terça-feira, 20 de outubro de 2020

ISSN 1983-392X

Gilmar Mendes - Áudio

de 24/12/2017 a 30/12/2017

"Acho que se fizesse uma consulta ao povo brasileiro, certamente, apoiariam uma investigação a Sua Excelência (Migalhas 4.262 - 26/12/17 - "Áudio da toga" - clique aqui). 'Pingo é letra'."

Leopoldo Linhares Fernandes - 26/12/2017

"Não há prova concreta de que esse ministro receba bola: mas que ele adora soltar gente rica e poderosa, aí é verdade (Migalhas 4.262 - 26/12/17 - "Áudio da toga" - clique aqui). De todo modo, fica a indagação: alguém faz alguma coisa por alguém, de graça? É possível, mas não é o comum, principalmente nesse ambiente mercantilista de estrutura de poder. Faça seu julgamento."

Cláudio Pio de Sales Chaves - 26/12/2017

"Difícil acreditar no que temos assistido, lido e ouvido nos dias em que estamos vivendo (Migalhas 4.262 - 26/12/17 - "Áudio da toga" - clique aqui). Se for autêntico, o áudio escancara que o juiz não tem a mínima noção da responsabilidade, não apenas do cargo, mas, também dos princípios mais comezinhos do Direito Penal, como também não demonstra nenhum apreço à ética e ao respeito para com um ministro de Corte Superior, independentemente de divergência com a decisão no aludido HC, pela autoridade que o concedeu. Inadmissível que um juiz tome a posição de vítima em face de uma decisão superior que reforme o seu entendimento, e isso só revela o seu caráter autoritário e ditatorial. Portanto, caso se comprove a certeza da origem da gravação, a materialidade do crime de calúnia estará suficientemente provada. E a ação penal, que provavelmente deverá ser instaurada, apenas permitirá ao juiz a exceção da verdade, e esta exige que se vá além do 'ouvir dizer' ou do 'segundo dizem por aí', ou ainda da 'opinião das redes sociais', etc. Aliás, a História é plena de exemplos sobre desgraças que se abateram sobre a humanidade, muitas vezes resultantes das opiniões públicas. Portanto, caso se confirme a autenticidade, esse juiz será apenas mais um dos inúmeros protagonistas do 'teatro dos absurdos' que se acha instalado no país, manchando a magistratura nacional. Profundamente lamentável."

Juarez R. Venites - 26/12/2017

"Penso que a acusação realmente é muito séria e por esse motivo acredito que a PF deveria investigar não somente o áudio, mas a veracidade das acusações (Migalhas 4.262 - 26/12/17 - "Áudio da toga" - clique aqui). Esse pseudo ministro é uma vergonha para todos os brasileiros. Fora Gilmar!"

José Luiz Cruz - 26/12/2017

"A pergunta é: diante de tantas decisões questionáveis e de tanto bla bla bla alguém vai ao menos investigar seriamente o que há por traz de tudo isso (Migalhas 4.265 - 29/12/17 - "Nota pública" - clique aqui)? Ou vamos somar com os escandalizados desembargadores e ministros é simplesmente sequer verificar?"

Vivyanne Patricio - 29/12/2017

"Com a palavra a OAB, o CNJ e o Ministério Público Federal, e por último, deixo uma indagação: quem será o próximo beneficiado (Migalhas 4.262 - 26/12/17 - "Áudio da toga" - clique aqui)? Quantos corpos ainda serão abertos, quantas falcatruas ainda serão realizadas? Aqui no RS um juiz foi exonerado por ter paquerado com uma vendedora de sorvetes. E aí em Brasília, quanta 'paquera' travestida de HC diagonais serão necessários para que se afaste esse juiz da toga?"

Cleanto Farina Weidlich - 29/12/2017

"É preciso um discurso libertário da magistratura nacional (Migalhas 4.265 - 29/12/17 - "Nota pública" - clique aqui). Assim como o CNJ, e o próprio STJ emitem notas de repúdio, que se considera válidas, falta a insurgência contra o comportamento diferente manifestado por integrantes da própria magistratura. Inclusive, nos últimos tempos, o sr. Gilmar este evolvido em situações no mínimo inusitadas, e curiosamente a magistratura nada fez, nada faz e nada tem feito, ressalvando raríssimas exceções. Isso é que representa risco para o Poder Judiciário, bem como para o jurisdicionado, pois o quando este busca a tutela eststal via processo judicial, anseia por Justiça e não por justiçamento! Para ilustrar o que estou dizendo, menciono os agastamentos recentes envolvendo o sr. Gilmar e o sr. Barroso. Pode-se considerar até que este agastamento fora infeliz, mas creio que dentro da comunidade jurídica que se preza, estava mais do que na hora de acontecer."

Raphael Wilson Loureiro Stein - 29/12/2017

"O povo brasileiro está indignado com os políticos e com monstros do Judiciário e é nesse momento que o juiz Glaucenir a despeito detido mal estar que possa causar aos magistrados, assume uma postura digna, autêntica e corajosa, exemplo para esses juízes que o repudiam (Migalhas 4.265 - 29/12/17 - "Nota pública" - clique aqui). Saibam que o juiz Glaucenir é valoroso ao contrário de Gilmar Mendes que com suas atitudes contrárias aos anseios do sofrido povo."

Júlio C. Neto - 30/12/2017

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