quinta-feira, 22 de outubro de 2020

ISSN 1983-392X

Eleições 2006

de 2/7/2006 a 8/7/2006

"Considerando que LuLLa e seus asseclas haviam negado os reajustes pedidos pelo funcionalismo anteriormente, 'só concedendo então, a fábula de 1% (um) por cento!' Fica difícil de acreditar agora, a menos de seis meses das eleições, que esses generosos aumentos no vencimentos dos funcionários públicos não sejam de caráter eleitoreiro... (Migalhas 1.444 – 30/6/06 – "Dito pelo não dito..." – clique aqui). Vá contar outra, seu LuLLa, a propósito, 'cês' sabem qual é a semelhança entre LuLLa e o Jamanta? É que ambos não sabem de nada, ambos não viram nada e ambos não ouviram nada!"

Spartaco Massa - 3/7/2006

"Um dos fatos que gostaria de que os debatedores dessem a sua opinião é sobre o que classifico como o 'Crime do Banner'. Esse dispositivo está sendo usado por Lula e seus partidários detentores do Poder para fazer uma campanha eleitoral velada na escandalosa de sua administração. O banner do governo federal, que na verdade é o banner do Lula, está presente em todas as mensagens impressas e televisadas de todos os órgãos do governo. Consta também nos milhares de outdoors espalhados pelo país onde citam o malfadado 'Fome Zero', investimentos que se diz ter o governo feito nas recuperação de estradas, na bolsa isso, bolsa aquilo. Tudo acontecendo num momento quando Lula já se lançou candidato. Não seria esse um crime passível de alguma punição?"

Gilberto Lemes - Bel. em Direito - 3/7/2006

"Com relação à Migalha 'Regra eleitoral', creio que seria interessante frisar que não deveríamos falar em 'propaganda oficial', mas sim em 'publicidade oficial' (Migalhas 1.445 – 3/7/06). Estes termos, apesar de serem utilizados como sinônimos, possuem uma distinção que, sob o enfoque político, traz um sensível resultado. Isso porque, por propaganda, deve-se entender a divulgação de uma idéia de cunho ideológico, uma crença, convicção política. Já na publicidade este caráter ideológico não se faz necessário, ou seja, a publicidade consiste em tornar algo público, divulgar. Talvez daí a razão pela qual o artigo 37, §1º, da Constituição Federal fala que a publicidade da Administração Pública deverá ter caráter 'educativo, informativo ou de orientação social', não sendo possível confundir nenhum destes itens com pregações ideológicas de um certo governo ou governante, dai porque seria melhor o emprego do termo 'publicidade oficial', e não 'propaganda oficial'."

Rafael Galvão Silveira - 4/7/2006

"Tendo em vista os partidos políticos que temos no país, acho que o certo é 'propaganda' oficial mesmo..."

Daniel Silva - 6/7/2006

"'O exagero' (Migalhas 1.448 – 6/7/06 – "Migas – 6" – clique aqui). A notícia de R$ 174 milhões estimados para a campanha política à presidência de 2006, revelada pelo TSE: flagra o ‘grosseiro potencial’ dos dois candidatos mais cotados para a presidência deste país! Lembrando-se que graças ao princípio da publicidade dos atos do poder público em geral, constitucionalmente assegurado, pode-se ter noção do 'porquê' da situação social na qual se encontra o país. É o pleno descaso, a escancarada desvirtuação, ou a má administração dos esforços e empreendimentos financeiros relativos aos programas sociais, 'desde a campanha política', que possibilita a conclusão do tipo de administração do país, e que está por vir!"

Adriana Bonk - 7/7/2006

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