sábado, 24 de outubro de 2020

ISSN 1983-392X

Planos econômicos

de 10/12/2017 a 16/12/2017

"É impressionante como essa AGU, cuja 'chefa' é (era) filiada ao PSDB, vem prestando um desserviço ao povo brasileiro e ajudando o governo ilegítimo e entreguista do Michel Temer (Migalhas 4.253 - 12/12/17 - "Planos econômicos - Acordo" - clique aqui). Quem tem ação em grau de recurso é brutalmente desvantajoso fazer acordo nesta altura do campeonato (ação), pois irá receber uma mixaria, após vários anos de enriquecimento ilícito dos banqueiros! Srs. banqueiros não dá nada a ninguém, se eles querem fazer acordo, por óbvio, é porque vão ter que pagar bem menos pela locupletação indevida que tiraram dos poupadores durante anos. Agora, a tristeza é constatar que as nossas instituições jurídicas, neste particular, não estão 'defendendo o consumidor', tampouco ajudando-o a fazer um bom acordo, pois da forma que os bancos (viram que seriam derrotados judicialmente) pretendem fazer, é, infinitamente melhor para os banqueiros! Ora, é clarividente que a correção monetária e os juros legais aplicados às ações ajuizadas são, de longe, superiores aos aplicados nesse 'acordo leonino' e inexoravelmente favorável aos banqueiros! Repugnante! Escárnio! Triste é o país em que quase todas as instituições não estão ao lado nem defendem o povo brasileiro!"

Joseval Rodrigues Moreira - 12/12/2017

"Esta advogada também deve achar bom que seus clientes lhe obriguem a reclamar os honorários dela na justicinha brasilina e após anos, cançada e incrédula, entenda que seja bom receber seus direitos com deságio quando, em razão da demora, deveria ter acréscimos legais (Migalhas quentes - 12/12/17 - clique aqui)."

Milton Oliveira - 12/12/2017

"Não está claro para mim como ficam os juros de mora (Migalhas 4.254 - 13/12/17 - "Acordo – Planos econômicos – Bancos" - clique aqui). O acordo contemplará somente a atualização monetária dos saldos conforme cada plano? E quem move ações há anos e conta com os juros de mora na expectativa da liquidação? Se estou certo, fica assim então: os STF homologará o acordo a toque de caixa, a tempo de os bancos reverterem a provisão contabilizada dentro do exercício 2017, que será deduzida drastricamente não só com o desagiozinho combinado, mas essencialmente pelos juros de mora (ônus processual). Assim, como provisão é resultado, aguardo como virão os lucros (contábeis, veja bem) dos bancos. E os poupadores e advogados que igualmente fazem contas a cada mês que 1% aumenta a conta, terão que se virar com um deságio real de elevada monta, acima dos 70%."

André Abrão - 13/12/2017

"Não é bom não, doutora, é mais uma vergonhosa trapalhada da Justiça brasileira ajudando os bancos que se locupletaram na época e estão enriquecendo ilicitamente, mais uma vez, agora (Migalhas quentes - 12/12/17 - clique aqui). Que alguém, em algum momento, faça uma crônica dessa vergonhosa trapalhada, nutrida no egrégio na malandragem dos julgamentos repetitivos, que, apesar da jurisprudência iterativa a favor dos poupadores, seguraram as causas até que a maioria das vítimas morressem sem ver a recomposição do seu capital."

Eduardo W. de V. Barros - 13/12/2017

"Só nos resta que o STF não homologue o 'acordo' leonino da Febraban face ao esbulho sofrido pelos poupadores. E os advogados das Associações de Poupadores? Ficaram fascinados pela prenda ofrerecida pela Febraban ao incluir no acordo o pagamento de honorários como se houvessem ganho a causa? Evidente que o 'bocado' foi garfado da parte dos poupadores. E a OAB?"

Alexandre de Macedo Marques - 13/12/2017

"Linda a atitude da OAB, já pensaram que a maioria dos poupadores eram pessoas pobres de pouca instrução, igual ao meu pai por exemplo, que aceitava tudo que os governos impunham, essa grande maioria que por sua ignorância não tiveram oportunidade de entrar na Justiça, justamente eles, ficarão de fora (Migalhas 4.254 - 13/12/17 - "Acordo – Planos econômicos – Bancos" - clique aqui). Mais uma vez, parabéns para a OAB. Por favor façam Justiça à aqueles que necessitam. Vergonha OAB."

Haroldo Pinheiro Filho - 14/12/2017

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