sábado, 24 de outubro de 2020

ISSN 1983-392X

Estagiários

de 15/5/2005 a 21/5/2005

"Olá amigos migalheiros, gostaria de registrar minha insatisfação frente ao sorteio da coletânea de Códigos de Direito atualizados apenas para os estagiários com carteira da Ordem dos Advogados do Brasil. Também sou estudante de Direito e estagiária, entretanto faço estágio na Procuradoria da República do Município de Ribeirão Preto (Ministério Público Federal) e acredito que também faço jus a participar do sorteio supracitado. Obrigada,"

Ana Carolina Almeida Feres - 16/5/2005

"É como migalheiro estagiário que me dirijo a esse poderoso informativo para propor uma pauta de interesse para grande parcela de seus leitores: Sugiro que Migalhas promova uma campanha junto aos escritórios de advocacia em prol do respeito aos direitos dos estagiários e paralelamente não só dê espaço, mas estimule a publicação de artigos de migalheiros ilustres sobre a importância para a própria cidadania que os seus futuros advogados, dirigentes empresariais e políticos se formem sob nova cultura de respeito profissional e cumprimento da lei. Pesquisando através do seu próprio sistema de buscas, constatei que esse assunto foi muito pouco abordado por Migalhas e reconheço que o tema não seja prioridade nem do interesse direto da imensa maioria dos seus apoiadores, os grandes e respeitados escritórios de advocacia. No entanto, quem sabe se pode adequar o interesse particular e empresarial das pessoas jurídicas públicas e privadas com os interesses de parcela significativa dos estagiários e, mais importante, futuros advogados, educadores e membros dessa imensa comunidade jurídica? Em contato pessoal com colegas estudantes de direito e através das comunidades virtuais da net tenho constatado que a imensa maioria dos escritórios de advocacia nos utilizam como mão-de-obra barata e sem a devida contrapartida. Os escritórios não respeitam os nossos horários e os nossos compromissos universitários, desvirtuam os objetivos dos estágios profissionais e nos remuneram com valores humilhantes. Também encontrei um projeto de lei que tramita na Assembléia Legislativa que revela a mesma preocupação, mas sobre o mesmo não vi nenhuma menção nesse órgão fomentador do direito. Que tal se juntássemos todas as forças disponíveis e de alguma maneira envolvidas com o tema, para aprofundar a discussão, aperfeiçoar os mecanismos legais e tornar mais proveitosa a relação estagiários e escritórios/empresas de advocacia? Atenciosamente,"

Marcelo Ristow de Oliveira - 17/5/2005

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