quinta-feira, 22 de outubro de 2020

ISSN 1983-392X

Circus

de 16/5/2010 a 22/5/2010

"Obrigado por proporcionar tão emocionante leitura (Circus 181 - 14/5/10 - "Carpinteiros e Marceneiros" - clique aqui)."

Rodrigo Soares Borghetti - 17/5/2010

"Adauto, o seu e-mail me emocionou muito porque  incentivei  o Bisson para que ingressasse na magistratura, não só pela sua cultura jurídica mas também, e principalmente, pela sua sensibilidade social (Circus 181 - 14/5/10 - "Carpinteiros e Marceneiros" - clique aqui). Fiz trabalho silencioso com alguns desembargadores, indiquei-o para fazer palestras pela OAB e pela AASP como forma de projetá-lo e o recomendei para magistrados mais íntimos, ficando o resto por conta da luz própria do candidato. Eu tenho acompanhado a trajetória do Bisson e sinto muito orgulho desse amigo tão querido, não me surpreendendo com a leitura do acórdão parcialmente transcrito por você, porque conheço a sua humilde origem e o seu esforço para formar-se advogado. Abraços,"

Hamilton Pena - 17/5/2010

"Prezado Sr. Adauto, recebo sempre e leio logo pela manhã a sua coluna Circus, porém hoje o dia me foi muito conturbado e só agora pude lê-la e confesso-lhe foi muito prazeroso, até mais do que as anteriores (Circus 181 - 14/5/10 - "Carpinteiros e Marceneiros" - clique aqui). O seu conteúdo me fez lembrar de meu pai 'seu Oliveira', mecânico de profissão, e que também me ensinou a respeitar e a ver as pessoas como elas são, e não como número ou denominações (parte, consumidor, cliente, assinante, colaborador e por aí vai). Muito obrigado por mais esse refresco, que o bom Deus o abençõe e permita nos brindar sempre com suas lembranças e 'causos'."

Jadiel Lima de Oliveira - 17/5/2010

"Um poema (Circus 181 - 14/5/10 - "Carpinteiros e Marceneiros" - clique aqui). Só um poema. E já basta."

Severo Santos - 19/5/2010

"Mestre Adauto, uma vez, há bastante tempo, estava bem longe de casa, lá junto dela, aquela que o fado descreve como 'Menina da luz que meus olhos viam tão pura. Teus seios são as colinas. Varinas, pregão que me traz à porta a ternura, Lisboa, menina e moça e, amada, cidade mulher da minha vida!' (Circus 181 - 14/5/10 - "Carpinteiros e Marceneiros" - clique aqui). Até ali, mestre, nunca precisara trabalhar a sério, pois meu pai sempre me auxiliara. Mas a distância de casa e a situação do momento me fizeram perceber 'aquilo': precisava trabalhar para valer o que eu comia. Para isso, graças a Deus, encontrei a porta aberta de uma marcenaria lá no Poço do Bispo. Entrei como amigo e, mais do que o abrigo de uma casa a proteger o meu corpo, encontrei-me com a noção de ter em minhas mãos o rico poder de saber usar ferramentas tais como a plaina que se mostra em seu ambiente. De volta à Pátria Amada, dediquei-me a desenvolver esta habilidade, mas não deixei de lado uma certa inquietação com esta sincronicidade, já referida, e por isso concluí o curso de Direito. É por onde tenho a abençoada oportunidade de avaliar o quanto este marceneiro consegue pensar como jurista e, sincronicamente, anotar que o jurista consegue manter o lume da ferramenta tosca a clarear os caminhos do pensamento e do raciocínio justo e equitativo. Como poderia dizer Cleanto Farina Weidlich: 'Marceneiro formado em Direito não é Marceneiro, é 'Seu' Marceneiro!' Obrigado, Mestre Adauto, pela lição em tela!"

André Graeff Riczaneck - 21/5/2010

"Sou um monte de feridas deixado em um canto qualquer de um lugar qualquer. Quem me encontrará aqui?" (Circus 182 - 21/5/10 - "Pontos de fuga" - clique aqui)." Putz! Quanta verdade nestas palavras! Quem de nós já não se sentiu (ou se sente) assim, não é mesmo? Mais uma vez, dr. Adauto, parabéns pelo belíssimo texto! Verdadeiro, coerente, sensível e, como sempre, elegantérrimo!"

Claudia Correa - 21/5/2010

"Agradeço a citação do amigo e colega André, nosso conterrâneo aqui da vizinha Não Me Toque, berço natal da minha saudosa vó Ottilia (Circus 181 - 14/5/10 - "Carpinteiros e Marceneiros" - clique aqui). Tenho no sangue um traço de marceneiro, um antepassado (vô Oscar Weidlich), nos idos da década de 20 até 60, do século passado, andou fabricando caixas para as indústrias de Pelotas e até de Buenos Aires, vejam só que chique. Depois, tentou investir no ramo de 'pasta mecânica' e papelão, e foi uma desgraceira, perdeu tudo o que tinha conquistado com as 'marcenarias'. O que ficou disso tudo, é o meu gosto pelo cheiro da madeira serrada, pelas planchas, quinchas, eiras e beiras (em homengagem a forma lusitana), e uma forte vocação, para lidar e construir com madeiras, procurando as mais brutas e com bitolas raras. O marceneiro é um escultor, é um artífice da forma, do encaixe, dos ângulos retos e das curvas, tem que desenvolver muitas das mesmas habilidades, que o jurista, sejo o intérprete ou o solicitador, todos não podem falhar em seus misteres, sob pena da 'cadeira quebrar', ou do valor Justiça, não ser alcançado. Da próxima, querido André, convidamos o Adauto, o Francimar, e mais alguma dessas almas benfazejas, e vamos até 'trás os montes', fazer o fogo, assar o pão na praça, ou ainda, com um pouco mais de atrevimento e aplicação evangélica, pescar lampreias no Rio Tejo. No próximo mês de julho, estarei bem perto, logo ali, em Barcelona. Mas isso são outros 'plainos', encaixes e habilidades 'marchantes', nas quais, você, também, é expert. Cordiais saudações!"

Cleanto Farina Weidlich – Carazinho/RS - 21/5/2010

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