terça-feira, 20 de outubro de 2020

ISSN 1983-392X

Lei da Anistia

de 23/5/2010 a 29/5/2010

"Se Dilma for eleita, a pendenga pela extensão, ou não, do benefício da anistia aos torturadores será resolvida com uma simples canetada da presidenta."

Iracema Palombello - 25/5/2010

"Sim, se Dilma for eleita, a discussão voltará, visando a punição dos militares (e só dos baderneiros, que sequestraram embaixador, causaram confusões, torturas, justiçamentos e estão hoje no Poder, ficarão ilesos, comandando o espetáculo). Veremos Dilma querendo 'meter a colher' em uma tarefa que só cabe ao Legislativo. Se o requinte teatral idealizado por Dilma no PNDH-3, em pleno ano eleitoral, passar pelo Plenário em parte, estaremos diante de um início de uma democracia ditada: veremos Dilma cuspindo discursos carismáticos, semelhantes ao de Hugo Chávez; veremos Dilma queimar de vez a Constituição Federal numa encruzilhada; veremos Dilma favorecendo o MST na invasão das terras, passando por cima das ações de reintegração de posse, mesmo com o novo decreto que alterou o PNDH, suprimindo a Comissão de Mediação; veremos Dilma levando a frente que o aborto é um 'tema de saúde pública', sem conhecer sequer um artigo do Código Penal (parte especial), tampouco, que a vida é um direito fundamental; veremos Dilma se lançar de todos os meios para censurar a liberdade constitucional de imprensa... Olha! O brasileiro tem que acordar antes das eleições!"

Amanda de Abreu Cerqueira Carneiro - OAB/RJ 137.423 - 26/5/2010

"Não me interessa o que Dilma fará quando suceder Lula. Tanto que, já que ela vai ser eleita mesmo, vou anular meu voto."

Iracema Palombello - 27/5/2010

"Bravo! Pela observação inicial, a expressão 'se Dilma for eleita', nos faz entender que houve interesse da dra. quanto à canetada certa da Dilma, em se tratando da lei de anistia, para punir torturadores. A situação será bem pior, por esses outros fatores. O que está acontecendo, e na iminência de estourar, deveria interessar a todos, que se prendem à informações da mídia, e não se atentam à gravidade. E, apesar de ser livre-arbítrio do cidadão, anular um voto é uma manifestação de falta de cidadania, que contribui para piorar o nível dos ocupantes de cargos públicos."

Amanda de Abreu Cerqueira Carneiro - OAB/RJ 137.423 - 28/5/2010

"Não vejo cidadania em votar em alguém que não tem a menor chance de vencer. O nulo serve como forma de protesto."

Iracema Palombello - 28/5/2010

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