domingo, 25 de outubro de 2020

ISSN 1983-392X

Artigo - Advocacia agredida

de 25/4/2010 a 1/5/2010

"Caro editor, estupenda a verdadeira oração de cidadania proferida por Antônio Claudio Mariz de Oliveira, publicada no Estadão de hoje. Quando se agride a Advocacia, mais do que ferir os advogados, põe-se à prova o Estado Democrático de Direito e as garantias individuais dos cidadãos. Não se constrói uma nação sólida sem uma Advocacia fortalecida e sem uma Imprensa livre. Parabéns, Mariz!"

Marcio Kayatt – escritório Kayatt, Silvestri, Rossetti e Barbara - Sociedade de Advogados - 29/4/2010

"Não surpreende a fala, sempre altiva, do grande Advogado sempre na defesa da Advocacia, causa orgulho (Migalhas 2.376 - 29/4/10 - ""Advocacia agredida"" - clique aqui). Parabéns, caro Mariz, o Podval merece todos os desagravos."

Euclydes José Marchi Mendonça - 29/4/2010

"Ao Doutor Mariz de Oliveira o nosso abraço, em retribuição às palavras que tanto nos reconforta saber que ainda há quem as escreva e defenda. Esteja certo Doutor que trabalho, incansavelmente, em nome do juramento que fiz, num dos dias mais importantes da minha vida (Migalhas 2.376 - 29/4/10 - ""Advocacia agredida"" - clique aqui). Muito obrigada!"

Márcia Santos Silva - advogada em Marília/SP - 29/4/2010

"Meus cumprimentos e também meus agradecimentos ao colega Antônio Claudio Mariz de Oliveira pelo excelente e necessário chamado à razão (Migalhas 2.376 - 29/4/10 - ""Advocacia agredida"" - clique aqui). Bom seria que seu grito de alerta seja ouvido e ressoado pelos que, por encargo legal, devem assegurar ao advogado o pleno exercício de seu 'munus', sem o que não existe direito de defesa, devido processo legal e, por consequência, Estado de Direito."

Guido Pinheiro Côrtes - escritório Guido Pinheiro Côrtes Sociedade de Advogados - 29/4/2010

"Eu, como advogada e médica, digo ao nobre comentarista que o mesmo comentário cabe também ao crescente desprestígio que a classe médica vem sofrendo a cada ano (Migalhas 2.376 - 29/4/10 - ""Advocacia agredida"" - clique aqui)."

Marilda Fritz Hauck - 29/4/2010

"Fico feliz em saber que bons advogados também são ouvidos em defesa da nossa gloriosa advocacia, invariavelmente agredida pelo Estado (que gasta o dinheiro do Povo, inclusive com muita propaganda, e não raramente se opõe aos seus Direitos, justificando-se em assegurar 'a viabilidade das políticas e administrações públicas') e por grande parte da sociedade absurdamente mal informada sobre a importância da advocacia (Migalhas 2.376 - 29/4/10 - ""Advocacia agredida"" - clique aqui). Aliás, já há quem diga que um Estado forte de 'privilégio público', 'privado a alguns poucos', como o nosso, só é mantido graças a uma bem arquitetada desinformação da sociedade. Parabéns ao autor do texto que deixou sua contribuição aos advogados e, também, à segurança jurídica da sociedade."

Hélder Gonçalves Dias Rodrigues - Advocacia Rodrigues - 29/4/2010

"Parabenizo o Dr. Mariz, porque é dos poucos que luta pela advocacia, sem interesse pessoal, é um profissional que pensa pela coletividade dos advogados (Migalhas 2.376 - 29/4/10 - ""Advocacia agredida"" - clique aqui). Rendo minhas saudações."

Édison Roberto Masei - 29/4/2010

"Quanto a matéria publicada no jornal o Estadão, da lavra do eminente advogado Antônio Claudio Mariz de Oliveira, apresento meus aplausos (Migalhas 2.376 - 29/4/10 - ""Advocacia agredida"" - clique aqui). A propósito, Dr. Mariz além de exemplo para nós todos Advogados em especial os criminalistas, merece todo nosso respeito e admiração por se tratar de jurista da mais alta envergadura e grande colaborador Democracia. Suas manifestações, em especial, esta aqui reportada reflete e corresponde com a cristalina verdade."

