quarta-feira, 21 de outubro de 2020

ISSN 1983-392X

Mãe

de 1/5/2005 a 7/5/2005

"Hoje é o teu dia e não estás comigo,

Ficar sem ti não  aprendi ainda,

Levou-te Deus para o Eterno Abrigo,

Deixando em nós uma saudade infinda

Em tempo amargo tu me foste ausente,

Gerando o  pranto de um filho aflito,

Mas  encantado  senti-me,  certamente,

Ao sabê-la colorindo o infinito...

Revê-la, revivendo esperanças,

Recordar contigo as relembranças

Molhadas por um pranto de alegria,

É o que   manda o meu santo calendário:

Guardar  a tua data em  santuário,

Fazer, dos dias todos, o teu dia...

À  Dona Hermantina Drummond, minha saudosa Mãe"

Olavo Drummond – do escritório Olavo Drummond - Advogados e Consultores Jurídicos - 5/5/2005

"Para todas as mães, o Soneto da MINHA mãe:

Todos sempre insistem em dizer
que sua mãe é a melhor do mundo.
Mas possuem conhecimento pouco profundo,
o que os induz a esse erro cometer.

Tendo outras mães que não a minha,
apenas cegamente podem ver.
Assim, não notam que das mães uma é rainha,
(Ela é minha!). Mas não os culpo por não saber.

Quando os ouço ao mundo falando
que suas mães são as melhores que existem,
rio baixo. Mal sabem eles que estão sonhando.

Destes, o que mais posso sentir senão dó?
Pois num mundo tão cheio de mães,
sorte quem teve, foi uma família só!"

Marina GMC Vergueiro - 6/5/2005

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