terça-feira, 20 de outubro de 2020

ISSN 1983-392X

Migalhas de peso

de 3/4/2005 a 9/4/2005

"Senti necessidade de comentar, pois sou contra essa "demonização" dos bancos (Migalhas de peso - "O CDC e os Bancos" - clique aqui). É claro que não sou inocente de pensar que não erram, que não há venda casada, etc, porém, é inadequado generalizar alguns fatos, como fez o Dr. Antonio Pessoa Cardoso. Sou bancária e estudante de Direito da UFES. Trabalho em um banco há cerca de um ano e meio e nunca vi funcionário algum se recusar a fornecer cópia de contrato ou qualquer documento assinado pelo cliente quando solicitado. Aliás, todos os documentos relativos à abertura de conta geram impressão automática, pelo sistema, de cópia das cláusulas da conta corrente, exatamente para ser entregue ao cliente. O acesso através de porta giratória é necessário para própria segurança dos clientes (se ainda assim conseguem assaltar agências, imagine sem, tanto que vi poucos clientes reclamarem até hoje - quase todas as reclamações são de "seguranças" que insistem em entrar armados). O serviço prestado nos caixas eletrônicos, a meu ver, é muito seguro. Fica difícil entender a posição de muitos clientes, que reclamam de ter de gravar senhas de acesso, de segurança, etc, sem ver que exatamente por todo este zelo temos muitos poucos casos de fraude em caixa eletrônico - a maioria das fraudes se dá pela internet. Devo frisar, aliás, que não ocorrem por falha no sistema de segurança do banco, e sim por existência de vírus e cavalo de tróia no computador do cliente - e ainda assim, pasmem, o banco PAGA quase a totalidade dos valores fraudulentamente perdidos (na verdade, nunca vi não pagar, podendo inclusive citar casos hilários, que eu, fosse banqueira, não pagaria jamais, risos). As filas poderiam ser enormemente diminuídas se fossem mais utilizados os canais alternativos de atendimento - e acreditem, os bancos investem alto na divulgação destes canais. A única reclamação com a qual concordo é quanto a segmentação de clientes sem critérios claros (para o cliente)... Acho que poderia ser revista. Porém, temos que lembrar que bancos são empresas, que (entre outras coisas) visam lucro, e não podem gastar o mesmo espaço, tempo e funcionários com um cliente que não dá nenhum retorno (seja econômico ou institucional) como o que gastam com um cliente que é parceiro do banco, com anos de relacionamento... Enfim, não podemos ser ingênuos nem para ver os bancos como mocinhos, nem para vê-los como vilões. Há bancos e bancos, agências e agências. Pessoalmente, gosto do banco e agência onde trabalho. Há falhas, mas somos eficientes para evitá-las ou no mínimo corrigi-las... Abraços a todos!"

Danielle Claudino de Freitas - 4/4/2005

"As instituições financeiras não estão sujeitas à Lei de usura - art.5º da MP 1963-17 atual MP 2.170-36." (Migalhas de peso - "O CDC e os Bancos" - clique aqui).

Consuelo Guimarães - 4/4/2005

"Somente um adendo. Conforme nova jurisprudência do STJ, inclusive noticiada hoje no DCI, o STJ entende agora que em casos de tributos sujeitos ao lançamento por homologação, não se aplica o artigo 138 do CTN. Esse entendimento prejudica a jurisprudência que vinha sendo sedimentada por nossos tribunais regionais. O STJ pretende equiparar o contribuinte que procura o Fisco para regularizar sua situação com aquele que não se preocupa em se manter em dia. É uma pena que entendimentos como esses ainda sejam mantidos nos nossos tribunais superiores." (Migalhas de peso – "O parcelamento do débito fiscal e a denúncia espontânea" - Daniel Ribeiro Silva, escritório Machado Neto, Bolognesi, Azevedo e Falcão, Consultores e Advogadosclique aqui).

Glaucio Pellegrino Grottoli - escritório Villemor Amaral Advogados Associados - 5/4/2005

"Concordo integralmente com o texto do migalheiro Gustavo Adolfo Hasselmann ("Breves notas sobre o julgamento do STF na ADIN 3273 e correlata, impugnando a famigerada Lei do Petróleo" – clique aqui). O julgamento da Lei do Petróleo marca, mais uma vez, a história recente do STF que deixa a Constituição de lado para acomodar interesses ilegítimos que comprometem e envergonham o nosso País."

Joana Paula Batista - 6/4/2005

"Uma pena que a Professora não tenha opinado se o direito de arena integra ou não a remuneração do atleta, para todos os efeitos legais." (Migalhas de peso - "Futebol, arte e direito de arena" - Silmara Juny Chinelato - clique aqui).

Felipe L. Ezabella - 6/4/2005

"Parabéns pelo excelente artigo (Migalhas de peso - "A celeuma em torno da competência para julgar as ações por acidente de trabalho" - Carlos Eduardo Sanchez - escritório Pinhão e Koiffman Advogados - clique aqui). Pergunto ao articulista: Quando se trata de uma ação relativa ao benefício previdenciário auxílio-acidente, pago pelo INSS, qual é a justiça competente para se propor uma ação? Grato por uma resposta"

Alexandre Wilhelm - 8/4/2005

Comente

Cadastre-se para receber o informativo gratuitamente

WhatsApp Telegram