quinta-feira, 22 de outubro de 2020

ISSN 1983-392X

Marizalhas

de 25/7/2010 a 31/7/2010

"Muito bela a passagem narrada nesta marizalha última, uma lembrança aos que viveram este tempo e aos tão saudosos de uma época não vivida - meu caso - uma migalha de bons tempos (Migalhas 2.436 - 26/7/10 - "Marizalhas nº 2" - clique aqui). Mas é curioso ver como certas coisas não mudam, como o sentimento de 'todo poderoso' dos delegados de polícia."

Renato Chiappim de Almeida - estagiário do escritório Vieira Ceneviva Advogados Associados - 26/7/2010

"O Antônio Claudio foi meu contemporâneo na PUC/SP (Migalhas 2.436 - 26/7/10 - "Marizalhas nº 2" - clique aqui). Formei-me na turma Prof. Queiroz Filho, em 1966 e ele em 67 ou 68, não estou bem certo. Discutia-se muito sobre futebol nos intervalos de aulas. O Prof. José Frederico Marques, saudosa memória, era torcedor fanático do São Paulo. Seu então assistente, Hermínio Marques Porto, corinthiano ou palmeirense. Bonita esta crônica, evocando os bondes e casarões da Av. Paulista. Bons tempos que não voltam mais..."

Carlos Augusto Moreira Filho - escritório Mattos Muriel Kestener Advogados - 26/7/2010

"Dr. Mariz, Lizandro Bartholo, curiosamente casado com a Lizandra, ligado a meu pai, dr. Arthur Vieira de Moraes (turma de 1940 na São Francisco - OAB 3 mil e pouco), por laços de amizade e um parentesco distante tinha o apelido de Potrinho (Migalhas 2.436 - 26/7/10 - "Marizalhas nº 2" - clique aqui). Neste episódio ora relatado, concluímos que ele dava seus coices, mas também levava. P.S.: Seu filho, Paulo Bartholo seguiu a carreira e foi delegado."

Arthur Vieira de Moraes Neto - 27/7/2010

"Prezado Mariz, sensacional sua história (Marizalhas 2 - 26/7/10 - clique aqui). Pude me identificar com ela, apesar de ir ao Pacaembu apenas na década de 80, com meu Pai e irmão. O futebol não era motivo para matar, mas para sorrir. Abraços,"

Ivan Luís Marques - 28/7/2010

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