terça-feira, 20 de outubro de 2020

ISSN 1983-392X

XXIII Conferência Nacional da Advocacia Brasileira

de 26/11/2017 a 2/12/2017

"Fico imaginando o teor dos debates: falar dos 'abusos' da Lava Jato e do juiz Sérgio Moro; dos 'desmandos dos magistrados' (todo causídico sempre tem um 'casinho' pra contar aos colegas em que, via de regra, ele sempre se sai bem); o desrespeito às sacrossantas prerrogativas dos advogados e por aí vai (Migalhas 4.242 - 27/11/17 - "Encontro da advocacia" - clique aqui). São os arautos do Estado de Direito e das garantias constitucionais, porém nenhuma lei, direito, garantia ou prerrogativa (chame-se como quiser) existe ou prevalece sem um juiz que a faça valer. Por isso é que Francis Bacon já asseverava: 'A lei é a garantia do cidadão, o juiz é a garantia da lei'."

José Fernando Minhoto - 27/11/2017

"Essa decisão está sendo exaustivamente abordada nos painéis da XXIII Conferência Nacional da Advocacia Brasileira (Migalhas 4.242 - 27/11/17 - "Processo" - clique aqui). Obrigada pelo compartilhamento."

Luciana Lopes da Silva - 28/11/2017

"A XXIII Conferência Nacional da Advocacia Brasileira está simplesmente maravilhosa (Migalhas quentes - 28/11/17 - clique aqui). Muito obrigada Migalhas pelo patrocínio."

Marcia Francisco de Andrade - 28/11/2017

"Pretensioso (Migalhas 4.243 - 28/11/17 - "Migalhas na Conferência" - clique aqui)? Só que o sistema de 'escolha' dos ministros teria que ser totalmente diferente do que é hoje. Ele com certeza não passaria nem perto do STF/Judiciário."

Jorge Luiz Coimbra Favacho - 28/11/2017

"Não ouvi a entrevista, mas o tema é oportuno (Migalhas 4.243 - 28/11/17 - "Migalhas na Conferência" - clique aqui). Já vivemos o tempo do cabo da guarda, do general de brigada e agora o mais absurdo de todos, o arbítrio do juiz togado (e sonso), com o que o prezado ministro não tem nada a ver, diga-se de passagem. A Justiça precisa se livrar desses equívocos."

Eduardo W. de V. Barros - 29/11/2017

"Com o perdão do insigne ministro e professor pelo meu atrevimento, como juiz ouso discordar e o faço ancorado na advertência do não menos brilhante professor Dalmo de Abreu Dallari, em sua clássica obra 'O Poder dos Juízes' (Saraiva): 'Um juiz não pode ser escravo de ninguém nem de nada, nem mesmo da lei' (Migalhas 4.246 - 1/12/17 - "Migalhas na Conferência" - clique aqui)."

José Fernando Minhoto - 1/12/2017

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