domingo, 25 de outubro de 2020

ISSN 1983-392X

Editorial - Beatriz Catta Preta

de 26/7/2015 a 1/8/2015

"Fico espantado com o silêncio da OAB (Migalhas 3.669 - 31/7/15 - "Fim da linha" - clique aqui). A OAB não vai se manifestar sobre isto? Não vai manifestar sua indignação, sua repugnância às ameaças sofridas pela advogada? Não vai se manifestar sobre a insegurança que assola nossa profissão, ao ponto da dra. Catta Preta ter que abandonar a carreira? Não vai oferecer nenhuma assistência à advogada? Não vai exigir investigação veemente da Polícia Federal? Ameaça é crime? Se até Catta Preta está sujeita a isto, sem qualquer resguardo da OAB, o que dirá a maioria dos advogados?"

Daniel Aroni Zeber - 31/7/2015

"Realmente, pra quem escreveu o texto deve ser bem fácil (Migalhas 3.669 - 31/7/15 - "Editorial" - compartilhe). Ser convocado pra depor numa CPI, ter sigilos quebrados, vida devassada pela imprensa, só porque advogou para delatores. E o pior, ter tudo isso sido feito por um presidente de poder da República! (no caso, Cunha). Se alguém acredita ser fácil, vá lá, encare!"

Marcio Alexandre Luizão Serrano - 31/7/2015

"De fato, o advogado abandonar a causa, em especial de tal envergadura, em razão de 'forças ocultas', parece mera desculpa para aposentar-se prematuramente, sem antes denegrir a profissão (Migalhas 3.669 - 31/7/15 - "Editorial" - compartilhe). Aliás, a própria profissão cuja entidade de classe, defende a 'abandonante' nos altos tribunais de Brasília para garantir sua integridade e independência. Excelente editorial. Digno de várias notas e do repasse às faculdades de Direito."

Dan Kraft - escritório Kraft Advogados Associados - 31/7/2015

"Pela primeira vez tenho que discordar do Migalhas (Migalhas 3.669 - 31/7/15 - "Editorial" - compartilhe). A decisão da advogada foi, sim, extremamente radical, porém envolve filhos, família, e sabe-se lá que tipo de ameaças ela sofreu. Não podemos nos esquecer da juíza carioca assassinada pela PM e por procuradores de Justiça também assassinados. Será que valeu a pena?"

Maria Lucia Fernandes - 31/7/2015

"Com todo o respeito às opiniões contrárias (Migalhas 3.669 - 31/7/15 - "Editorial" - compartilhe). Vejo no ato da advogada Beatriz Catta Preta um grito de socorro às autoridades constituídas neste país, que, por sua vez, escutando-o, lhe negarão apoio total. Vejo em sua atitude um ato de coragem, pois agora está só para enfrentar o mundo político demoníaco que vem arrasando o nosso país há décadas, sem medo dos gritos da Nação. Como eu disse no início, com todo o respeito às opiniões contrárias."

Virgilio Ramos Gonçalves - 31/7/2015

"Parabéns pelo editorial (Migalhas 3.669 - 31/7/15 - "Editorial" - compartilhe). Muito bom! O sentimento que me toca nesse momento de leitura, me impregna a alma de bons propósitos. Obrigado."

Luiz Francisco Brenha de Camargo Filho - 31/7/2015

"No que pese as ameaças serem sempre perpetradas na clandestinidade, envoltas no manto da traição, é oportuno lembrar as palavras de Ernest Legouvé: 'Covardia é medo consentido; coragem é medo dominado' (Migalhas 3.669 - 31/7/15 - "Fim da linha" - clique aqui)."

Jonas A. V. Júnior - 31/7/2015

"'Data maxima venia', não concordo com a posição manifestada no editorial, mesmo porque passei por uma situação semelhante no interior de São Paulo, na qual possuía uma chácara de recreio, à época de eleições para prefeito, por haver patrocinado, em nome do partido da oposição, representação ao MP contra o prefeito reeleito. Envenenaram meu cachorro e me intimidaram veladamente (Migalhas 3.669 - 31/7/15 - "Editorial" - compartilhe). Com receio de que alguém de minha família sofresse algum atentado, substabeleci o mandato a um colega de outra cidade e, tempos depois, vendi a propriedade. No caso da ilustre advogada, o risco é muito maior, já que o poder político daqueles que a ameaçam é muito mais forte e poderiam atingir a integridade não só dela, mas também dos filhos. Minha solidariedade à dra. Beatriz."

Marcos Reis - 31/7/2015

"'Advogados, sim. Heróis, mártires, não'. Compelido, como último recurso, à rebelião contra a tirania e a opressão' (Preâmbulo DUDH) (Migalhas 3.669 - 31/7/15 - "Editorial" - compartilhe). 'Quando você perceber que para produzir precisa obter a autorização de quem não produz nada, quando comprovar que o dinheiro flui para quem negocia não com bens mas com favores, quando perceber que muitos ficam ricos pelo suborno e por influência mais que pelo trabalho e que as leis não nos protegem deles, mas pelo contrário, são eles que estão protegidos de você, quando perceber que a corrupção é recompensada e a honestidade se converte em auto sacrifício; então poderá afirmar, sem temor de errar, que a sociedade está condenada' (Ayn Rand – Filósofa. Fugitiva da revolução russa, que chegou aos EUA, na metade da década de 1920.)"."

Robson de Almeida Silva - 31/7/2015

"É muito fácil criticar a advogada Beatriz (Migalhas 3.669 - 31/7/15 - "Editorial" - compartilhe). Difícil é se colocar no seu lugar e sentir a pressão dos 'malas' do meio político, capazes de tudo. Melhor citar o poeta Caetano Veloso: 'cada um sabe a dor e a delícia de ser o que é'."

