domingo, 25 de outubro de 2020

ISSN 1983-392X

Vestimenta

de 17/12/2017 a 23/12/2017

"A verdade é que nós estamos muito representados (Migalhas 4.257 - 18/12/17 - "Vestimenta" - clique aqui). Como estudante de Direito vejo que o advogado é um sub produto de uma classe tão essencial para a Justiça, que sem vocês a Justiça para."

Marcos Danilo Burini - 18/12/2017

"Eu já fui barrada na entrada do foro porque usava um vestido de alças, comprido e estava grávida com uma barriga de oito meses (Migalhas 4.257 - 18/12/17 - "Vestimenta" - clique aqui). Então aprendi só vou de roupa com manga, faça o calor que fizer."

Maria da Graça Lucas Ribeiro - 18/12/2017

"Analogia com terno e gravata (Migalhas 4.257 - 18/12/17 - "Vestimenta" - clique aqui). Sem noção é berço."

Luiz Fernando Walther de Almeida Filho - 18/12/2017

"Aproveitaria a deixa para lembrar que não são apenas mulheres, nem raças as vítimas da ignorância e despreparo de porteiros e vigilantes (Migalhas 4.257 - 18/12/17 - "Vestimenta" - clique aqui). Lembraria algumas dessas situações por que passei nesses meus 57 anos de 'calo no umbigo', marca de quem frequenta o fórum. Participava de uma audiência no fórum de Diadema quando um diretor do Sindicato dos Metalúrgicos de nome Paulo (anterior ao Lula) se aproximara e fora impedido de adentrar a sala pela ausência do paletó e da gravata! Eis que, pouco depois, retornou vestindo paletó e gravata descarregou uma bela lição que deixou o meritíssimo envergonhado. O problema que o trazia era o conflito de competência com o juiz do Trabalho de São Bernardo do Campo que, criada a Junta de Conciliação e Julgamento de Diadema, recusava reclamações da nova comarca e o juiz comum desta se dava também por incompetente. E o caso era de urgência. Em BH, para despachar com um juiz de primeiro grau, fui obrigado a retornar até a sala dos advogados para vestir uma beca emprestada, porque ele se recusara a receber-me desembrulhado. E, para ficar apenas noutra, no TJ/SP fui barrado na porta e obrigado a tirar a boina (sou careca) para poder adentrar até a porta dos elevadores."

Nevino Antonio Rocco - 18/12/2017

"O mundo não pode ditar as regras para definir a beleza das nossas curvas (Migalhas 4.257 - 18/12/17 - "Vestimenta" - clique aqui). Nossa beleza não depende de alguns quilos a mais ou a menos, se temos rugas ou um cabelo sedoso e brilhante. Uma mulher não é bonita pelos seus sapatos, por sua roupa, pelo seu porte ou pelos seguidores das redes sociais. Não, nem a celulite decide, nem a manicure e nem os saltos altos. Nem tudo que é pequeno é feminino e nem tudo que é feminino é frágil. Não conheço nada mais feminino do que um enorme sorriso por trás de um olhar forte e feliz. Sem batom, sem nenhuma maquiagem, porque a mulher é muito mais bonita ao natural."

Carlos Alberto Barreto - 18/12/2017

"O pior que estes machistas de plantão querem dizer o que as pessoas tem de vestir (Migalhas 4.257 - 18/12/17 - "Vestimenta" - clique aqui). Mas o que querem mesmo é ver as mulheres sem roupa. Pura hipocrisia."

Fernando Martins - 18/12/2017

"Tão grave quanto o constrangimento imposto à advogada foi a posição da OAB Mulher daquela subseção no episódio (Migalhas 4.257 - 18/12/17 - "Vestimenta" - clique aqui). Ao invés de a representante da classe na entidade cuidar de averiguar a origem da arbitrariedade, saiu logo em defesa da diretoria do Foro, como se recolhe da notícia divulgada pelo Migalhas. A Comissão da Mulher Advogada da subseção de Uberlândia, representada por sua presidente, Hélia Maria Pereira de Azevedo, informou que se tratou de um ato isolado. 'Nunca tivemos nenhum caso de discriminação contra a mulher no âmbito da comarca'. Ela salientou que o diretor do Foro jamais proibiria o acesso de uma advogada ao prédio devido à vestimenta, e pode ser que tenha havido uma confusão por parte da segurança. Andou mal a doutora. A própria ofendida informou pela net que, conforme se cientificou, 'naquela mesma data, outras advogadas passaram pelo mesmo constrangimento'. A conduta dos seguranças, em se tratando de 'vestimenta' não tem nada a ver com as suas funções. Portanto, não houve confusão por parte dos serviçais, senão que o 'cumprimento de uma ordem' emanada de quem tem o poder de assim proceder. É inadmissível querer transferir aos 'seguranças' a responsabilidade isolada pelo constrangimento imposto. Não é papel da OAB omitir-se, pondo 'panos quentes' numa questão assaz relevante, como o é a defesa, que se exige intransigente, das prerrogativas da advocacia."

Juarez R. Venites - 18/12/2017

"Homem não pode entrar de bermuda no prédio do Fórum, enquanto que mulher pode entrar de minissaia (Migalhas 4.257 - 18/12/17 - "Vestimenta" - clique aqui). Se a regra vale para os homens também tem que valer para as mulheres. Sou contra formalismos, mas quando uma mulher entra num local público seminua somos nós homens que ficamos constrangidos."

Jaime B. Júnior - 19/12/2017

"Segundo a Bíblia, diz o seguinte: guarda o teu pé quando entrares no meu santuário (Migalhas 4.257 - 18/12/17 - "Vestimenta" - clique aqui). O fórum não é passarela para um monte de tarado ver mulheres com o corpo exposto."

Eliseu de Campos - 19/12/2017

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