terça-feira, 20 de outubro de 2020

ISSN 1983-392X

Desarmamento

de 10/7/2005 a 16/7/2005

"No mínimo, provocará uma resposta induzida o plebiscito de 23 de outubro próximo, sobre o desarmamento, se for perguntado: "O comércio de armas de fogo e de munição deve ser proibido no Brasil?".  Nem se aventa a possibilidade de indagarem como o cidadão trabalhador (sem armas) defenderá sua família e seu patrimônio numa emergência. Para uma real avaliação do que pensamos, deveriam fazer uma outra pergunta, complementar, pertinente e sensata: "você é a favor da liberação do uso controlado de armas no ambiente doméstico, após o cidadão ter passado por curso de conhecimento e treinamento especializado?". O importante é a forma da formulação da consulta plebiscitária. Ninguém quer ser vítima. Apenas queremos ter o direito da defesa pessoal e familiar assegurados legalmente."

Iracema Palombello - 12/7/2005

"Desarme primeiro o ladrão, depois o cidadão. Violência maior não é a arma, é o mensalão." Autor desconhecido."

Antônio Neto - 12/7/2005

"Caros amigos. Eu queria mesmo era saber como pode Um Governo Desarmamentista, ir nas comemorações da queda da bastilha e ouvir AMARSELHESA. É muita Hipocrisia. Para que não fique dúvidas segue a tradução do hino.

(VERSÃO TRADUZIDA PARA O PORTUGUÊS. FONTE: Embaixada da França no Brasil). Avante, filhos da Pátria, O dia da Glória chegou. O estandarte ensangüentado da tirania Contra nós se levanta. Ouvís nos campos rugirem Esses ferozes soldados? Vêm eles até nós Degolar nossos filhos, nossas mulheres. ÀS ARMAS CIDADÕES! Formai vossos batalhões! Marchemos, marchemos! Nossa terra do sangue impuro se saciará! 2 O que deseja essa horda de escravos de traidores, de reis conjurados? Para quem (são) esses ignóbeis entraves Esses grilhões há muito tempo preparados? (bis) Franceses! Para vocês, ah! que ultraje! Que elans deve ele suscitar! Somos nós que se ousa criticar sobre voltar à antiga escravidão! 3 Que! essas multidões estrangeiras Fariam a lei em nossos lares! Que! as falanges mercenárias Arrasariam nossos fiéis guerreiros (bis) Grande Deus! por mãos acorrentadas Nossas frontes sob o jugo se curvariam E déspotas vís tornar-se-iam Mestres de nossos destinos! 4 Estremeçam, tiranos! e vocês pérfidos, Injúria de todos os partidos, Tremei! seus projetos parricidas Vão enfim receber seu preço! (bis) Somos todos soldados para combatê-los, Se nossos jovens heróis caem, A França outros produz Contra vocês, totalmente prontos para combatê-los! 5 Franceses, em guerreiros magnânimes, Levem/ carreguem ou suspendam seus tiros! Poupem essas tristes vítimas, que contra vocês se ARMAM a contragosto. (bis) Mas esses déspotas sanguinários Mas esses cúmplices de Bouillé, Todos esses tigres que, sem piedade, Rasgam o seio de suas mães!... 6 Entraremos na batalha Quando nossos antecessores não mais lá estarão. Lá encontraremos suas marcas E o traço de suas virtudes. (bis) Bem menos ciumentos de suas sepulturas Teremos o sublime orgulho De vingá-los ou de seguí-los. 7 Amor Sagrado pela Pátria Conduza, sustente nossos braços vingativos. Liberdade, querida liberdade Combata com teus defensores! Sob nossas bandeiras, que a vitória Chegue logo às tuas vozes virís! Que teus inimigos agonizantes Vejam teu triunfo e nossa glória."

Jose Roberto Amorim - 15/7/2005

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