segunda-feira, 26 de outubro de 2020

ISSN 1983-392X

Convite de formatura

de 10/12/2017 a 16/12/2017

"Quanto mimimi (Migalhas 4.256 - 15/12/17 - Seja feliz! - clique aqui)."

Luciene Vaz - 15/12/2017

"Fico triste quando alguém equivocado em suas escolhas ofende e denigre uma das mais bonitas profissões (Migalhas 4.256 - 15/12/17 - Seja feliz! - clique aqui). Desde minha formatura em 2004 (que não pude participar por ter fraturado a coluna) sonho o dia de iniciar minha profissão, agora após dois exames de Ordem e já com minha carteira espero não cruzar o caminho com tão triste figura e desejo a ele que encontre seu caminho onde quer que ele esteja, longe da advocacia."

Gilberto Reinor - 15/12/2017

"Realmente foi inusitado mas infeliz em seu convite (Migalhas 4.256 - 15/12/17 - Seja feliz! - clique aqui)! Estou em fase final do curso de Direito. Nós sentimos em partes como ansioso para concluir logo."

Fernando Nascimento - 15/12/2017

"Li a migalha de hoje sob o título 'Seja Feliz' e acho que o presidente da OAB/PE não foi muito feliz no conselho para não seguir a advocacia, que deu ao infeliz bacharel (Migalhas 4.256 - 15/12/17 - clique aqui). Pelo texto do referido bacharel a irritação dele não era com o curso de Direito, mas com o trabalho. Entusiasmado, de início, com o novo ambiente e novas amizades, logo viu que teria que usar os neurônios para resolver assuntos acumulados (por ele), trabalhos, provas e tudo o mais que acontece em uma faculdade, de Direito, Medicina, Engenharia, ou qualquer outra. Viu que teria que trabalhar para formar-se e que isto lhe atrapalhava 'a vida social', a única coisa realmente importante para ele. Por isto eu lhe daria um conselho diferente: aproveite a vida e não siga profissão alguma pois, apesar de ainda ser contravenção penal, hoje em dia ninguém mais é condenado por vadiagem."

Zanon de Paula Barros - escritório Leite, Tosto e Barros - Advogados Associados - 15/12/2017

"Quanto precisão e exatidão ao definir o curso de Direito (Migalhas 4.256 - 15/12/17 - Seja feliz! - clique aqui)! São palavras que poderiam ter saído da boca de qualquer advogado! Parabéns ao jovem pela coragem! Temos que acabar com essa ideia de que advocacia é vocação! Nada na vida é!"

Jonas de Caldana e Lavra - 15/12/2017

"Lamentável o pensamento do colega (Migalhas 4.256 - 15/12/17 - Seja feliz! - clique aqui). Ele persistiu no caminho errado, quando deveria ter abandonado o curso, e tentado algo do seu gosto, se é que uma pessoa assim possui inclinação para alguma profissão séria."

Aparecido Alves Ferreira - 15/12/2017

"Lamentável que ainda na nossa classe de sérios advogados se infiltre um elemento deste naipe (Migalhas 4.256 - 15/12/17 - Seja feliz! - clique aqui). Com quase 50 anos de advocacia e alguns de intrometido na área como curioso me sinto feliz e repeteria tudo de novo. Sou feliz por ser advogado."

Saul Anusiewicz - 15/12/2017

"Tenho pena desse formando, tão novo e já com inimigos (Migalhas 4.256 - 15/12/17 - Seja feliz! - clique aqui). Acho que ele não seria feliz cursando qualquer curso que fosse. Falta-lhe humildade. Sem paciência com provas, colegas, professores. Antes de mais nada, ele precisa se cuidar para encontrar a profissão que lhe faça feliz, se for o caso."

Lúcia Alecrim - 15/12/2017

"Como diz Bauman 'Pode a vida de cada ser humano se tornar uma obra de arte? Será que todo e qualquer indivíduo pode ser o artista de sua vida?' (A arte da vida, Ed. Zahar, RJ, 2008, p.74) (Migalhas 4.256 - 15/12/17 - Seja feliz! - clique aqui). Fazer escolhas faz parte da vida. Enfim, fica a indignação de uma sociedade ressentida, jogando culpa 'ora na escola, na faculdade, no curso de Direito, no advogado, na OAB, na Justiça, no poder, na corrupção', e não assume a responsabilidade das escolhas. Ser advogado é uma opção do 'bacharel em Direito' não é obrigação."

