segunda-feira, 26 de outubro de 2020

ISSN 1983-392X

Redução da inicial - Objetividade

de 21/6/2015 a 27/6/2015

"Que absurdo essa decisão proferida pelo nosso TJ de Santa Catarina (Migalhas 3.642 - 24/6/15 - "Direto e reto" - clique aqui). Um juiz não pode ser legislador e determinar (na ausência de dispositivo legal) que se faça uma petição em tantas páginas a fim de que a manifestação seja analisada. É dever do magistrado tal ofício. Estamos vivendo a crise do nosso judiciário se instaurando. Lamentável."

Thiago Luis Bernardes - 24/6/2015

"As petições prolixas devem ser evitadas pelo advogado, todavia, entendo que não cabe ao magistrado determinar ou delimitar a extensão da peça elaborada pelo profissional do Direito postulado pelo seu cliente (Migalhas 3.642 - 24/6/15 - "Direto e reto" - clique aqui). Tal proceder do julgador viola princípios basilares constitucionais, como da ampla defesa e do devido processo legal, como da lei estatutária da advocacia. Na questão em exame, deverá prevalecer sempre o bom senso dos participantes na condução do processo, sem radicalismo."

Augusto Moreira - 24/6/2015

"Já passei por isso no início de minha carreira (Migalhas 3.642 - 24/6/15 - "Direto e reto" - clique aqui). Ao despachar com desembargador no TJ/SP, ele muito 'solícitico' me atendeu e disse: Doutor, é muita lauda! Façamos o seguinte: Desce ali na OAB, 'minuta isto' e me traga. Certamente que lerei atentamente a súplica e mando imediatamente à conclusão."

Claudnei Evangelista - 24/6/2015

"Concordo (Migalhas 3.642 - 24/6/15 - "Direto e reto" - clique aqui)."

Simone Widmer - 25/6/2015

"Isso é uma demonstração de que esse desembargador não gosta de ler (Migalhas 3.642 - 24/6/15 - "Direto e reto" - clique aqui). Ora , se ele tem preguiça de ler uma petição de 15, 20 folhas, imaginem um livro de 300, 500 folhas. Juiz que não lê não adquire capacidade para julgar."

Aglezio de Brito - 25/6/2015

"Com a palavra a OAB (Migalhas 3.642 - 24/6/15 - "Direto e reto" - clique aqui)."

Tiago Oliveira - 27/6/2015

"De fato, atualmente não mais se admite que os advogados se alonguem desnecessariamente em suas petições, valendo-se principalmente do 'copia e cola' de artigos doutrinários e ementas de acórdão (Migalhas 3.642 - 24/6/15 - "Direto e reto" - clique aqui). Mas... e quanto aos magistrados?! Quem assiste pela TV Justiça as sessões de julgamento do STF sabe do que estou falando."

Ronaldo Tovani - 27/6/2015

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