terça-feira, 20 de outubro de 2020

ISSN 1983-392X

Lava Jato

de 19/7/2015 a 25/7/2015

"Mais que um simples despacho de esclarecimento, na verdade se traduz em verdadeira tentativa de intimidação aos advogados (Migalhas 3.662 - 22/7/15 - "Nova ordem" - clique aqui). Este processo está tomando rumos que há muito extrapolam os limites estreitos entre o bom direito e à afronta de princípios constitucionais, e ao que parece, a metralhadora giratória do super-herói do país está apontando para advogados, o que é um perigo sem precedentes à ordem jurídica. A OAB precisa e deve tomar medidas firmes para impedir o estabelecimento do caos contra decisões dessa natureza que vai muito além de um simples despacho."

Luchione Advogados - 22/7/2015

"Eu tenho dificuldade de entender a sociedade e os operadores do Direito do Brasil (Migalhas 3.662 - 22/7/15 - "Nova ordem" - clique aqui). O juiz quer ouvir a parte sobre fatos que poderiam ensejar a prisão preventiva e estão achando ruim? Gente, não podemos esquecer que o foco da Lava Jato não é o juiz sério e comprometido com sua função constitucional que conduz o processo! São os indiciados, ou réus, que, com toda a certeza, devem ter seus direitos constitucionais garantidos, mas precisam ser punidos adequada e exemplarmente por todos os crimes que se revelam praticados. Atualmente, o caso é mais de identificação do tamanho da participação, porque, diante do tamanho da materialidade, é inegável a existência de crimes."

Daniela Pessoa - 22/7/2015

"Parece ser difícil o exercício da imparcialidade - a mim mesmo, a advogados e ao Migalhas (agora) - quando interesses importantes nos tocam (Migalhas 3.662 - 22/7/15 - "Nova ordem" - clique aqui). A frase do juiz a respeito da orienteção de advogados pode ser entendida para isentar estes. Processo e procedimento - interesses os confundem sempre."

Wesley Leal - 22/7/2015

"A situação é simples: conquanto o magistrado não possa tudo e, no presente caso, possa, quem sabe, estar subvertendo passos processuais, por outro lado há de se analisar que o sigilo profissional é inferior ao direito à verdade, especialmente quando toda a sociedade é afetada de maneira tão voluptuosa quanto pela corrupção governamental (Migalhas 3.662 - 22/7/15 - "Nova ordem" - clique aqui). Nós, advogados, somos parciais mesmo! Não se espera imparcialidade de nossa parte, ainda mais em se tratando da seara criminalista. Porém, a sociedade clama por uma limpeza étnica e o sigilo profissional me parece, nesse caso, poder ser solapado, sob pena de gerarmos mais uma geração de delinquentes. Cuidado, srs. dos milhões! Quem dá exemplo de injustiça e a sustenta com base em prerrogativas menores do que as de uma sociedade sadia, amanhã colherá os frutos podres da criminalidade sobejando ao redor de suas gaiolas de ouro. E tenho dito!"

Rafael Roldan - 22/7/2015

"Não sei se estou enganado, mas me parece ter lido ou ouvido na TV, notícia que especulava sobre a origem do dinheiro que os investigados estavam usando, para pagar seus advogados, que não são baratos (Migalhas quentes - 22/7/15 - clique aqui). Será?"

Adalmilson de Souza Duarte - 22/7/2015

"O juiz Moro trabalha como um mouro (Migalhas 3.662 - 22/7/15 - "Justiça x justiçamento" - compartilhe). Imagino o que não tem que fazer para vencer as picunhinhas e chicanas. Pobre homem!"

Alberto Baptista Sobrinho - 22/7/2015

"Não entendo o objetivo da postura crítica de Migalhas (Migalhas 3.662 - 22/7/15 - "Nova ordem" - clique aqui). O país está carente de Justiça, e o trabalho do Juiz Moro tem sido alento para brasileiros que ainda têm esperança na adequada punição de corruptos e corruptores. Talvez, acredito, os maiores responsáveis não sejam os empresários, mas os políticos. Então, por que Marcelo Odebrecht não colabora com o juiz? E Migalhas, por que critica o juiz?"

Elisa de Jesus Pedrosa Aurélio - 22/7/2015

"Qual o problema? Os juristas estão a favor do juiz, a saber: 'A ótica do juiz instrutor é diferente da imprensa contaminada de preconceitos' (Rui Barbosa)."

