terça-feira, 20 de outubro de 2020

ISSN 1983-392X

Advocacia estampada

de 26/11/2017 a 2/12/2017

"Então... CC, Art. 20. 'Salvo se autorizadas, ou se necessárias à administração da Justiça ou à manutenção da ordem pública, a divulgação de escritos, a transmissão da palavra, ou a publicação, a exposição ou a utilização da imagem de uma pessoa poderão ser proibidas, a seu requerimento e sem prejuízo da indenização que couber, se lhe atingirem a honra, a boa fama ou a respeitabilidade, ou se se destinarem a fins comerciais' (Migalhas 4.242 - 27/11/17 - "Advocacia estampada" - clique aqui)."

Eduardo Senna - 27/11/2017

"Corretíssima o posicionamento da classe dos advogados (Migalhas 4.242 - 27/11/17 - "Advocacia estampada - II" - clique aqui). Sugiro pedir publicação na revista do nosso repúdio, apesar de achar que o colega que permitiu a publicação daquela foto não entendeu ainda a posição do verdadeiro advogado perante a sociedade."

Eduardo Gouvea Mendonça - 27/11/2017

"E o mesmo Conselho Federal da OAB que elaborou o açodado abaixo-assinado em apoio ao impeachment da presidenta Dilma Rousseff, manifestar-se-á agora contra inverdades publicadas por Veja contra advogados que atuam na seara criminal (Migalhas 4.242 - 27/11/17 - "Advocacia estampada" - clique aqui)?"

Luiz Francisco Fernandes - 27/11/2017

"No meu entender todo e qualquer pagamento a advogados deveria ser obrigatório vir de fonte lícita (transferência bancária, cheque, cartão, etc.) emitido sempre pelo cliente do advogado (Migalhas 4.242 - 27/11/17 - "Advocacia estampada" - clique aqui). É absurdo advogados serem pagos através de fontes ilícitas."

Carlos Silva - 27/11/2017

"Não há nada de estranho na matéria, o que está errado é ficar rico com dinheiro sem origem, dinheiro sujo (Migalhas 4.242 - 27/11/17 - "Advocacia estampada" - clique aqui)."

Kele Cristiane Braga Campos Bueno - 27/11/2017

"Vamos também fazer a maior campanha contra esta revista tendenciosa da classe dos ricos e dos mais poderosos (Migalhas 4.242 - 27/11/17 - "Advocacia estampada" - clique aqui). Não veja a Veja. É um lixo só!"

Essio de Moraes - 27/11/2017

"Não entendo esse repúdio (Migalhas 4.242 - 27/11/17 - "Advocacia estampada - II" - clique aqui). São advogados que causam admiração (quiçá inveja) a todos os profissionais do Direito. Ganham muito porque são profissionais de talento e a boa fama não cai do céu, é fruto de muito trabalho. Defender corruptos de alto coturno exige maestria, que só os mais abalizados possuem, por isso penso que tais causídicos tem mais é que se orgulhar do trabalho que fazem e da justa (e excelente) contraprestação financeira que recebem."

José Fernando Minhoto - 27/11/2017

"Tolas todas as justificativas e explicações (Migalhas 4.242 - 27/11/17 - "Advocacia estampada" - clique aqui)! Realmente os advogados criminalistas são, sim, muito bem remunerados e a quem eles defendem se pode atribuir melhor capacidade de pagamento de honorários, evidentemente. Por que reagiram? Chega a ser hilário!"

Elisa de Jesus Pedrosa Aurélio - 27/11/2017

"Por que será que esses réus famosos e muito ricos não se valem de advogados dativos (Migalhas 4.242 - 27/11/17 - "Advocacia estampada" - clique aqui)? Os advogados que os defendem em troca de honorários vultosos aceitariam defendê-los sem nada receberem, como se dativos fossem?"

Elisa de Jesus Pedrosa Aurélio - 27/11/2017

"Quanto ao noticiário da Veja, igualmente, nos sentimos incomodados, pois, é motivo de orgulho para cada um dos advogados ver o sucesso da classe, ver a realização profissional da categoria. (Migalhas 4.242 - 27/11/17 - "Advocacia estampada" - clique aqui) Seria interessante, mesmo, saber quanto recebem os diretores/proprietários do Grupo Abril, quanto ganham em nível de lucros distribuídos além das outras vantagens pessoais, e, porque não, também quais são os seus patrimônios, etc., etc. A função social da empresa, na minha ótica, é a de ter lucro (respeitando, é óbvio, as leis ambientais, trabalhistas, tributárias, e, as demandas sociais). Da mesma forma, o advogado, seja pessoa física, seja jurídica, almeja um resultado econômico e financeiro, e, quando o alcança, deve ser elogiado, e, não condenado! A Veja se apequenou! 'Delenda Veja'."

