segunda-feira, 26 de outubro de 2020

ISSN 1983-392X

Influenza AH1N1

de 4/4/2010 a 10/4/2010

"Sobre a vacinação contra a gripe AH1N1, não é demais lembrar uma célebre frase: "Dietas, injeções, e injunções se combinarão, desde a mais tenra idade, para produzir o tipo de caráter e o tipo de crença que as autoridades consideram desejáveis, e qualquer crítica séria a esses poderes tornar-se-á psicologicamente impossível. Mesmo se todos forem miseráveis, todos se acreditarão felizes porque os governos assim lhes dizem que são." (Bertrand Russel em "O Impacto da Ciência Sobre a Sociedade"). Enquanto isso, muitos meios de comunicação continuam se omitindo - será omissão? - sobre os venenos presentes nas "vacinas", como o esqualeno. E o tempo está passando. Já há artigos publicados sobre o tema, comparando a população brasileira ao gado que aceita qualquer coisa, desde que tenha pão e circo. Os tempos, parece, não mudaram nada."

Dávio Antonio Prado Zarzana Júnior - 5/4/2010

"Há um interessante documentário no YouTube, chamado "Operação Pandemia", que fala sobre os interesses da indústria farmacêutica mundial no pânico e na consequente vacinação massiva."

Dávio Antonio Prado Zarzana Júnior - 7/4/2010

"Neste mesmo documentário é recordado que segundo a OMS, anualmente morrem 2 milhões de pessoas em decorrência da malária, mais 2 milhões em decorrência de diarréia, e 10 milhões de pessoas em decorrência de enfermidades curáveis, como o sarampo ou a pneumonia. E nenhuma dessas mortes é notícia nos jornais. No entanto, o pânico foi gerado por cerca de 380 mortes pelo vírus AH1N1, número inferior até mesmo às mortes pela gripe comum! Fica a pergunta do porquê das "grandes emissoras de TV" não publicarem esses números."

Dávio Antonio Prado Zarzana Júnior - 7/4/2010

"O Professor Marcos Boulos, que é especialista em moléstias infecciosas e parasitárias na Faculdade de Medicina da USP, afirmou que é muito pouco provável que a gripe suína se transforme numa questão de saúde séria. E que sua periculosidade é, na verdade, semelhante à da gripe comum. Ele não entende, porém, porque essa gripe, apesar da incidência numérica baixa, também ataca jovens saudáveis, diferentemente da gripe normal sazonal que ataca preferencialmente crianças e idosos com algum tipo de deficiência imunológica. Esse mistério - e sou eu que digo isso - possui diversas respostas pela internet, e são essas respostas que não estão sendo encaradas, e cientificamente, pelos jornalistas da grande mídia, que nós acreditávamos que investigassem a fundo, e divulgassem todas as informações. É aí que está o problema, numa espécie de "torpor", de "preguiça investigativa" de alguns meios de comunicação ditos "gigantes". Conforme o aludido professor, é uma minoria absoluta que evoluiu seus sintomas para o quadro fatal. A entrevista foi concedida ao jornalista Paulo Henrique Amorim, em 7/8/09, no programa "Conversa Afiada", disponível no YouTube."

Dávio Antonio Prado Zarzana Júnior - 7/4/2010

"Todos nós devemos cuidar de nossa saúde e tomar as precauções rotineiras. Mas outro dado interessante com relação à vacinação contra a gripe suína no mundo é a desconfiança de médicos e da população na França, país "de primeiro mundo". Segundo a reportagem da Rede TV, de 17/11/09, o medo refere-se à informação de que os contratos assinados para a produção das vacinas protegem os fabricantes de qualquer tipo de processo na Justiça. Uma coisa do tipo "é proibido configurar-se a indenização por dano moral aqui, porque temos imunidade à Justiça". Que beleza. E quanto ao americano expert em doenças infecciosas, Dr. Kent Holtorf, que diz que não vai vacinar os filhos... Sem mencionar a especialista da Finlândia, Dra. Rauni Leena Kilde, e a investigação empreendida por Jane Burgermeister. E algum infectologista na Globo ou em outra emissora discutiu as investigações feitas por essas pessoas, claro que não. Só não sei porquê."

Dávio Antonio Prado Zarzana Júnior - 8/4/2010

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