quinta-feira, 22 de outubro de 2020

ISSN 1983-392X

Terroristas

de 26/6/2005 a 2/7/2005

"Na minha humilde opinião, os guerrilheiros do Araguaia são, sim, terroristas (Migalhas 1.196 - 27/6/05 - "Caserna"). Certamente, dessa assertiva muitos colegas discordarão, porque entendem que os guerrilheiros pegaram em armas para defender seus democráticos ideais, que, no fim das contas, fariam um país melhor se fossem colocados em prática. Ocorre, porém, que esses guerrilheiros não lutavam pela Democracia, como querem fazer crer; mas guerreavam contra a ditadura militar, com o intuito de colocar uma comunista em seu lugar. Ou seja: pretendiam substituir os militares por camaradas como Stálin e Mao. E, para instalar uma ditadura comunista no Brasil, nos moldes soviéticos, os guerrilheiros não pouparam esforços: seqüestraram, roubaram, assassinaram e, demais disso, tornaram-se amigos íntimos de organizações reprováveis, como é o caso das Farc, por exemplo. Daí se infere que as colocações do Deputado Bolsonaro não são assim tão desapercebidas de sentido. E relembro: o Partido dos Trabalhadores, que hoje alberga grande parte dos guerrilheiros do Araguaia, é acusado de receber dinheiro da mencionada organização criminosa – falo das Farc, e não do próprio PT. Além disso, recordo que o PT vem distribuindo belas mesadas aos guerrilheiros, com o dinheiro público, como prêmios pelos crimes que dantes cometeram em busca do ideal marxista. E, para arrematar, questiono aos criminalistas de plantão: existe alguma excludente de culpabilidade para aqueles que assassinaram em nome do sonho comunista?"

Tiago Bana Franco - 27/6/2005

"Um humilde "modus in rebus" ao migalheiro Alexandre Slhessarenko (Migalhas 1.196 - 27/6/05 - "Painel Migalhas". Na sua migalha, que mereceu do Migalhas frissons juvenis, está faltando algo. Vamos completá-la: "Terrorista é, (TAMBÉM, TAMBÉM, TAMBÉM) quem explode bomba no Riocentro". Certo?"

Alexandre de Macedo Marques - 28/6/2005

"Terroristas são os covardes que, no dia 27 de agosto de 1980, na "Operação Cristal", enviaram carta bomba para a sede da OAB/RJ, visando atingir o presidente Eduardo Fagundes, matando estupidamente a sua secretária, D. Lyda Monteiro da Silva. "Rigoroso" inquérito, tal e qual seria o do Riocentro, nada apurou... Fraternalmente,"

Armando Rodrigues Silva do Prado - 28/6/2005

"Lembro nordestinamente ao nobre migalheiro Armando Rodrigues do Prado que terroristas também foram aqueles que explodiram uma bomba no Aeroporto dos Guararapes em Recife-PE, no dia 25/7/1966, matando o jornalista Edson Régis de Carvalho e o Almirante Nelson Passos Fernandes, atingindo ainda o guarda-civil e ex-jogador do Santa Cruz apelidado Paraíba, que teve a perna amputada, além do tenente-coronel do Exército Sylvio Ferreira da Silva, que perdeu alguns dedos. Aquele episódio desencadeou toda a repressão militar, pois convenhamos, não se pode tratar com pão-de-ló quem joga bombas, afinal não eram bombas juninas. Cordialmente,"

Abílio Neto - 28/6/2005

"Prezado Tiago Bana Franco. Parabéns pelo seu comentário. Sou um cidadão que, como milhares de outros, entende serem os ex-guerrilheiros do Araguaia, ex-terroristas. Mas no Brasil, o fato de ser ex-terrorista dá status, e direito à Indenização. E mais, direito a ser Ministro e de pertencer ao governo do PT e quiçá do PSDB. Bem de ver que ex-terrorista italiano, pertencente a um grupo das Brigadas Vermelhas, foi condenado na Itália a muitos anos de cadeia, por ter aterrorizado o povo e matado em nome de uma ideologia política. Mas sem direito a indenização à sua família. E a Itália é um País voltado para o Social, e é sério. É um País de 1º mundo e não de 5º Mundo. Os ideólogos tupiniquins e alguns ex-terroristas querem fazer do Brasil um País comunista, como foi a União Soviética e como, ainda, é Cuba e deverá ser a Venezuela.

É fogo contra fogo. Apaga-se fogo usando-se fogo. A reação do deputado Jair Bolsonaro está nos limites impostos por José Dirceu, que chamou a Ministra de companheira de armas. Ora se ele não é militar, o que nem de longe é, é um aficcionado pelo terrorismo. E se assim é, como tal deverá ser tratado."

Antônio Orlando de Almeida Prado - 29/6/2005

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