quinta-feira, 22 de outubro de 2020

ISSN 1983-392X

Artigo - Reforma trabalhista: a perícia e o assédio

de 14/1/2018 a 20/1/2018

Lúcidos os argumentos apresentados pelo nobre articulista (Migalhas 4.275 - 15/1/18 - "Direito trabalhista" - Clique aqui). Com efeito, a reforma trabalhista não retirou do trabalhador nenhum direito assegurado e conquistado historicamente. Porém, impôs um freio à cultura do litigância despreocupada e, muitas vezes, irresponsável na seara trabalhista. O Direito do Trabalho, como qualquer Direito, não é imune a mudanças e a novos valores. Parece, porém, que alguns operadores do Direito sacralizaram esse ramo jurídico.

George Marum Ferreira - 15/1/2018

Dr. Engenheiro de Segurança do Trabalho, permito-me discordar da imensa maioria dos seus argumentos no que tange à Reforma Trabalhista (Migalhas 4.275 - 15/1/18 - "Direito trabalhista" - Clique aqui). Pelo visto V.Sa. apenas e tão-somente encontrou pontos positivos, ou, então, esqueceu-se de mencionar os negativos. Há-os, porventura? Deixo isso tudo de lado, porque, creia, respeitarei suas opiniões, ainda que com elas não concorde. O que lamento, no entanto, é um tópico em que V.Sa. menciona, enfaticamente, que "Porém, o mais inquietante é ouvir este discurso Marxista de um juiz, o qual, em hipótese alguma, poderia enxergar as partes segundo suas próprias ideologias, sob pena de se tornar suspeito a exercer seu próprio trabalho: o julgamento de lides". Dispenso-me de tecer comentário sobre essa ofensa a um posicionamento de Magistrado. Mas, se quiser fazê-lo, que o faça contrapondo-se tecnicamente, com argumentos jurídicos. Saiba do meu respeito.

José Aranda Gabilan - 15/1/2018

É sério isso (Migalhas 4.275 - 15/1/18 - "Direito trabalhista" - Clique aqui)? Não retirou direitos? O que houve com as horas in itinere (se você concorda com ela ou não, não vem ao caso, mas ela era um direito previsto em lei)?

Erick Hitoshi - 15/1/2018

Na minha opinião, foi mais uma opinião política do que trabalho jurídico (Migalhas 4.275 - 15/1/18 - "Direito trabalhista" - Clique aqui). A reforma trabalhista e a questão da assistência judiciária não pode ser comparada àquela prevista no CPC... Dizer que hoje em dia o trabalhador não pode ser considerado hipossuficiente é total desconhecimento da realidade do País, sendo certo que a renda mensal de um trabalhador de Cooperativa, por exemplo, não ultrapassa R$ 1.000,00, valor que sequer supre as necessidades básicas de alimentação, moradia, etc... Condicionar o ajuizamento de uma ação ao pagamento de custas e despesas, ainda que a parte seja hipossuficiente, é um retrocesso social, além de inconstitucional.

Thiago Salvatti - 15/1/2018

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