Mauricio Gonçalves - 22/7/2015

"Parabéns a esse informativo jurídico por se posicionar contra as posições adotadas por Eduardo Cunha e Renan Calheiros, que utilizam de seus cargos para fazerem ameaças. Falta no entanto, um posicionamento em relação as atitudes pouco republicanas do ministro Gilmar Mendes, que participa de articulações políticas incompatíveis com o cargo e que age com parcimônia ao não devolver processo já julgado contra o financiamento político de campanhas eleitorais, processo que inclusive antecipa a inconstitucionalidade da PEC que autoriza o financiamento privado para partidos políticos."

Eurico Barbosa Filho - 22/7/2015

"Nobre causídico, data venia, mas concordando com Vossa Senhoria, acontece que o povo está cansado de assistir a tantas firulas jurídicas que são utilizadas quando trata-se de apurar e julgar atos e fatos de pessoas que detém o poder de influência, seja ele qual for (Migalhas 3.662 - 22/7/15 - "Sem querer, querendo" - clique aqui). Às pessoas comuns não são aplicadas as mesmas regras de direitos constitucionais da ampla defesa e demais prerrogativas a que têm direito. Uma nação só pode ser considerada séria quando houver o necessário equilíbrio nos direitos e garantias individuais inseridos na CF."

Nelson Lombardi - 23/7/2015

"A ação das renúncias estão amparadas em lei (Migalhas quentes - 22/7/15 - clique aqui). Já as ações que os levaram (ou forçaram) a pedi-la, estas só o tempo, talvez possa explicar. Pobre Brasil!"

Ademar Gomes Cardoso - 23/7/2015

"É uma pena que 'advogados vem renunciar ao madato que lhe fora outorgado' (Migalhas quentes - 22/7/15 - clique aqui). Ou o 'cola/copia' da renúncia de apenas um causídico fez mal ao texto (o que, em regra é utilizado como desculpa para os erros cometidos), ou estamos a 'lavar a jato' a norma culta da Língua Portuguesa."

Aurelio França dos Santos - 23/7/2015

"Também sou fã de quem faz Justiça que para mim não tem nome, é Justiça! Ou seja, o poder caríssimo que é pago pelos contribuintes para julgar e penalizar quem comprovadamente cometeu algo ilícito! Só que aqui a blindagem dos envolvidos em crimes de corrupção no exercício de um cargo público, que para existir é necessário que tenha um outro lado que corrompa, é pelas atuais defesas, justificativas, privilégios e etc., impossível de ocorrer! Ou seja, para o réu tudo pode, desde mentir, calar-se, queimar arquivo, continuar corrompendo, comprando críticos, ameaçar adversários e ex-colegas, dizer que nunca antes neste país e que se trata de um golpe, enfim pode tudo, enquanto quem os julga, se comete um equívoco durante tão longo e difícil processo, troca uma vírgula, erra em uma expressão pronto o caso por se tratar de fórum privilegiado, vejam só o quanto já é absurdo, se encerra e é arquivado! É isso Migalhas que nós fãs da Justiça não queremos que aconteça! Está fácil roubar o nosso dinheiro e cada vez mais difícil punir quem os cometem! Lembrando que a Constituição de 88 foi dada a impunidade aos políticos para a livre expressão, hoje após o frankensteinismo, cometido pelas alterações da prerrogativa coloca os políticos em blindagem total! Uma vergonha onde muitos deles em todos os degraus da Republica, só estão lá para se aproveitarem disso."

Luiz Carlos Romani - 23/7/2015

"Segmentos expressivos da grande imprensa interpretam como licenciosidade a liberdade de imprensa que a Constituição garante; agem como profundos conhecedores em todas as áreas que abordam e nunca corrigem o equívoco satisfatoriamente perante a opinião pública (Migalhas 3.663 - 23/7/15 - "Conflito de competência - I" - clique aqui). Assiste incontestável razão a Migalhas, querem ver a lenha queimar até o carvão desaparecer. É o vale do vale-tudo!"

Luiz Francisco Fernandes - 23/7/2015

"Quem são os juízes da Lava Jato (Migalhas 3.654 - 24/7/15 - "Carômetro" - clique aqui)? São, por ação ou omissão, cúmplices em um imenso golpe! São os que tentam distrair o povo brasileiro enquanto se obstruí a Justiça, se negam ou se dissimulam a prestação jurisdicional. São violadores dos Direitos Civis e Humanos que tentam, através do sensacionalismo dos crimes contra a Administração Pública, esconderem os crimes da Administração Pública praticados contra os cidadãos brasileiros. Os valores desviados dos cofres públicos não representam 1/10 dos valores roubados da população nas contas de serviços públicos e privados essenciais, crimes esses consumados através de negativas ou dissimulações de prestação jurisdicionais, estelionatos e fraudes."

Jânia Paula - 24/7/2015

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