José Beraldo – OAB/SP 64.060 - 29/4/2010

"A quem possa interessar: simplesmente brilhante, irretocável o artigo escrito pelo inteligentíssimo Sr. Dr. Antônio Claudio de Oliveira Mariz (Migalhas 2.376 - 29/4/10 - ""Advocacia agredida"" - clique aqui)! Parabéns!"

Márcia Nogueira Piemonte - 29/4/2010

"O Dr. Antônio Claudio Mariz de Oliveira deixou toda a classe de advogados orgulhosa! Excelente o seu artigo "Advocacia Agredida" (Migalhas 2.376 - 29/4/10 - ""Advocacia agredida"" - clique aqui), deu voz a todos nós! Muito obrigada!"

Natália Kairuz - 29/4/2010

"Antônio Claudio M. de Oliveira escreveu choramingando da visão que o povo tem dos advogados. Até parece que somos uns coitadinhos (Migalhas 2.376 - 29/4/10 - ""Advocacia agredida"" - clique aqui). Ele falou de agressões sofridas ao longo dos séculos. A meu ver do principal ele não falou. Os advogados estão agindo com ética e moralidade sempre? Me parece que uma parcela significativa da categoria atua num salve-se quem puder. Na base da 'farinha pouca meu pirão primeiro'. Acredito que todo categoria terá respeito e respaldo da sociedade se esse respeito for construído por um atuar constante com respeito, ética, sobriedade e capacidade. Estou seguro que desgraçadamente não seja essa nossa realidade. Pelo menos de parcela significativa de nossa categoria!"

Cidrac Pereira de Moraes - 29/4/2010

"Ao Dr. Antônio Mariz as nossas homenagens pelo excelente texto (Migalhas 2.376 - 29/4/10 - ""Advocacia agredida"" - clique aqui). Atuando na área criminal, já senti na pele a ignorância das pessoas com relação ao papel do advogado de defesa. Contudo, os críticos dos advogados de defesa mudam o seu entendimento rapidinho quando são eles ou algum ente querido que estão a responder um processo criminal!"

Carlos André Degaulle - 29/4/2010

"Sobre o comentário, é triste mesmo, mas estamos numa época meio da barbárie, como bem lembrou o advogado nas épocas passadas (Migalhas 2.376 - 29/4/10 - ""Advocacia agredida"" - clique aqui). Estamos passando por uma situação que muitas pessoas não acreditam nem em Deus. Eu mesma presenciei uma jovem senhora dizer no ônibus que não tinha tempo de pensar em Deus. Daí vamos tirando nossas conclusões. Mas conto uma história que ouvi de um religioso. 'Um idoso caminhava com seu neto num lugar deserto sem chance de qualquer vida. Após caminharem muito, o idoso cansado queria parar de caminhar e talvez entregar sua vida; quando de repente o neto avistou um cemitério. O idoso desolado, indagou: um cemitério, que adianta, não há vida? Foi quando o neto lhe respondeu: preste atenção, atrás do cemitério com certeza haverá vida'. É isso, vamos caminhando para limpeza. Abraço para todos."

Maria Amélia C. Soares - 29/4/2010

"Só temos que parabenizar o ilustre advogado criminalista por sabias ponderações e lamentar que grande parte da sociedade brasileira confunda a pessoa do acusado com a de seu defensor, sendo este último indispensável à defesa da cidadania, tão festejada em nossa Carta Política (Migalhas 2.376 - 29/4/10 - ""Advocacia agredida"" - clique aqui). Alertando ainda, que nenhum cidadão ou cidadã está isento (a) de eventuais acusações injustas ao ponto de não necessitar de um defensor, seja dativo ou particular."

Lucio de Moura Leite - 29/4/2010

"Já não era sem tempo (Migalhas 2.376 - 29/4/10 - ""Advocacia agredida"" - clique aqui). Preciso, objetivo, analítico e justo."