Brasil PP Salomão - escritório Brasil Salomão e Matthes Advocacia - 27/11/2017

"Estão surpresos com a reportagem de Veja (Migalhas 4.242 - 27/11/17 - "Advocacia estampada" - clique aqui)? Nossa que inocência! Esse é o resultado que o MP e as associações de juízes plantaram e a OAB e outras entidades de classe se mantiveram ausentes, omissas mesmo. Agora é tarde!"

João Bortolin - 27/11/2017

"Tudo isto é verdade, mas resta a gravação do Aécio Neves pedindo dois milhões para pagar o advogado (Migalhas 4.242 - 27/11/17 - "Advocacia estampada" - clique aqui). Resta, ainda, uma entrevista antiga com um criminalista americano que dizia que só cobrava os honorários pessoais, porque quem cobra honorários exagerados está prometendo ou insinuando que vai dividir com alguma autoridade."

Eduardo W. de V. Barros - 28/11/2017

"Não vejo porque a Veja tenha que dar respostas a essas manifestações (Migalhas 4.242 - 27/11/17 - "Advocacia estampada" - clique aqui). O que a revista escreveu e publicou já é do pleno conhecimento dos seus leitores. Todos sabemos que as importâncias recebidas dos famosos presos ou indiciados, incluindo os políticos, são estratosféricas. Que abram suas contas bancárias para provarem o contrário."

Henrique Tadeu de Barros - 28/11/2017

"Como advogado, fico me perguntando: a entrevista não teria sido gravada (Migalhas 4.242 - 27/11/17 - "Advocacia estampada" - clique aqui)? A pose do i. advogado fumando seu charuto cubano, se o expôs, não sabia que isso fatalmente iria acontecer? É o preço do holofote!"

Antonio Franco da Rocha - 28/11/2017

"Como jogador de futebol (Migalhas 4.242 - 27/11/17 - "Advocacia estampada" - clique aqui). Existem os magnatas com grandes escritórios e clientes riquíssimos que podem pagar honorários astronômicos. Mas a grande massa é de militantes que batalham por causas que nem sempre retribuem o serviço e alguns meses nada aparece no escritório para salvar o pescoço."

Sérgio Torquato - 28/11/2017

"Acho um espanto a 'indiguinação' dos colegas que se expressaram, bem ou toscamente, sob o fato da Veja ter publicado matéria sobre os inqualificáveis dos, assim chamados, 'honorários' dos criminalistas. Lamentável não é a matéria mas o 'mise en scène' do fumador de charuto, as festas ostentosas matrimoniais e celebrações de aniversário na Europa. E tantas manifestações de esbanjamento próprias de dinheiro mal ganho e de perda de senso de realidade. A defesa proporcionada por esses patronos pouco tem de técnica para merecer tais montantes. Na verdade destacam-se por uma capacidade, não de exercício do Direito em sua expressão grandiosa, mas de rabulice, chicanice e malandragem jurídica fantásticas. Só posso concluir que clientes e advogados se equivalem. E estes esfolando os sacripantas, apropriando-se de parte do produto do malfeito."

Alexandre de Macedo Marques - 28/11/2017

"O que é isso? Os doutores estão censurando a matéria informativa da Veja? Há tempo que existe uma nova categoria social entre os criminalistas: advogado-ostentação. Será que enriquecem defendendo clientes do tipo criminoso-barnabé ou pé-rapado? Que nada, assumir a defesa de qualquer cliente de colarinho alvo de tanto ser lavado com Omo, mas afogado até o pescoço na lama da Lava Jato é sempre recompensador."

Abílio Neto - 29/11/2017

"Aprendi esta lição
Mesmo meio analfabeto:
A liberdade de imprensa
É algo de mais sagrado,
Por isso o velho ditado
De que é grande a diferença
Entre o aplaudir e criticar,
E nunca há de acabar
Essa lição mais sotreta:
Cada leitão em sua teta
É a maneira de mamar!"

Mano Meira - 30/11/2017

"Em contraponto aos argumentos dos advogados, prefiro as palavras do historiador Marco Antônio Villa: 'Será que os defensores não fazem questionamento ético sobre o que recebem? Não existe a questão ética? A presunção da inocência, no Brasil, virou sinônimo de impunidade penal. O maior advogado brasileiro, Sobral Pinto, certamente não defenderia nenhum da Lava Jato. Triste Brasil'."

Maria Lucia Fernandes - 1/12/2017

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