terça-feira, 20 de outubro de 2020

ISSN 1983-392X

MAL - Movimento dos Acima da Lei

de 15/5/2005 a 21/5/2005

"O país assiste impotente e passivamente uma marcha contra a legalidade, cujo grupo promotor bem poderia ter a sigla que encabeça o presente texto. Senão vejamos: Desprezam o Estado Democrático Brasileiro ao doutrinarem seus integrantes com pensamentos de Marx e Lênin, próceres de um regime opressor e repressor, responsável pela morte e flagelo de milhões, desde o século passado, cujo ideário é o oposto da democracia abraçada pelo Brasil (art. 1º CF); buscam mudanças fora do processo eleitoral, consagrado na Carta (art. 14); violam o direito de propriedade (art. 5º, caput e XXII) e, de quebra, violam a casa "asilo inviolável do indivíduo" (Art. 5º, XI); exibem nítido caráter de associação paramilitar, vedado pela Carta (art. 5º, XVII) viés denunciado pela simbologia da designação dada a seus agrupamentos: "brigadas"; atentam, flagrantemente contra a proibição de exploração de crianças e adolescentes, ao utilizá-los sem respeito a seus direitos assegurados pela Constituição (art. 227, caput). Sua posição acima da lei pode ser exemplificada pelas palavras de soldado da Polícia Rodoviária, referido pelo editorial do Estadão de sábado (14/5/05) que afirmou nada poder fazer contra a derrubada de uma cerca para o acampamento, já que ali, quem mandava eram eles, do movimento. Os efeitos disso, quem viver, verá."

Robinson Vieira - 17/5/2005

"Prezado Diretor: querem que nós outros nos convençamos de que para realizar a orgia dessa marcha do MST somente houve as doações da Prefeitura de Goiânia e do Governo de Goiás que somadas chegam a R$ 400 mil. Analisem a gigantesca estrutura montada: 12.500 homens, 18 dias de marcha, 400 ônibus, 100 banheiros químicos, oito caminhões-pipa, seis ambulâncias, 23 cozinhas (produzem cardápios diferenciados respeitando as preferências dos "trabalhadores"), 20 toneladas de alimentos por dia, um kit para cada sem-terra contendo mochila, caderno, produtos de higiene, água, radinho de pilha e a cartilha do movimento ou de algum teólogo da libertação. Some-se a isto tudo um trio elétrico. Quanto custou essa orgia? De onde veio o dinheiro? Quebrem-se todos os sigilos possíveis: do MST, do MLST, seus dirigentes, seus adeptos do governo federal, e simpatizantes famosos. Façam isso enquanto é tempo. Abram a CPI da marcha vermelha, de fanáticos travestidos de trabalhadores, pois sua maioria não tem nas mãos calos típicos dos que pegam diariamente na foice e na enxada, ressalvando-se que alguns poderão apresentar alguma calosidade, porém decorrente de taco de bilhar (hábito de vadio urbano). E o Sr. Stédile ainda diz que "vamos dar um pau em Palocci". Se o fizerem não será de todo mal empregado!"

Abílio Neto - 17/5/2005

"Quanto ao MST, nunca vi tanta privada (bidê) móvel em toda minha vida..."

Tathiana Lessa - 18/5/2005

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