Benício Boida de Andrade Júnior - 30/4/2010

"É com profundo alívio que vejo, na edição do Migalhas de hoje e de ontem, um alento a nós, advogados, e ao exercício da advocacia (Migalhas 2.376 - 29/4/10 - ""Advocacia agredida"" - clique aqui). Não poderia deixar de comentar o feliz e tão oportuno artigo do colega Antônio Claudio Mariz de Oliveira, publicado hoje, logo após, ontem, por meio deste tão importante informativo, ter tomado ciência de que, enfim, a OAB estaria intervindo junto à comissão de elaboração do anteprojeto do novo CPC, especialmente contra a mordaça do recurso único. Impossível não comparar o atual momento em que se tem questionado a liberdade de imprensa e se assistido a um Estado cada vez mais repressor e a um Judiciário cada vez mais legiferante com a pretensão de se, uma vez mais na história, ao sacrifício dos direitos da cidadania, justificar a concentração de poder estatal. O que, no nosso caso, seria ilustrado pela total entrega do processo às mãos do juiz, ao argumento de que a culpa da mora do Judiciário seria dos advogados, que recorrem demais. Mais uma vez o Estado desviando o foco de sua incompetência administrativa para nós, advogados. Ou alguém que vive o Direito ainda não tem a plena convicção de que a culpa da lentidão da Justiça é a insuficiência da estrutura do Poder Judiciário? Oportuno o artigo do colega eis que ontem foi publicada a pesquisa feita pela Fundação Getúlio Vargas sobre a confiança da população na Justiça, quando ali se pode perceber que, além da sensação geral de morosidade, também é senso comum entre a população brasileira a desconfiança no Judiciário e a dificuldade de acesso à Justiça. Seria, então, a resposta a essa legítima demanda da cidadania nacional exatamente a supressão de sua oportunidade de participar do processo e da formação do convencimento do Magistrado, quem, em síntese, se pretende que prescinda do próprio processo para decidir sozinho os direitos a ele trazidos? Pois essa parece ser a resposta que a comissão de juristas, formada, a bem da verdade, de magistrados e ex-magistrados, pretende apresentar à sociedade como a salvadora da pátria. Não sem, é claro, dizer quem é o vilão que justifica a medida salvadora: nós, advogados. Fico confortado, no entanto, que o sentimento de indignação esteja sendo objeto de manifestações dos demais colegas, em especial do requerimento protocolizado pela OAB. Aproveitando a onda migalheira de provérbios, tomara que 'entre mortos e feridos, salvem-se todos'."

Marcos Augusto Leonardo Ribeiro - escritório Azevedo Sette Advogados - 30/4/2010

"Li o excelente artigo do dr. Antônio Claudio Mariz de Oliveira (Migalhas 2.376 - 29/4/10 - ""Advocacia agredida"" - clique aqui). Quanta verdade! Realmente na advocacia encontramos caminhos intransponíveis, até junto ao Judiciário, que não nos dá o devido respeito, agora: quem é o culpado? Sem dúvida é a ignorância e não é só a ignorância do povo; mas até de autoridades, a falta de compreensão do que seja justiça, na acepção da palavra. Ouvimos ontem, sobre uma Desembargadora dizendo: sabe com quem está falando? Será ela a culpada ou a interpretação que se dá às autoridades; o fato de aceitarmos tudo delas, sem representar, sem manifestarmos nosso descontentamento? Em meu livro A Justiça Não Só Tarda... Mas também falha, lançado há 4 anos, eu dispus: 'Judicialibus sententiis oboedire debes; non autem semprer assentire: errare humanum est, etiam iudices errant' (As sentenças judiciais deves obedecer, não, porém sempre concordar, errar é humano e os juízes também erram. Quis chamar a atenção de erros crassos cometidos pelo Judiciário e doei 4 livros a OAB, e tendo me permitido a protestar requerendo que a OAB crie órgãos que estude certas sentenças de todas as instâncias, quando reclamado por advogados; pois não pode haver justiça quando há erro de parte de juízes, erros crassos, visíveis. Até agora não recebi resposta aos meus anseios. Curvamo-nos ao poder do judiciário como se ele fosse divino, incapaz de errar, e sem representar. Precisamos dignificar a advocacia protestando sempre quando virmos algo de errado, seja de quem for. Há nenhum é dado interpretar textos legais erroneamente criando figuras para justificá-los, tais como a teleologia e o ativismo. Atenciosamente,"

Olavo Príncipe Credidio – OAB/SP 56.299 - 30/4/2010

"Gostaria de por este poderoso rotativo parabenizar o ilustre colega autor do artigo, pois a mesma é um alerta a toda a sociedade, em especial, o nosso órgão de classe, a OAB (Migalhas 2.376 - 29/4/10 - ""Advocacia agredida"" - clique aqui). Parabéns, pela publicação."

