segunda-feira, 19 de outubro de 2020

ISSN 1983-392X

Migalhas de peso

de 26/6/2005 a 2/7/2005

"Felicito o colega Ronnie Preuss Duarte pela migalha enviada (Migalhas de peso - "O Poder Judiciário Chinês" - clique aqui). Não poderia deixar de comentá-la, pois o lobby é algo tão presente quanto nefasto na sociedade contemporânea. A história que nos foi narrada pelo colega parece se encaixar perfeitamente a algumas situações cotidianas, mesmo até no Brasil. É a velha história do "peixe". Quem não tem que esteja preparado para enfrentar a força da influência dos poderosos. Enquanto isso, ficamos na torcida: que a família Buxin não invente de vir para o Brasil para fazer outra coisa senão vender castanhas!"

Gustavo Ramiro - 28/6/2005

"Se o advogado chinês falasse javanês e vivesse no Brasil, seria o presidente da OAB. 'Onde coisas assim não acontecem!'."

Cecy Fernandes de Assis - 28/6/2005

"Esse jovem advogado chinês que foi vender castanhas nas ruas de Lisboa é um gênio (Migalhas de peso - "O Poder Judiciário Chinês" - clique aqui). Trabalhar duro quase sempre ajuda, mas, o mais importante é trabalhar com inteligência, e foi o que ele fez. Ele viu as coisas nas suas sementes, e isso mostra indiscutivelmente o gênio que foi. Não importa o que ele fez, mas sem dúvida teve um desempenho excepcional, aproveitando a oportunidade que o tornou bem-sucedido."

Vicente Domingos Buonfiglio - 28/6/2005

"Cumprimento este "poderoso" informativo por trazer novamente ao debate a tormentosa questão da competência de justiça comum (estadual e federal), em artigo muito bem escrito por Antonio Pessoa Cardoso (Migalhas de peso - "Justiça Federal ou Estadual" - clique aqui). Pondero, contudo, a bem do debate, que a Constituição Federal de 1988, ao delegar competência federal à justiça estadual nas causas enumeradas em seu art. 109, § 3º, literalmente fez bondade com o chapéu alheio. Pois não há financiamento federal algum do custo que o suporte desta pesada carga traz aos Judiciários dos Estados. Não falo em remuneração aos juízes estaduais pelo exercício de competência federal delegada, o que é imoral e impensável, mas sim reparação financeira ao Judiciário do Estado membro pela utilização de sua estrutura material (servidores, computadores, etc...) em favor de feitos de competência do Judiciário da União. Como a interiorização da justiça federal não é plena, a grande maioria dos juízos estaduais tem 50% (ou mais) de sua movimentação cível ocupada por ações previdenciárias, o que traz enorme reflexo na qualidade temporal dos outros feitos que efetivamente são de competência da justiça estadual. Enfim, urge que os Estados membros comecem refletir sobre medidas contra a União em favor da percepção desta importante receita. E que os congressistas atentem para a correção desta anomalia existente no pacto federativo. Saudações a todos os migalheiros."

Fernando da Fonseca Gajardoni - Juiz de Direito TJ/SP - 28/6/2005

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