente que não serão nem o país, e nem o povo brasileiro."

Conrado de Paulo - 5/4/2010

"De aviões e outras armas
Conheço avião a jacto
Inglês, francês ou sueco
De gringo ou russo é um treco
De que entendo de facto
Equipamentos de impacto
Se no aileron ligam ré
E bombardeio no pé
É este o que enfim aprovo
Que nem colombo com o ovo
Melhor é o que pousa em pé.

No interesse do povo
Eu digo é ou não é.

Me chamem se houver estorvo
E não qualquer Zé Mané."

Ontõe Gago - Ipu/CE - 6/4/2010

"Senhor Diretor, leio com grande preocupação o número de mortos em estradas na páscoa: maior do que no ano passado. Até quando veremos esse morticínio sem providências lógicas? Primeiramente, penas severíssimas para os alcoólatras e nada de fiança. Diminuir a velocidade máxima para 80 km/h, evitar caminhões em véspera de feriados, e obviamente feriados, e principalmente, quando se dá a autorização ou renovação de uma carta uma análise psicológica e até psiquiátrica do concorrente, para saber se ele está apto a guiar. O que vemos são exames visando a proteger descaradamente e politicamente a classe de despachantes, onde mesmo assim, há muita corrupção; exames sem sentido para portadores de cartas há décadas, tais como idosos, que aprovaram por a+b que são excelentes motoristas, e que só devem provar sua saúde física e mental, sem gastos absurdos. O que fazem os órgãos que se dizem da proteção de idosos, que não lutam para isso, e os senhores parlamentares?"

Olavo Príncipe Credidio – OAB/SP 56.299 - 7/4/2010

"Em recente entrevista à mídia brasileira, o vencedor do Prêmio Nobel da Paz em 2006, o economista bengalês Muhammad Yunus é conhecido mundialmente como o banqueiro dos pobres. Fundador do Grameen Bank, instituição dedicada ao microcrédito, Yunus deve abrir em São Paulo, ainda neste ano, sua primeira subsidiária na América Latina. Segundo ele, os pobres de Bangladesh enfrentam os mesmos problemas e desafios dos pobres em qualquer parte do mundo. Hoje vemos uma grande oportunidade no Brasil. O país é a maior economia da América Latina e vai sediar as Olimpíadas de 2016. Porém, a pobreza e a desigualdade social permanecem em níveis altíssimos nas áreas menos desenvolvidas. Queremos repetir o sucesso que tivemos nos Estados Unidos. Nossa base em Nova York concedeu mais de dois mil empréstimos em apenas dois anos de operação. A intenção é ir a todos os países que nos convidem e providenciem o capital inicial necessário. Os pobres de Bangladesh enfrentam os mesmos problemas e desafios dos pobres em qualquer parte do mundo, incluindo o Brasil. O modelo bancário adotado pelo Grameen Bank pode funcionar em qualquer lugar que tenha pobreza. A meta é ter um projeto de microcrédito que seja sustentável em até cinco anos. Vamos começar com apenas uma base, mas a ideia é expandir nossas operações. Baseado na performance média de nossas outras operações, em cinco anos poderemos ter uma carteira com até 10 mil famílias. Nossa missão é levar os benefícios dos serviços bancários, como o microcrédito, para reduzir a pobreza. Seja lá onde for."

Iracema Palombello - 7/4/2010

"Com base em representação feita por um cidadão identificado como Vinicius Vasconcelos, o MPF decidiu instaurar inquérito civil público no dia 30, para apurar prática que fere 'o princípio da economicidade', se for escolhida a proposta mais cara."

Iracema Palombello - 7/4/2010

"Migalhas, após uma mobilização nacional de 1.600.000 assinaturas o congresso debocha do ficha suja. Maluf faz projeto de ajuste da justiça. A governabilidade passa por Sarney, Collor, Renan, Jader, Padilha e Cia. Roberto Jefferson é Presidente de Partido e articulista de jornal. Para ficar impune basta ter o privilégio dos "Supremos e Superiores". Este modelo de democracia vai dar certo ?"

Antônio Carlos Aquino de Oliveira - 8/4/2010

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