Jose Gomes de Oliveira - 30/4/2010

"Cumprimento o notável advogado Antônio Claudio Mariz de Oliveira pelo seu excelente e oportuno artigo que retrata, vigorosamente, os percalços e as incompreensões a que se sujeitam os advogados numa sociedade que parece caminhar para o obscurantismo (Migalhas 2.376 - 29/4/10 - ""Advocacia agredida"" - clique aqui). Isso ocorre em detrimento da cidadania e do Estado Democrático de Direito. E cumprimento também Migalhas pelos louvores ao advogado libertário e pela solidariedade que empresta aos advogados brasileiros."

Carlos Velloso - Advocacia Velloso - 30/4/2010

"Prezados senhores, grato por nos dar a oportunidade do conhecimento através deste Boletim. Aproveito a oportunidade para reiterar agradecimentos ao Nobre Colega Dr. Antônio Claudio Mariz de Oliveira pelo artigo, que brilhantemente mostrou a sociedade o momento que passamos, bem como o papel do advogado (Migalhas 2.376 - 29/4/10 - ""Advocacia agredida"" - clique aqui). Fraternalmente,"

Ivanil de Marins - 30/4/2010

"O Dr. Antônio Claudio Mariz de Oliveira, de quem somos admiradores em que pese não militarmos na área criminal, mais uma vez mostrou 'ao que veio' (Migalhas 2.376 - 29/4/10 - ""Advocacia agredida"" - clique aqui). Parabéns Dr. Cláudio Mariz, é desta tempera de puro aço que são forjados os advogados!"

José Custodio Filho - 30/4/2010

"Excelente texto (Migalhas 2.377 - 30/4/10 - ""Advocacia agredida"" - clique aqui)!"

Diogo Fazolo - escritório DB Advocacia - 30/4/2010

"Graças ao digno representante da nossa classe, temos a oportunidade de expressarmos (mesmo que a exaustão) nosso repudio ao desprestigio que assola a advocacia em nosso país  (Migalhas 2.377 - 30/4/10 - ""Advocacia agredida"" - clique aqui). Parabéns Dr. Mariz."

Anete Zeni Chahim - 30/4/2010

"Muito sábias as palavras do ilustre advogado Antônio Claudio Mariz de Oliveira, porém é necessário que se diga que a população não tolera mais os defensores dos bandidos, sejam eles advogados, médicos, jornalistas, ONG's, etc (Migalhas 2.377 - 30/4/10 - ""Advocacia agredida"" - clique aqui). O verdadeiro advogado não defende o bandido, mas a legalidade, e por que não, a justiça, porém o que se vê na atualidade é que alguns advogados criminalistas, no lugar de fazerem a defesa técnica de seus patrocinados,submetem-se a serem porta-vozes, assessores de imprensa e moleques de recado de bandidos, tomando partido e defendendo de modo pessoal as atrocidades perpetradas por seus clientes, dando a impressão que realmente defendem e vivem do crime."

Antônio Fernando Medeiros de Oliveira - 30/4/2010

"Sr. editor, parabenizo o Dr. Antônio Claudio Mariz de Oliveira pelo seu respeitável artigo em defesa da advocacia (Migalhas 2.377 - 30/4/10 - ""Advocacia agredida"" - clique aqui). Realmente os olhos de todos só crescem para os honorários do advogado, enquanto os que patrocinam o circo (humoristas, jogadores, etc.), são aplaudidos. Infeliz do País que prescindir dos advogados. E não devemos esquecer o que disse um prócer do estado nazista: 'Advogados nem os nossos'. Tem muita gente que fala sobre Estado Democrático de Direito sem saber o que está dizendo. Outros sobre direitos humanos esquecendo que entre as garantias individuais está o sagrado direito de defesa. Como bem disse o nobre advogado: Defendemos ordem instituída e não o crime. Criminosos, estes sim, são os que prestam o desserviço de enganar a população postando textos nos periódicos, deitando fala sem terem o conhecimento necessário, mas pousando de eruditos. Cordialmente,"

Fernando Belfort - advogado - 30/4/2010

"Parabéns ao representante da nossa classe, temos a oportunidade de expressarmos (mesmo que a exaustão) nosso repudio ao desprestigio que assola a advocacia em nosso país  (Migalhas 2.377 - 30/4/10 - ""Advocacia agredida"" - clique aqui). Parabéns Dr. Mariz, suas palavras são as de muitas vozes em nosso país."

