quinta-feira, 22 de outubro de 2020

ISSN 1983-392X

Planos econômicos

de 26/11/2017 a 2/12/2017

"Acordos entre bancos e entidades não podem prevalecer sobre o direito e a vontade dos poupadores (Migalhas 4.243 - 28/11/17 - "Planos econômicos - Acordo - Será?" - clique aqui). Depois de anos de suspensão dos processos e anunciado um acordo, em que termos? Os processos já ajuizados têm sentenças de mérito condenando os pagos a pagar as correções expurgadas, acrescidos de juros de mora de um por cento ao mês, honorários de sucumbência em favor dos patronos. Quem pagará os honorários aos seus patronos? Receber parcelado em até 36 meses? Será mais um golpe do governo e bancos estatais, pois se o Judiciário julgasse o mérito, os poupadores executariam, receberiam a vista, acrescidos dos juros remuneratórios mais juros de mora, repassariam os honorários contratados a vista, e os bancos pagariam também a vista os honorários de sucumbência. Não sou favorável a esse acordo, caso o direito dos meus clientes seja reduzido, parcelado, e ainda terão que suportarem os honorários contratados e de sucumbência. Antes de aceitarem, recomendo mandar calcular o quanto teriam a receber através do processo judicial. Ninguém e obrigado a renunciar!"

Rosicler Regina Antunes - 28/11/2017

"Os poupadores que não puderam, até por falta de dinheiro para custear as despesas; porque eram filhos, as vezes muito jovens e desconheciam o assunto, etc., deveriam ter o direito (ser incluído) de, provando ter tido poupança, receber as correções. O que acham?"

Valdomiro Albini Burigo - 1/12/2017

"E o acordo planos econômicos foi fechado. Nós advogados, como ficamos? Sucumbência. Quem pagará? Mais uma vez pelo andar da carruagem ficaremos a ver navios. Onde está a OAB que não exigiu participação nas negociações?"

Elisabeth Orlandi - 2/12/2017

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