Altimar Pasin de Godoy - 15/12/2017

"Tenho 56 anos. Destes, passei uns 30 querendo cursar Direito, como 2ª graduação, exercendo profissão noutra área há 27 anos. O Direito me fascina, a ética possibilita-me inúmeras reflexões, a possibilidade de lutar pela Justiça me enche de esperança. Por vezes esperei esquecer este desejo, a admiração pela profissão 'advogado(a)' não esqueci. Não passou. Por um motivo ou outro, filhos, orçamento, disponibilidade de tempo, fiquei até os 55 anos sem tomar 'a' atitude. Por fim minhas filhas praticamente me empurraram para dentro da faculdade, tamanha era a expressão desta vontade, que estava começando a dar lugar a sentimento de frustração pelo que não havia tentado fazer em busca do meu sonho. Estou enfim cursando. Apaixonada. Maravilhada, encantada, renascida, iluminada, renovada. Sensação de ter-se o mundo desacortinado. Meu vocabulário está enriquecendo, conhecimentos ganhos a cada aula, avaliação da realidade mais apurada, enfim... superando todas as expectativas. Valendo cada segundo. Não trocaria minhas aulas por vida social alguma, não deixaria de estudar para as provas por nada. O valor que dou à tudo isso ficou latejando dentro de mim por muitos anos. Por isso entendo perfeitamente o comentário do prezado dr. que lamentou o convite de formatura do estudante referido. Concordo em número, gênero e grau quando diz que lamenta não ser possível detectar, no exame da OAB, a vocação dos candidatos. Este bacharel realmente nunca será feliz como advogado. Acrescento que seria maravilhoso se pudéssemos viver novamente e de trás para frente, como no filme do 'Benjamin Butler', utilizando da maturidade que nos faz entender que nossos sonhos devem ser perseguidos pois ao vivê-los (note que nem disse ao realizá-los) é que somos verdadeiramente felizes. Ao irmos todos os dias na direção da realização dos nossos sonhos, nos sentimos vivos, sentimos o sangue nos olhos, a pulsação vital. Com certeza o sonho deste rapaz não é ser advogado. Talvez ele ainda não saiba qual é seu sonho. Por imaturidade, por não poder viver um pouco como Benjamin Butler, talvez por pensar tanto nos fins (monetários) de uma profissão, o que o faz não ter sensibilidade de saber com o que sonha genuinamente, obscurece sua verdadeira vocação, limita sua compreensão dos ganhos que o estudo lhe proporciona. Uma pena. Enquanto existem pessoas terminando um curso de Direito assim, tem outras iniciando como eu. Absolutamente feliz. Amando a 'empreitada'. Dedicando-me com o maior prazer. Trabalhando, cuidando de casa, roupa, comida, filhos, etc. etc. Devemos buscar dentro de nós a essência de nossa personalidade. Poderemos descobrir que é bem mais fácil e prazeroso quando é por vontade. E isso é assim. 'Não é de hoje nem é de ontem; é desde os tempos mais antigos que essas leis naturais dos seres humanos vigem'."

Rosa Sitchin - 15/12/2017

"Lamentável (Migalhas 4.256 - 15/12/17 - Seja feliz! - clique aqui)! Nada além disto!"

Carlos Lacerda Campos - 15/12/2017

"Eis o primeiro óbvio processo disciplinar a ser instaurado contra esse 'adevogado' (com 'a' minúsculo) (Migalhas 4.256 - 15/12/17 - Seja feliz! - clique aqui). Com a palavra a OAB."

Milton Córdova Júnior - 15/12/2017

"Ninguém obrigou o rapazinho a ingressar na faculdade ou nela continuar (Migalhas 4.256 - 15/12/17 - Seja feliz! - clique aqui). Se ele se cansa fácil, quero ver na vida profissional onde é necessário, como dizia meu saudoso irmão advogado, 'matar um leão por dia para sobreviver honestamente'. Esse não vai aguentar nem o começo."

José Fernando Minhoto - 15/12/2017

"Seis anos (Migalhas 4.256 - 15/12/17 - Seja feliz! - clique aqui)? Eu conclui em cinco. Ele, realmente, fez o curso errado! Lastimável!"

Valcimara Dias de Campos - 15/12/2017

"O rapaz está certíssimo (Migalhas 4.256 - 15/12/17 - Seja feliz! - clique aqui)! É exatamente essa a realidade que os jovens formandos/advogados vivem. Deve falar isso porque não ganha menos de dois mil reais de um escritório pra dar conta de 600 processos aqui no RJ."

Marcelo Fayon - 15/12/2017

"Pois é, caríssimos (Migalhas 4.256 - 15/12/17 - Seja feliz! - clique aqui)! Se ele quiser prestar concurso público para juiz ou delegado de polícia, por exemplo, ele vai ter que advogar por um bom tempo. Mas parece que ele não vai querer ter de se dar a esse trabalho. Talvez ele possa ser um bom corretor de imóveis, ou mesmo um despachante, talvez em algum Detran por aí. Todavia, se ele quiser mudar essa cabeça, talvez tenha ele de fazer uns (muitos!) cursos online do Terça livre. Se o citado recém-formado tem ou não o mesmo DNA de certos políticos, talvez nunca o saberemos. Esperamos que não. E que Deus nos livre dos maus políticos, ensinando-nos a votar melhor e de forma mais coerente."

Almir Júnior - 15/12/2017

"Ter o bacharel escrito o que lemos, não significa começo ruim ou final infeliz, estas são circunstâncias a cargo do tempo (Migalhas 4.256 - 15/12/17 - Seja feliz! - clique aqui). De toda sorte, convenhamos: ficar rico ou não, como advogado, no Brasil hodierno, na minha visão cerrada, significa, sim, de rigor, exercer uma das mais infelizes profissões."

Milton Oliveira - 15/12/2017

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