quinta-feira, 22 de outubro de 2020

ISSN 1983-392X

Intervenção nos hospitais do RJ

de 3/4/2005 a 9/4/2005

"A vergonhosa, arbitrária e ditatorial intervenção federal em hospitais pertencentes ao município do Rio de Janeiro, só poderia ser legalmente efetivada na vigência do Estado de Defesa (Art.º 136 § 1.º, II, da CF), porquanto se foi estribada no artigo 5.º, XXV, da CF, do mesmo diploma, incorreu em notória inconstitucionalidade, pois não se tratava de propriedade particular e não havia iminente perigo público. Portanto, o motivo da intervenção efetuada pelo "cai não cai" Humberto Costa foi um só, ou seja - Lula perguntou ao seu espelho mágico:- "espelho meu, espelho meu, há alguém que pode ofuscar a minha reeleição em 2006?" e o espelho então: - "o nome do CEZAR MAIA está crescendo muito!", pronto... foi feita a intervenção. Passados alguns dias, o companheiro mor repete a pergunta, ao que o espelho respondeu:- "o nome do GERALDO ALCKMIN lá de São Paulo, está crescendo muuuuito!!!". Foi o que bastou. O "todo poderoso Lulinha" bloqueou a verba referente ao FPE, ALEGANDO "não o dinheirinho purque nóis discubriu que ocês são fiadô da VASP e, portanto, ocês é qui deve prá nóis". Só que neste caso, a justiça (arre) funcionou rápido e a força do direito prevaleceu sobre o direito da força, voltando tudo como dantes no quartel de Abrantes. Vamos então aguardar qual será a próxima artimanha que os "donos" do poder planaltino nos reserva."

Ary Borges de Campos - 4/4/2005

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