Chrystian Sobania Wowk - 30/4/2010

"O que o Dr. Mariz não ressalva é que há, no mínimo, duas classes distintas de advogados: Os que exercem sua função com a dedicação e o brilhantismo dele mesmo e do Dr. Podval e os despejados anualmente no mercado de trabalho por faculdades de quinta categoria e que, lamentavelmente, são ainda aprovados pelo também desprestigiado exame da Ordem (Migalhas 2.377 - 30/4/10 - ""Advocacia agredida"" - clique aqui). Estes últimos estão, inevitavelmente, fadados a contribuir exponencialmente para que continue a diminuir o prestígio da nobre profissão, exercendo advocacia de baixíssimo nível e aceitando tarefas criminosas para por comida à mesa."

Denis Furtado - 30/4/2010

"Gostaria de parabenizar o Dr. Antônio Claudio M. de Oliveira pelo brilhante artigo que retrata bem a realidade de nossa categoria (Migalhas 2.377 - 30/4/10 - ""Advocacia agredida"" - clique aqui). Vivemos numa sociedade que perdeu, quase que completamente, o respeito e a admiração pela advocacia. Quando um recém-formado, como eu, opta por seguir a carreira, ouve inúmeras críticas, todas que ofendem a profissão, tais como: 'advogado é tudo mercenário'; 'advogar não dá dinheiro'; 'você é tão inteligente e vai advogar?', etc. Ler um artigo desses nos conforta e reforça em nossa mente a grandeza do nosso ofício. Obrigado Dr. Antônio Claudio por este grande serviço prestado na defesa de nossa categoria."

Caius Henriques Duarte Lisboa - escritório Rubens Andrade Advogados - 30/4/2010

"O Dr. Mariz escreveu artigo irretocável (Migalhas 2.377 - 30/4/10 - ""Advocacia agredida"" - clique aqui). Parabéns, com os votos de que a Advocacia encontre seu rumo a partir de agora."

Luiz Augusto Módolo - 30/4/2010

"De tudo isso, sem esquecer de parabenizar ao Dr. Mariz por sua coragem, vale ressaltar o alcance desse poderoso rotativo Migalhas, do qual sou leitor assíduo (Migalhas 2.377 - 30/4/10 - ""Advocacia agredida"" - clique aqui). Parabéns, também a vocês, que disponibilizam esse importante espaço para as manifestações diárias, como a do eminente causídico !"

Prestes Ferreira Gomes - 30/4/2010

"Dr. Mariz : seu artigo é simplesmente perfeito. Infelizmente é exatamente isso que a advocacia atual enfrenta (Migalhas 2.377 - 30/4/10 - ""Advocacia agredida"" - clique aqui)."

Célia R. Sala - 30/4/2010

"Li, bebi e comi as palavras do caríssimo Antônio Claudio. Refeição completa, deparo-me com esta especial tribuna aberta por Migalhas, e não posso deixar de agradecer a quem me propiciou tal lauto pasto. Obrigado, amigo e colega honrado, pela coragem cívica e moral que sempre te leva à tribuna ! (Migalhas 2.377 - 30/4/10 - ""Advocacia agredida"" - clique aqui)"

Mauro Abramvezt - 30/4/2010

"Dr. Mariz, concordo com grande parte do que disse, mas observo que os advogados, na sua maioria, deixaram a ética e a capacidade ténica-jurídica de lado (Migalhas 2.377 - 30/4/10 - ""Advocacia agredida"" - clique aqui). Até porque as Faculdades de Direito, com raras exceções, não estão ensinando o Direito, senão passando tempo para depois expedir um Diploma sem a correspondente aprendizagem. Lido na área jurídica já por 47 anos, passando de escrevente a advogado, a magistrado, a professor, e voltando à advocacia, e vejo que a populaçao não pode viver sem advogado, especialmente diante de um Estado que tudo quer poder. Outro dia fui convidado a dar aulas, dar mesmo, porque me ofereceram R$36,00 (trinta e seis reais), isso mesmo, R$ 36,00/hora aula, mas impus quatro condições : não ensinar de graça, ensinar o Direito útil, o Direito que se vai usar todos os dias no Foro, e cobrar resultado dos alunos, e não fazer como aquele homem da Praça é Nossa : quem não sabe conta estórias ! Não encontrei apoio. Apenas me disseram que sou um visionário. Cumprimento o Dr. Mariz, e até porque sou um apreciador de sua literatura."

