quarta-feira, 21 de outubro de 2020

ISSN 1983-392X

A palavra justiça

de 10/4/2005 a 16/4/2005

"Ao ler o comentário do prof. Fábio Konder Comparato (Migalhas 1.148 – 14/4/05 – "Painel Migalhas", sobre a reserva da nobre palavra justiça a somente um dos ramos do Estado brasileiro, lembrei-me do período que antecedeu a Revolução Francesa, no qual a sociedade se dividia em três Estados: o primeiro Estado era constituído pela Aristocracia, o segundo pelo Clero e o terceiro pelos outros. Naquela ocasião a nobre palavra justiça não se destinava a todos, o mesmo acontecendo na Índia, quando a sociedade se dividia em castas. No Brasil existem os cidadãos de 1ª classe, os de 2ª classe e os desclassificados. E também aqui, como no passado, a nobre palavra justiça tem aplicação seletiva. Ou alguém imagina que, não sendo senador, apresentar como garantia de empréstimo sete fazendas inexistentes fosse ficar por isso mesmo?"

Wilson Silveira - escritório Newton Silveira, Wilson Silveira e Associados - Advogados e CRUZEIRO/NEWMARC Patentes e Marcas Ltda - 15/4/2005

Comente

Cadastre-se para receber o informativo gratuitamente

WhatsApp Telegram