quinta-feira, 22 de outubro de 2020

ISSN 1983-392X

Migalhas

de 17/7/2005 a 23/7/2005

"Senhores, Gostaria de registrar meu protesto contra a parcialidade política desse informativo. Votei no PT na última eleição, talvez não vote na próxima. Mas acho que o informativo Migalhas deve se dedicar às notícias jurídicas do nosso país, como era de costume, e não se prestar a trocadilhos imbecis, tipo "José Ingenoíno". Também gostaria que vocês dessem a advogados que abraçam outras correntes políticas o mesmo espaço concedido ao Ilmo. Sr. Dr. Alexandre Thiollier. Ou melhor, ignorem essas mensagens irônicas e politizadas, seja de que fonte provier. Atenciosamente,"

Gil Justen Santana - OAB/PR - 25.775 - 19/7/2005

"Li a nota do migalheiro Gil Justen Santana (OAB/PR 25775), quando reivindica que Migalhas deveria se dedicar exclusivamente às notícias jurídicas do nosso país. Devo dele discordar, primeiramente porque, sendo também advogado, recordo que todos nós somos bacharéis em ciências jurídicas e sociais, pelo que parece lícito que os advogados, e também Migalhas, se interessem por assuntos de cunho social, assim como político. Além disso, passando a política do país por essa fase jamais vista desse enorme mar de lama, seria esperar muito dos advogados que não comentassem tais fatos, que sociais são também. Quanto à reclamação do Migalheiro sobre a reivindicação do "mesmo espaço concedido ao colega Thiollier", será que Migalhas, ao publicar a nota do reclamante não fez exatamente isso? Não creio que se a nota fosse maior Migalhas o teria reduzido somente porque o reclamante votou no PT. Migalhas, no meu entender, e por certo no entender dos quantos mandam seus comentários, é um importante espaço para que os advogados se conheçam e, principalmente, conheçam a opinião dos demais, jurídicas, sociais e/ou políticas. A limitação a assuntos exclusivamente jurídicos é contemplada por inúmeras outras publicações especializadas. Finalmente, exercendo seu direito de crítica, o reclamante qualifica de imbecis certos trocadilhos que algum outro Migalheiro introduziu em algum escrito. Não sei de quem era o trocadilho mencionado, mas acho um pouco forte qualificar algum dito por um colega de imbecil. Mas, como pode ver o reclamante, mesmo a essa deselegante opinião Migalhas deu guarida, publicando-a com isenção. A isso se qualifica creio, de espaço democrático, jamais imbecil, sendo certo que, mesmo sem autorização para advogar em nome de Migalhas, nem em defesa do criador do trocadilho qualificado de imbecil, é minha opinião que Migalhas deve publicar exatamente o que lhe mandam os leitores. Até os que os leitores do PT remetem à redação. Finalmente, peço aos que produzem trocadilhos, que se esforcem por melhorar sua qualidade, evitando remeter à redação os que foram imbecis."

Wilson Silveira - CRUZEIRO/NEWMARC PROPRIEDADE INTELECTUAL - 19/7/2005

"Agradeço a publicação e a resposta da minha ex-vizinha Dalila; (Migalhas 1.206 e 1.207)achei muito simpática a boa vontade, tanto da redação quanto da Dalila. Aí vai a minha contribuição em trovas:

Creio que o Migalhas,

Atendendo expectativas,

Além das profissionais.

Dá trato certo a tais missivas

Sejam sonhos, dúvidas ou críticas,

Políticas, malas, retribuições mensais.

Faz assim um arco no que é notícia,

Com ênfase nas jurídicas e principais.

Triste é, apesar de Rui,

Ver vencer tanta iniqüidade.

Clóvis, talvez, não quisesse ser praça

De uma justiça que tarda

E, míope, quase não vê a desonestidade.

Talvez se tantas carapuças não houvessem

Se a poucos servissem e ficassem sem graça,

O perdão seria para a pátria e à felicidade

(e à minha querida ex-vizinha, saúde e paz,

É muito bom sabê-la na lide, e tão viva)."

Emanuel Padilha - advogado - 19/7/2005

"O migalheiro paranaense Gil Justen Santana não tem razão ao acusar o intrépido Migalhas de ser parcial. A melhor prova é que o seu jus sperneandi petista teve a devida acolhida. Agora, tentar cercear o direito de desancarmos a mão grande da "res pública petista", isso não! Vamos, caro Gil, mande suas migalhas de apreço e defesa do PT. Serão devidamente apreciadas."

Alexandre de Macedo Marques - 20/7/2005

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