domingo, 25 de outubro de 2020

ISSN 1983-392X

Migalhas de peso

de 24/4/2005 a 30/4/2005

"Caros senhores, até por coerência ouso discordar do ilustre doutor Luís Augusto Sanzo Brodt (Migalhas de peso – "Clemência e Coerência" – clique aqui). Lula acertou quando assinou a lei do abate e errou quando pediu clemência para os dois criminosos presos e legalmente condenados a morte na Indonésia, e não me venha com a velha historia de abismo social, péssima divisão de renda; os malandros são riquinhos e sabiam o que estavam fazendo e ainda pensam em tirar proveito financeiro da situação, de maneira que caso não sejam executados o CRIME VAI COMPENSAR. Também errou, como erra o senhor se pensou estar interpretando o sentimento nacional. Cada traficante morto resulta em menos jovens mortos por overdose e uso continuo de drogas e muitos outros que não serão mortos pêlos mesmos viciados em suas loucuras. Cada traficante legalmente executado é um fator desestimulante para muitos outros pré-candidatos a traficante. Com todo respeito doutor Luís Augusto Sanzo Brodt, são utopias como o vosso artigo que tem tornado o Brasil vitima da violência generaliza. Nenhum avião foi abatido porque a simples assinatura da lei fez com o trafico aéreo fosse desestimado e havendo um abate fará com que traficantes mais audazes desistam de vez. Chega de “bom mocismos” e atitudes politicamente corretas” inconseqüente e nefastas. Os constituintes quando aprovaram o art. 5º, XLII, a não estavam pensando no Brasil, estavam era duvidando do próprio caráter (caráter deles). Aço que não vai ao fogo não pega têmpera. Quem não tem coragem de arrancar ervas daninhas, não é digno de viver em mar de rosas. ESTÁ ATIRADA A PRIMEIRA PEDRA. Abraços de"

José Roberto Amorim - 26/4/2005

"Acredito que o critério dos três anos foi escorreito, visto que a vivência jurídica muitas vezes faz a diferença quando o juiz, delegado e demais integrantes de carreiras jurídicas, necessitam tomar decisões, principalmente as mais relevantes e em foco da mídia." (Migalhas de peso – "A exigência de três anos de atividade jurídica para ingresso na magistratura e no Ministério Público e seus efeitos reflexos" - Antonio Silvany clique aqui).

Robson Barreto - 28/4/2005

"Gostaria de parabenizar o autor e tão respeitado membro do Ministério Público do Estado de São Paulo e do IBCCRIM Dr. Renato Flávio Marcão pelo brilhante artigo publicado neste respeitado site (“Lei 11.106/2005: novas modificações ao Código Penal Brasileiroclique aqui) Deixo aqui minha consideração e admiração pelo autor bem com pelo seu trabalho."

Cleber Ornelas Leal - 28/4/2005

"Interessante e coerente o artigo do Dr. Luís Augusto Sanzo Brodt (Migalhas de peso – "Clemência e Coerência" – clique aqui),  embora não concorde com ele. Sua crítica não indica soluções imediatas - e não apenas projetos ou leis que, em verdade, não são cumpridas muitas vezes por magistrados e advogados no trato profissional diário. Quase parafraseando o migalheiro eu diria que: "O tráfico de entorpecentes é prática odiosa que contraria a índole do nosso povo e o texto de nossa Constituição. A pena de morte embutida neste ilícito é instrumento cruel que afronta a consciência da Nação e do Presidente." Tenho certa predisposição à pena de morte, talvez não como medida coercitiva mas saneadora. Meliantes estupradores, traficantes e outros incursos em crimes hediondos nada acrescentam à sociedade senão despesas que poderiam estar sendo encaminhadas à formação primária e básica, de modo a evitar um futuro criminoso. Polêmica minha opinião, tenho certeza. Mas é fato que o cidadão hoje sai de casa sem a menor garantia de sua integridade - talvez por conta do excesso de clemência de nosso sistema judiciário."

José Carlos Guimarães - Niterói - 28/4/2005

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