sexta-feira, 23 de outubro de 2020

ISSN 1983-392X

Lava Jato

de 12/7/2015 a 18/7/2015

"Qual o limite para o advogado quando da defesa de seu cliente (Migalhas 3.659 - 17/7/15 - "Prerrogativa" - clique aqui)? Quando ele/ela passa de defensor a cúmplice? A OAB perdeu o foco há muito tempo desde o mensalão. Não deveria tomar partidos, mas se manter neutra. Óbvio, se houver violação das prerrogativas do advogado, deve se manifestar. No caso, simplesmente foi impedida, pois é parte de inquérito sobre fraude processual relacionado ao caso de seu cliente. Devemos aguardar o resultado da investigação, e espero que a OAB, se apurada a fraude, seja tão rápida para repudiar eventual comportamento indigno da advogada."

Nelson G. Barros - 17/7/2015

"Quer me parecer que o suposto tráfico de influência do ex-presidente Lula não teria o condão de macular os empréstimos propriamente ditos (Migalhas 3.659 - 17/7/15 - "Ação e reação" - compartilhe). Uma coisa é uma coisa e outra coisa é outra coisa. E vice-versa!"

Luis F. Crestana - 17/7/2015

"Acho que permitir que um réu presencie o depoimento de outro, está fora do que permite as prerrogativas (Migalhas 3.659 - 17/7/15 - "Prerrogativa" - clique aqui)."

Jader de Souza Santos junior - 17/7/2015

"Engraçado que Migalhas não espera o mesmo afastamento de Dilma pra se defender de tantas acusações que pululam em nome da mandatária."

Alex da Costa Mamed - 17/7/2015

"Setores da OAB têm se comportado de uma maneira não republicana (Migalhas quentes - 17/7/15 - clique aqui). Infelizmente boa parte da advocacia brasileira está contaminada pelos chamados 'carregadores de malas', onde a defesa só depende de músculos para carregar subornos e não de argumentação jurídica. Millor dizia 'A Advocacia era a sua maneira legal de burlar a lei'. Assim muitos estranham um juiz honesto, de grande capacidade e que trabalha. No fundo preferem os 'fim de linha' que pululam em tribunais superiores engavetando processos."

Teócrito Abritta - 17/7/2015

"Parece-me estranho, demasiadamente estranho o pedido para que Eduardo Cunha se afaste da presidência da Câmara (Migalhas 3.659 - 17/7/15 - "Ação e reação" - compartilhe). Pelo mesmo princípio, Dilma não o deveria ter feito há muito? Ou, por acaso, não foi a campanha dela a destinatária de parte do dinheiro desviado da Petrobras? Será que Migalhas petistou de vez?"

Tiago Bana Franco - 17/7/2015

"Olhando desta forma, a presidente também deveria se afastar, não (Migalhas 3.659 - 17/7/15 - "Ação e reação" - compartilhe)?"

Luiz Romani - 17/7/2015

"É o famoso "jus esperneandi" (Migalhas 3.659 - 17/7/15 - "Ação e reação" - compartilhe).

