quarta-feira, 21 de outubro de 2020

ISSN 1983-392X

Boas Festas!

de 17/12/2017 a 23/12/2017

"Há assuntos que por mais públicos tenham se tornado, o Migalhas neles não toca. E são pertinentes a pessoas do mundo jurídico. Dois exemplos: 1) Gilmar Mendes na teia da JBS; 2) A denúncia majestosa contra Rodrigo Tacla Duran. Diante de tão compreensível silêncio, formulo a todos que compõem esse rotativo, votos silenciosos de Feliz Natal e próspero ano 2018. Não precisam me explicar nada. Eu entendo. Só não contem com a conquista da Copa do Mundo da Rússia porque essa o Brasil não ganhará mesmo. Os meus búzios mostram! No mais, acreditem, apesar de, às vezes, 'encher o saco' dos redatores (as moças que me perdoem), gosto muito de vocês. Não fosse isso, não batia ponto nesse informativo desde 2004."

Abílio Neto - 18/12/2017

"Comparo o Migalhas a um favo cheio de mel, e como é natural: Mel no favo é o melhor dos mel. Feliz Natal e um Ano Novo repleto de doces e boas realizações."

Eldo Dias de Meira - 19/12/2017

"Neste Natal, lembremos que o Natal somente existe porque Natal significa nascimento, mais precisamente o nascimento de Nosso Senhor Jesus Cristo. Sem Jesus, o Natal é só mais uma festa para engordar e falar de sentimentos superficiais. Com Cristo, o Natal é a adoração ao Deus que se encarna e que mostra o caminho da salvação, que é Ele mesmo. Um feliz e verdadeiro Natal a todos, e não nos esqueçamos do aniversariante."

Dávio Antonio Prado Zarzana Júnior - 19/12/2017

"Um renovado ânimo de Feliz Natal, me vem, quando vejo o amigo Abílio Neto, e o maior poeta do mundo, o meu dileto e querido amigo Eldo Dias de Meira - agora recuperado de uns ventos alísios que bateram na quincha do seu rancho, mas foi o vencido pelo calendário de mais um agosto - o dr. Dávio, que completa o trio, sempre também assíduo em nosso Migalhas. Completo com um grito de agradecimento, desses de toda goela, para que os ecos sejam ouvidos e refletidos nesse país continente, chegando até a distinta redação da cidade com nome de 'rio grande', mas totalmente preto, pelas atenções e gentilezas dispensadas ao longo de mais esse ano, com votos de vida longa ao Migalhas e a todos os nossos migalheiros, todos sem exceção vítimas dos nossos atrevimentos, e professores que nos ensinam mais e mais a cada dia. E agora vamos partir, vamos embora, começa hoje as férias dos advogados, são 30 dias sem ter que obedecer o nosso patrão chamado Excelentíssimo Senhor Doutor Prazo, só quem perdeu sabe, o quanto ele é exigente e cruel. Grande abraço a todos."

Cleanto Farina Weidlich - 20/12/2017

"Ao findar mais um ano, quero registrar meu agradecimento pelo apoio e pelas sempre bem-vindas notícias diárias que enriquecem o saber jurídico. Ao meu xará, e a toda equipe Migalhas, meu abraço e um Natal esplendoroso e um Ano Novo repleto de alegrias."

Carlos Miguel C. Aidar - escritório Braga Nascimento e Zilio Advogados Associados - 20/12/2017

"Um 'Boas Festas' também
Mando de forma poética
Para o dr. Gilmar Mendes
Que de maneira frenética
Tem soltado tanta gente
Que de modo comovente
É o libertador d'América!"

Zé Preá - 21/12/2017

"Sobre as Tropilhas de Agosto, comentada na migalha dedicada, em parte, ao amigo Mano Meira, justifico com o envio da poesia do Ari Pinheiro, cuja verdade - só aos poetas pertencem todas as verdades do mundo - foi enfrentada pelo nosso 'maior poeta do mundo', segundo alardeado pelo Aparício, em nossa praça central, 'Hai um quê de mistério nestes ventos de agosto... Chegam de sopetão encrespando as flexilhas e se aquerenciam no verde da pampa como um véu de mortalha cobrindo as coxilhas... Reviram folhagens de velhos umbus libertando fantasmas de antigas prisões que se atiram de-em-pelo no lombo do vento com uivos de agouros assombrando os grotões... Sim, hai um quê de nostalgia nestes ventos... Mil causos de ronda, mil ponchos molhados mil berros de gado... Mil almas que cruzam o vau da saudade agarradas nas crinas destes ventos gelados! Me disse um patrício que o gado que morre é ração para os piquetes de almas caudilhas. Que o vento apartou da Tropa Divina pra deixar de posteiros guardando as coxilhas... Hai um pouco de certo, ... hai um pouco de lenda... mas acima de tudo, hai os ventos que me dobram o lombo num pealo sinistro mais duro que as mágoas que trago nos tentos... Arre, Hai o que matutar... Porque será que em agosto a garoa é tão fina que corta-me o rosto e me apaga o palheiro zombando dos cortes num carinho gelado qual beijos sem gosto... Chomico! Já sei o que querem estes ventos matreiros açoitando impiedosos os cantos do oitão e alargando ainda mais as frestas do rancho querendo apagar o meu fogo de chão... Mas lhes peço, não levem a quincha já gasta que nesta invernia me serve de abrigo... E, se não for pedir muito me deixem o cusco que há mais de dez anos tropeia comigo! Podem levar da manada que tenho a mais gorda rês que existir no potreiro. E da graxa amarela da ponta do peito ofereçam em holocausto aos antigos guerreiros... E digam lá que o velho... O velho vai ficar mais um pouco esperando criar outra ruga no rosto e quem sabe para o ano numa noite de geada ele se junte a manada das tropilhas de agosto!' Hai o que festejar, meu querido amigo Mano Meira, tens muitos versos e causos, ainda para acolherar debaixo do céu. Feliz Natal!"

Cleanto Farina Weidlich - 21/12/2017

"Após muito tempo de utilização útil dos seus informativos, chegou a hora, embora tardia, de agradecer por esses vários anos e desejar a todos os colaboradores desse valioso informativo jurídico, um Natal festivo e Ano Novo próspero e com muita saúde e harmonia entre todos e extensivo às famílias."

Jurandir da Silva Pinto - 21/12/2017

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