terça-feira, 20 de outubro de 2020

ISSN 1983-392X

Multa a pai - Visita a filho

de 17/5/2015 a 23/5/2015

"Por décadas apenas cobraram obrigações financeiras do pai, e acredito, amigos, que agora não é hora de mais uma vez os próprios homens apenas cobrarem do pai, e nada ser concedido de direitos em contrapartida ao pai, que primeiramente tem o direito de passar seu legado ao filho e, para tanto, o sistema não poderia continuar a ser opressivo como foi anteriormente (Migalhas 3.617 - 18/5/15 - "Pai a qualquer custo" - clique aqui). E a passagem do legado do pai apenas ocorrerá pelo contato e pelo tempo de convívio diário, além das escolhas do pai prevalecerem também na vida de seu próprio filho, durante a criação. As ações de abandono afetivo não são simples, e não se retrata abandono tão facilmente, ainda mais pagando PA e sendo permitido apenas ao pai chegar ao filho de 15 em 15 dias como provedor visitante. Senhores, querem cobrar presença diária do pai, deixe-o ser pai, e por isso a maioria da sociedade, expressa por seus representantes no Congresso Nacional, aprovaram por unanimidade. A relutância em cumprir adequadamente a lei está apenas em uma parcela arcaica, retrógada e opressiva de direitos das crianças, presente no Judiciário, porque esses não acham ser Deus, se consideram Deus, pois não respondem nem à sociedade. Já aprovamos a divisão igualitária do tempo com o filho, assim como o respeito ao pátrio poder do pai, e se querem cobrar os pais, reconheçam no pai um indivíduo capaz de amar seu próprio filho. Por favor, pais e homens, sabemos o que matérias que não tratam dos direitos do pai querem transmitir como mensagem subliminar à sociedade."

Eduardo Toledo - 17/5/2015

"A pergunta que não quer calar: Qual a punição efetiva para as mães que impedem as visitas, o convívio do pai com os filhos(as), rompe os vínculos e distancia o genitor da prole (Migalhas 3.617 - 18/5/15 - "Pai a qualquer custo" - clique aqui)? Essa balança só pende para um lado?"

George Cerqueira - 18/5/2015

"Curiosa e contraditória a decisão dessa Turma Cível do TJ/DF (Migalhas 3.617 - 18/5/15 - "Pai a qualquer custo" - clique aqui). Diria até, com o mais elevado respeito, tratar-se de decisão hipócrita, considerando os antecedentes desse tribunal com a questão do 'superior interesse do menor', que não é exemplo para nenhum tribunal brasileiro. Ocorre que o TJ/DF é, provavelmente, o tribunal que mais viola a lei da guarda compartilhada e a lei da alienação parental. No TJ/DF as Varas de Família realizam audiências de conciliação 'faz de conta', pois a guarda do menor já está previamente decidida: sempre é deferida à mulher. O mesmo ocorre nas Turmas Cíveis: faça-se o que se fizer, a guarda compartilhada será ostensivamente violada, pois sempre será entregue à mãe, em nome de cínicas e falaciosas argumentações que culminam com o 'superior interesse do menor' - exatamente o mesmo principio constitucional que originou a guarda compartilhada. A lei da alienação parental jamais é aplicada. As detentoras da guarda dos filhos sonegam informações, desaparecem com as crianças, criam toda a sorte de obstáculos para dificultar contato entre pais e filhos, sutis ou não. E o Judiciário brasiliense (com a omissão do Ministério Publico) tangencia as questões, não impondo sanções duras às alienadoras parentais. O artigo 7º, dessa lei, é inteiramente desconhecido na capital do Brasil. Antigamente matava-se 'em nome de Deus', justamente o mesmo Deus que trouxe o mandamento 'Não Matarás'. A coincidência não é mera coincidência."

Milton Córdova Júnior - 18/5/2015

"Faço coro aos argumentos já apresentados; hora de encarar o problema de frente (Migalhas 3.617 - 18/5/15 - "Pai a qualquer custo" - clique aqui). Muitos pais estão sendo punidos duplamente, pois são afastados do convívio com o filho, quando esse ainda é pequeno, e depois, condenados monetariamente a indenizar o mesmo filho, por suposto abandono. Isso já está passando dos limites, pois mesmo a tão aguardada guarda compartilhada não está resolvendo essa questão. Muitas crianças já não conhecem ou reconhecem o pai, pela falta de convívio, o que serve de desculpa para não implantação da guarda conjunta. O Judiciário precisa avaliar essa questão com urgência."

Simone R. Santos - 19/5/2015

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