sábado, 24 de outubro de 2020

ISSN 1983-392X

Governo Lula

de 6/6/2010 a 12/6/2010

"Lembro-me de quem disse (não sei quem, parece-me que foi Confúcio, que espalhada uma mentira dificilmente se apaga e, em época de política, isto é venal. O migalheiro Conrado de Paulo teria de dizer o nome do médico (um médico?) que poderia arcar com as consequências, se for mentira. Já ouvi e li que o filho de Lula teria adquirido a rede Bandeirantes, que outro é dono de uma fazenda de milhares de alqueires. Eu não espalharia uma notícia assim, sem dizer o nome de quem afirmou. Por que? Porque poderia ser processado, se mentira; mas parece-me que nem sequer merecem isso, trate-se de Lula ou de outrem, pela banalidade da notícia."

Olavo Príncipe Credidio – OAB/SP 56.299 - 7/6/2010

"Em 2007, Lula fazendo o mea culpa, ao defender a CPMF e, parafraseando Raul Seixas, declarar que preferia ser considerado uma metamorfose ambulante por ter mudado de opinião quanto a esse imposto. Pouco a pouco, percebeu-se que o seu governo veio se transmutando, a ponto de chegar a ser, para alguns, um osso mais duro de roer do que aquele dos tempos dos militares."

Conrado de Paulo - 8/6/2010

"De fato, o Brasil não pode adotar a política do 'sim senhor' em relação aos USA. O que deve prevalecer é o equilíbrio e bom senso: a política do 'sim' quando necessário e do 'não' quando é preciso. Mas o Ministro Marco Aurélio Garcia insiste em defender  um protagonismo que parece refletir antes uma necessidade pessoal e ideológica de auto-afirmação do que um genuíno interesse na paz mundial. Isto leva ares de complexo de inferioridade.  É mais fácil tratar isso no divã de um bom analista do que dar apoio a um ditador sanguinário como o 'companheiro' Ahmadinejad. Vale lembrar que diplomacia não se faz com amadorismo e política partidária."

Eliana França Leme - 11/6/2010

"Só mesmo sendo competentíssimo, para conseguir provar a inconstitucionalidade da proibição da progressão de pena para os condenados por crime hediondo; tirar da prisão o pastor evangélico Oseas de Campos, condenado a 12 anos de prisão em regime fechado por ter molestado crianças de seis a oito anos; livrar vários mensaleiros da pior; prestar serviços para a construtora Camargo Corrêa; defender a dona da Daslu; e ainda ser o defensor do doutor Roger Abdelmassih. Agora, só falta mesmo defender o presidente na Justiça Eleitoral."

Conrado de Paulo - 11/6/2010

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