terça-feira, 20 de outubro de 2020

ISSN 1983-392X

Propaganda - Bombril

de 9/8/2015 a 15/8/2015

"Engraçado, existem propagandas que expõem totalmente a figura feminina, como por exemplo, propaganda de cerveja, onde exploram a mulher como se fosse um pedaço de carne exposto e óbvio torna-se excelente para o macho (Migalhas 3.679 - 14/8/15 - "Sexo frágil" - clique aqui). E aí? onde estão as manifestações? Isso é bem coisa de homem que não tem o que fazer mesmo."

Cibele Roinca - 14/8/2015

"Não acredito que o Conar gastará muita tinta, papel e tempo apreciando tamanha bobagem (Migalhas 3.679 - 14/8/15 - "Sexo frágil" - clique aqui). O que falta aos tais incomodados é um mínimo de senso de humor diante da, sem trocadilho, brilhante propaganda, em contrapartida sobrando em impotente machismo. (também sem trocadilho)."

Luiz Francisco Fernandes - 14/8/2015

"Tirando a questão da falta do que fazer de certos homens que ficaram ofendidos, gostaria que tivessem outro olhar para o comercial e vissem que, na realidade, o execrável comercial tem a finalidade sim de afirmar que 'somente quem faz esse serviço bem é a mulher' (Migalhas 3.679 - 14/8/15 - "Sexo frágil" - clique aqui). Talvez depois de chegar da labuta fora de casa, olhar as crianças, lavar as roupas, blá blá blá, eita comercial mais subliminar!"

Carmen Rita Alcaraz Orta Dieguez - 14/8/2015

"É difícil acreditar que, em pleno século XXI e com tantos problemas pelos quais passa o Brasil, haja homens capazes de se sentirem ofendidos com a propaganda (Migalhas 3.679 - 14/8/15 - "Sexo frágil" - clique aqui). Além de inteligente e bem humorada, a propaganda, ao menos para mim, não é nem um pouco ofensiva."

Douglacir Antonio Evaristo Sant´Ana - 14/8/2015

"O mais estranho é que, para mim, a propaganda não soa 'feminista' por debochar dos homens, mas sim machista (Migalhas 3.679 - 14/8/15 - "Sexo frágil" - clique aqui). Machista porque, assim como acontece com outras propagandas de produtos de limpeza, é voltada exclusivamente para o público feminino, apesar de ter sido elaborada em pleno século XXI e em um país no qual a maior parte das mulheres trabalha fora e exerce cargos décadas atrás concedidos apenas a homens. Ora, se vivemos essa realidade, atualmente, em nosso país, por que, então, os anúncios de produtos de limpeza são sempre voltados exclusivamente ao público feminino? Esse tipo de atitude dos fornecedores desses produtos e das agências publicitárias que formulam seus anúncios apenas fazem reforçar o absurdo de que os homens não são responsáveis pela colaboração nas tarefas domésticas, fazendo com que as mulheres, extenuadas, tenham que se desdobrar para darem conta de dupla jornada de trabalho - uma fora e outra dentro de casa. Reforça-se, outrossim, na propaganda, a ideia de que a mulher deve ficar relegada invariavelmente às tarefas domésticas - e que devem ficar felizes em permanecerem nesse papel - ao mostrar mulheres 'vangloriando-se' de entenderem de limpeza e de os homens nada saberem a respeito disso. Em outras palavras: a propaganda acaba apenas reforçando o machismo ainda existente na sociedade que proclama que o lugar de mulher é em casa, na cozinha ou no tanque, e que deve ficar feliz ocupando-se exclusivamente das tarefas domésticas."

Sandra Nascimento - 14/8/2015

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