Moacir Hardt Godoy - 17/7/2015

"Como sou leitora diária do Migalhas e venho acompanhando algo que parecia ser uma 'crescente demonstração de 'inconformação' do próprio Migalhas e da classe jurídica' em razão da Lava Jato, dos excessos de prisões cautelares e do estardalhaço das delações premiadas, imputadas ao juiz Moro como se o problema estivesse nele e não no imenso esquema de corrupção (Calma! Ainda nada transitou em julgado! Nada está provado (Migalhas 3.656 - 14/7/15 - "Lava Jato - Operação Politeia")! Todos são inocentes até prova em contrário etc.,etc.), a nota de hoje me chamou mesmo a atenção: 1) As pessoas alvo da operação não são importantes? Por que elas não foram citadas? Se eu não tivesse lido mais cedo a Folha de São Paulo, O Globo e o Estado de SP, eu teria ficado com a mesma dúvida que tive quando li a matéria do Correio Braziliense: na casa de quem, no escritório de quem, foi a operação? Ah, do Collor. O Correio alterou a publicação inicial horas depois e incluiu os nomes das pessoas-alvo, mas a primeira matéria não mencionava nenhum nome. 2) Dessa vez os mandados foram expedidos pelo STF, nossa Corte constitucional. Será por isso que, dessa vez, não há nada que mereça mais de quatro linhas de Migalhas? Só os estardalhaços do Moro merecem? Ou politicamente não é interessante para a classe jurídica criticar quando as decisões são dos tribunais superiores? Eu, particularmente, não apostei minhas fichas na Lava Jato. A medida que ia se tornando inevitável que as investigações começassem a ser aprofundadas em relação ao núcleo político/estatal e que os processos começassem a subir em razão do foro privilegiado, eu achava mesmo que a operação ia morrer. Na verdade, eu achava, que conforme os pedidos de habeas corpus subissem, a lotação na papuda ia ser drasticamente reduzida. No fundo, eu mesma achava que o Moro vinha se excedendo. Daí eu acabo tendo que concluir o contrário: as prisões cautelares são necessárias e legais mesmo, tanto que os tribunais superiores estão mantendo praticamente todas elas. As decisões de mérito e o seu trânsito em julgado, claro, são uma pauta diferente. O que eu queria registrar aqui como leitora do Migalhas que sou e continuarei sendo, desse que eu considero o melhor rotativo jurídico deste país, é que a toda a imprensa deve ser justa com os seus leitores e deixar claros os seus posicionamentos. E aí eu pergunto: por que não citar o Collor? Ok, ele não foi o único 'alvo' da operação hoje. Mas, mesmo assim, me resta a dúvida: por que o Migalhas não citou o Collor? Desde já, agradeço pela atenção, porque eu sei que vocês não deixam seus leitores sem resposta. Quando eu reclamei das críticas ao JB, na edição havia uma notinha ('notona') em resposta."

Taisa Ruana Ribeiro - 17/7/2015

"Precisamos mobilizar o país para que estes dois 'caras'  - Recunha - sejam prontamente afastados (Migalhas 3.659 - 17/7/15 - "Ação e reação" - compartilhe)."

Genesio Sella - 17/7/2015

"A interpretação do ordenamento jurídico com senso de Justiça manifestada por este ilustre julgador há de servir de norte verdadeiro para os demais julgadores, independentemente de entrância, instância e especializadas (Migalhas quentes - 17/7/15 - clique aqui). Valeu a pena estudar Direito e ajudar a fazer Justiça."

Jair Faria - 18/7/2015

"Mui sábia foi a decisão, poderia por a perder todo o trabalho até aqui realizado (Migalhas quentes - 17/7/15 - clique aqui). Não seria mão de gato exatamente com essa finalidade? Sei lá."

Adalmilson de Souza Duarte - 18/7/2015

"Advogada que é instruída a destruir provas é cúmplice (Migalhas 3.659 - 17/7/15 - "Prerrogativa" - clique aqui)."

Paulo Jacob Sao Thiago - 18/7/2015

"Exmo. sr. dr. Sérgio Moro; V. Exa. é um fio de oxigênio, um ponto de esperança nesse infinito lamaçal de corrupção quase que unânime na política nacional (Migalhas quentes - 17/7/15 - clique aqui). Não pare, não diminua, mantenha-se firme! V. Exa. tem o apoio, a admiração e a eterna gratidão do povo brasileiro, pois todos nós sabemos quais são as figuras máximas onde culmina essa corja nojenta. Boa sorte para o senhor, para a Polícia Federal, para os promotores e toda equipe. Estamos juntos com vocês e atentos. O Brasil precisa de muitos Sérgios Moros. Parabéns à oportuna manifestação de apoio da Ajufe, Associação dos Juízes Federais do Brasil."

José Mansur - 18/7/2015

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