quarta-feira, 21 de outubro de 2020

ISSN 1983-392X

Artigo - Tortura psicológica: Síndrome da Alienação Parental

de 15/8/2010 a 21/8/2010

"Sempre que leio um assunto no qual tenho conhecimento, gosto de opinar ou cumprimentar o profissional que expôs o assunto (Migalhas 2.453 - 18/8/10 - "SAP" - clique aqui). Desde o momento em que foi criado essa tal de Alienação Parental, que não é somente aqui no Brasil, tornou-se um inferno na vida dos filhos e cônjuges. O casal em separação litigiosa, onde o ódio reina, os filhos acabam transformando-se em objetos de vingança desse casal. Repito, foi a pior solução que inventaram no meio familiar, é a mesma coisa que querer ver o circo pegar fogo. Piora enormemente quando as crianças ainda pequenas e em formação de seus sentimentos, ainda não podendo ou não sabendo escolher. Na experiência, os filhos pequenos devem sempre ficar mais tempo com a mãe, é ela quem forma a qualidade sentimental. Ao pai cabe dar estrutura a este vínculo, cumprindo o seu devido papel de homem."

Maria Amélia C. Soares - 19/8/2010

"Concordo plenamente com o comentário a colega  (Migalhas 2.453 - 18/8/10 - "SAP" - clique aqui). Os filhos acabaram virando mercadoria de troca, de vingança, de quem pode mais ou tem mais conhecimentos. Os filhos devem ficar com as mães, somente em último caso retirados das mesmas. Sempre e sempre reinará o ódio, ou a mágoa em uma separacão, e quem perde com isso são as criancas. Uma lei vem e derruba a outra. Nesse país parece que ninguém está de fato preocupado com o lado emocional as nossas crianças. Estão desorganizando e fazendo o caos. Quantas mulheres agora terão que aguentar seus maridos por conta dessa lei, e principalmente por medo de perderem seus filhos com essa 'baboseira' que criaram ? Vimos o erro cometido recentemente pelo judiciário com a menina Joana, vítima de maus tratos pelo pai, que ganhou a guarda da criança. Absurdo tudo que vem acontecendo. Tortura psicológica sim, para a criança que vive em um clima de insegurança, com medo do dia seguinte e não podendo opinar sobre sua própria sorte."

Arlete dos Santos Travasso - 20/8/2010

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