Sinval Pereira dos Santos - 30/4/2010

"Dr. Mariz, parabéns. Não podemos nos calar diante de tamanhas injustiças que nossa classe vem sofrendo (Migalhas 2.377 - 30/4/10 - ""Advocacia agredida"" - clique aqui)."

Valter do Nascimento - Nascimento e Gribl Advogados - 30/4/2010

"Amigos Migalheiros, concordo com a indignação geral manifestada. Mas vale também aqui a reflexão sobre a própria culpa de nossa classe por esta situação  (Migalhas 2.377 - 30/4/10 - ""Advocacia agredida"" - clique aqui). Minha opinião pessoal é de que casos como este deveriam ser acompanhados por uma defensoria pública forte, porque, cá entre nós, o discurso das garantias constitucionais é lindo, mas o que move o 'Doutor' são os honorários, e quem os paga, exige um serviço no qual tente-se de tudo pela absolvição do cliente, e não simplesmente o acompanhamento do devido processo legal. Portanto, tal postura gera em suma, a tentativa de inocentar, o que para a opinião pública, para o cidadão comum, é algo inaceitável. E este caso é um de muitos nos fóruns da vida, em casos de assassinos frios, corruptos incorrigíveis, banqueiros golpistas, e tantos mais, onde colegas de classe ganham muito dinheiro, mas precisam defender com afinco, aquilo que eles não acreditam. É um sério dilema frente ao 'romântico' artigo do nobre colega. Sabemos que a realidade não é tão nobre. Acredito nas garantias sem dúvida, mas um advogado que aceita a defesa de um caso como o do casal Nardoni, não pode esperar muito respeito da população em geral e do cidadão comum, pai e mãe de família. Se eu aceitaria ? Não sei. Depende dos honorários. Mas só para garantir o devido processo legal. Abraços."

David Bessa Alves - 30/4/2010

"É por demais animador encontrar tão clarar e precisas letras a defender o Estado Democrático de Direito e o exercício elementar do direito de defesa  (Migalhas 2.377 - 30/4/10 - ""Advocacia agredida"" - clique aqui). Mesmo dentro de estamentos sociais abastados e instituições, por vezes temos que permanecer calados, diante da iniquidade. Engrandece a Justiça quando há de fato a paridade de armas assegurada constitucionalmente, para qual é imprescindível um advogado competente, probo, empolgado como se cada causa fosse a primeira. Não se trata de mera retórica o que afirma o renomado advogado, mas um convite a profunda e equilibrada reflexão."

J. S. Fagundes Cunha - 30/4/2010

"Realmente o Dr. Antônio Mariz, como sempre brilhante !!!!!!! Disse o que há muito tempo eu sinto..... Porém não tive e não tenho esta erudição para colocar em palavras estas constatações. Se me permitem, apenas acrescentaria : Estes mesmo agressores da nossa classe, quando cometem o seus ilícitos ; sempre, sempre virão se socorrer dos nosso préstimos !!!!!! (Migalhas 2.377 - 30/4/10 - ""Advocacia agredida"" - clique aqui)"

Adilson G. Passos. - 30/4/2010

"Parabéns, Dr. Mariz. Profissionais como o senhor só fazem engrandecer e abrilhantar a advocacia (Migalhas 2.377 - 30/4/10 - ""Advocacia agredida"" - clique aqui)."

Latife Homaissi - 30/4/2010

"Em dias tão difíceis como os de hoje, precisamos defender a advocacia das agressões que vêm sofrendo da mídia e da população, ainda, defender a advocacia das violações (não raras) de suas prerrogativas - e que infelizmente, conta com a inércia de alguns colegas que vendo suas prerrogativas violadas, não se socorrem ao Estatuto da Advocacia - somos indispensáveis a administração da justiça, sem nós, ela não existe, e todos precisam saber da importância e do respeito que a advocacia merece. Parabéns Dr. Antônio Claudio pelo brilhante artigo (Migalhas 2.377 - 30/4/10 - ""Advocacia agredida"" - clique aqui)."

Alexandre Marcelo Souza Viegas - 1/5/2010

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