STF

11/9/2012
Aderbal Bacchi Bergo - OAB/SP 47.093

"Em dez dias contados da data da aposentadoria de Cezar Peluso, Dillma indicou substituto, Teori Zavascki, atual Ministro do STJ. Indicou Luiz Fux decorridos sete meses, de julho de 2010 a fevereiro de 2011. Indicou Rosa Weber demorando de agosto a novembro, ou seja, em três meses. Zavascki votou contra pedido de prisão do então Governador do DF, José Roberto Arruda. Mais recentemente, Zavascki rejeitou recurso do Ministério Público contra o ex-ministro da Casa Civil, Antonio Palocci. Entretanto, seria temerário afirmar, desde logo, que se trata de um 'absolvedor'. O Palácio do Planalto divulgou que Dillma pretendeu se blindar contra pressões de membros do seu partido, que se movimentavam no meio do julgamento do mensalão, para patrocinarem um nome ligado à legenda. O que sobreleva, no caso, é a divulgação do motivo adotado por Dillma nessa indicação 'a jato'. Não nos esqueçamos de que quase sempre os lullistas usam as palavras para ocultarem seus reais objetivos ou para se defenderem quando pilhados em assaltos ao erário. 'O mensalão nunca existiu' (Lulla) é exemplo claríssimo. A preocupação tem origem na possibilidade de Zavascki assumir no Supremo antes do término do julgamento do mensalão e 'pedir vista dos autos'. Acompanhemos a 'velocidade' com que a 'base aliada' no Senado ultimará a sabatina a que deve se submeter o indicado. Na hipótese de ser a mesma imprimida por Dillma ao indicar, perturba minha mente a imagem de uma enorme pizza. Pronto! Elles alegarão nas campanhas eleitorais para Prefeitos que as acusações contra elles ainda não foram julgadas pelo Supremo. 'Tenho pensado, mas Deus permita que eu esteja errado...' Saudações,"

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