Abílio Neto - 31/7/2015

"Parabéns ao Migalhas pelo Editorial (Migalhas 3.669 - 31/7/15 - "Editorial" - compartilhe). Eu aguardava por algo nesse sentido. Que bom ter o privilégio de receber diariamente o informativo."

José Roberto Rachelli - 31/7/2015

"Acompanho o Migalhas há anos, antes mesmo dos tempos (Migalhas 3.669 - 31/7/15 - "Editorial" - compartilhe). Nunca vi um texto tão incisivo, digamos assim. Com um tom tão decidido, direto, não complacente. Nunca vi nem esperava ver um escrito com esta firmeza no sempre diplomático, conciliador, compreensivo, até tolerante Migalhas. Espantei-me. Não há o que discordar, nem do conceito, nem da escolha das diretas palavras. São os tempos que estamos vivendo, que exigem essa determinação corajosa, esta coesão ética – ainda que, sendo o Migalhas quem é, e pelo que tanto o admiro – sempre haja espaço para a fragilidade forte e invencível da poesia, sempre precisa."

Oswaldo Luiz Pepe - 31/7/2015

"Lamento profundamente o conteúdo do memorial, ao subestimar as pressões que nossa colega sofreu ou está sofrendo, sendo a pior delas a de comparecer à CPI para prestar contas da origem de seus honorários (Migalhas 3.669 - 31/7/15 - "Editorial" - compartilhe). Faltou sensibilidade e respeito."

Fabio Peccicacco - 31/7/2015

"Quem defende bandido é no mínimo cúmplice (Migalhas 3.669 - 31/7/15 - "Fim da linha" - clique aqui)."

Leandro Roque de Oliveira Neto - 31/7/2015

"Já que Migalhas resolveu entrar no assunto seria interessante também saber se não entende como coação no curso do processo tal intimidação, mesmo que velada, atitude que provocaria ordem de prisão imediata para qualquer simples mortal (Migalhas 3.669 - 31/7/15 - "Editorial" - compartilhe). Não esqueça que o doleiro Alberto Youssef já declarou em juízo que vem sendo ameaçado pelo deputado Celso Pansera, na sua opinião pau-mandado do deputado Eduardo Cunha."

Dulcindo Semençato - 31/7/2015

"Muito claro o editorial (Migalhas 3.669 - 31/7/15 - "Editorial" - compartilhe). Muito estranha a atitude radical da nobre colega."

José Augusto Gonçalves Teixeira - 31/7/2015

"Meu comentário é simplesmente não concordar com o editorial, pois uma coisa é sofrer pressão, outra é ameaçar a família, sem ter um mínimo de respaldo de segurança; por isso acho que a advogada fez o certo, pois enfrentar esse parlamento cheio de pessoas comprometidas, seria muito difícil (Migalhas 3.669 - 31/7/15 - "Editorial" - compartilhe)."

Luiz Alberto Rodrigues - 31/7/2015

"Advogada criminalista (Migalhas 3.669 - 31/7/15 - "Fim da linha" - clique aqui)? De quem nunca ouvi falar nos meus 35 anos de trabalhos profissionais, como delegado de polícia, promotor de Justiça, juiz de Direito e agora, já aposentado na magistratura, como advogado? E com clientes 'abastados' desses, fazendo acordos de delação premiada a 'torto e a direito', e a OAB ainda intervém em seu favor, como se estivesse defendendo as verdadeiras prerrogativas dos advogados? E o presidente do STF aceita os argumentos em favor dessas supostas prerrogativas? Socorro!"

Ronaldo Tovani - 31/7/2015

"Afora o texto, que não diz nada com nada, afinal, há pelo menos dois dias já se tinha a notícia de que a advogada havia renunciado à causa (e cada um que faça suas conjecturas), gostei muito da reverência ao jornalista César Tralli: 'eficiente' (Migalhas 3.669 - 31/7/15 - "Fim da linha" - clique aqui). Boneco eletrônico é mais do que isso, não sejam sovinas nos adjetivos, please!"

José Henrique de Paula Ramos - 31/7/2015

"Fácil comentar aí no banquinho da redação ou seja lá onde for (Migalhas 3.669 - 31/7/15 - "Fim da linha" - clique aqui)! Vai tratar com essa corja! Se liga herói antes de perder os super-poderes!"

George Gomes - 31/7/2015

"A respeito da nota Editorial, andou mal - e muito - este rotativo (Migalhas 3.669 - 31/7/15 - "Editorial" - compartilhe). Quero crer que nenhum de seus redatores tenha sofrido qualquer ameaça à sua integridade ou de sua família para, com isso, ter legitimidade para (des)qualificar a conduta da dra. Catta Preta (a quem não conheço), como pusilânime ou ignava. Ainda que as mencionadas ameaças tenham sido, de fato, bravatas desesperadas, quem não viveu essa situação na própria pele não tem condições morais de comentar, muito menos adjetivar. Me permito, a propósito, relembrar a infelicidade de estarmos em um país em que não apenas advogados, mas juízes (Patrícia Acioli, Alexandre Castro Filho), prefeitos (Celso Daniel, Antonio Costa Santos), promotores (Thiago Faria) e seus familiares já foram assassinados pelos mais variados motivos. E se ainda há alguém aqui que acredite que os tubarões de colarinho branco que se apossaram de Executivo e Legislativo país afora não são capazes de tais medidas, é por não saber a diferença entre o pusilânime e o estulto."

Pedro Afonso Avvad - 31/7/2015

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