quinta-feira, 22 de outubro de 2020

ISSN 1983-392X

Artigo - Consciência ?

de 9/7/2006 a 15/7/2006

"Parabéns pelo texto, ínclito magistrado (Migalhas 1.452 – 12/7/06 – "Razão e razões para sua falta", Edison Vicentini Barroso – clique aqui). A seleção de futebol brasileira foi um retrato do povo brasileiro como diz Vossa Excelência... um povo que resmunga ao invés de reclamar pelos canais competentes."

Sonia Castro Valsechi – escritório Mello Mazzini Advogados - 13/7/2006

"Concordo plenamente com a matéria (Migalhas 1.452 – 12/7/06 – "Razão e razões para sua falta", Edison Vicentini Barroso – clique aqui), mas tenho uma só pergunta a fazer ao nobre causídico! Votaremos então em quem? Em Geraldo, FHC, SERRA, ACM etc., para diminuir a corrupção?"

Jorge Mota dos Santos - Petrobras - 13/7/2006

"Infelizmente, neste ano de 2006, já perpassaram as duas e únicas ocasiões em que a maioria dos 120 milhões de eleitores se orgulha de ser brasileiro... o Carnaval e a Copa do Mundo (Migalhas 1.452 – 12/7/06 – "Razão e razões para sua falta", Edison Vicentini Barroso – clique aqui)! E nestes tempos de Lulas e Chávez e Morales, só nos resta clamar: Deus salve a América... do Sul."

Anderson Motizuki - advogado - 13/7/2006

"Permitam-me tecer algumas considerações em apreço a estes comentários (Migalhas 1.452 – 12/7/06 – "Razão e razões para sua falta", Edison Vicentini Barroso – clique aqui). Vamos a meu ver ao cerne de tudo o que está acontecendo. Na verdade sabemos que a consciência nacional, se assim a podemos chamar, está amortecida em razão do longo trabalho efetuado pelo crime organizado no sentido de a aniquilar e aniquilar também as instituições, e para tanto conta com a classe política. Com efeito, o crime organizado financia campanhas eleitorais, corrompe parlamentares que delas necessitam para se manterem a qualquer custo no Poder e isto nos três níveis, Municipal, Estadual e Federal. Conta ainda com a colaboração do Poder Judiciário, inclusive o repressivo, que se perde em memoráveis questiúnculas de natureza jurídica. Não podendo o povo brasileiro contar e confiar nas principais instituições porque corrompidas, mais ainda por ideologias baratas e destruidoras, porém de núcleos duradouros, a consciência nacional não consegue aflorar. Assim, enquanto não for destruída a política profissional, enquanto não forem destituídos pelo voto os políticos que permanecem vitaliciamente no Poder com currais eleitorais financiados pelo crime organizado (pequeno exemplo: com mais de três legislaturas consecutivas obtêm robustas aposentadorias), estes permanecerão como se fossem realmente aos olhos do povo governos paralelos no controle da consciência nacional. Não havendo política profissional vitalícia, não haverá mais crime organizado vez que a consciência nacional saberá muito bem como extingui-lo, e o Judiciário voltará a ser o guardião natural das nossas instituições e da nossa consciência nacional."

Osmar Persoli - 13/7/2006

"Oi, pessoal de Migalhas. Nesse caso, não dá para contestar as sábias palavras do nobre magistrado (Migalhas 1.452 – 12/7/06 – "Razão e razões para sua falta", Edison Vicentini Barroso – clique aqui). Temos de forçosamente concordar com ele em gênero, número e grau. Estamos pensando aonde vai nosso País e não temos respostas a não ser nas urnas. Um grande abraço"

Lenita Naves - 13/7/2006

"Gostaria que o ilustre juiz (Migalhas 1.452 – 12/7/06 – "Razão e razões para sua falta", Edison Vicentini Barroso – clique aqui), que tão bem nos classificou - o povo quero dizer - de 'fazer corpo mole' com todas as bandalheiras que, desde tempos muito antigos, acontecem no nosso (ou dos que fazem e aplicam as Leis?) Brasil, nos informasse: - qual a luta renhida que os juízes têm travado no sentido de impedir que eles mesmos decidam por seus aumentos salariais, benefícios decorrentes de seus cargos, acato de Leis claramente inconstitucionais, emprego de parentes mesmo com Lei e decisões que não permitem o despotismo? É claro que eu poderia escrever várias laudas de perguntas, mas fico somente nesta."

Claudio B. Marques - 13/7/2006

"Com grande propriedade se manifestou o Excelentíssimo Senhor juiz Edison Vicentini Barroso, impossível entender o porquê, depois de todo o ocorrido, do povo ainda colocar o nosso 'gerente' no ápice das pesquisas. Talvez seja a 'indiferença' causada pelo descrédito do poder não só do executivo, mas principalmente do judiciário e legislativo, precisamos de novas leis, precisamos de que as que já temos sejam efetivas, precisamos de acabar com as impunidades. Por ora, diante do perigo de difícil reparação (do continuísmo), precisamos de que a imprensa esteja atenta para esclarecer, relembrar os fatos ocorridos, no sentido de despertar no povo o espírito popular para preservar nossa pátria amada, finalizo, também relembrando saudosamente Rui Barbosa, que transcrevo: 'O ceticismo público, a frieza popular ante os mais sérios interesses da democracia, a inconsciência nacional em presença dos riscos mais temerosos, a incapacidade crescente dos estadistas, o arruinamento sucessivo dos nomes políticos, o descrédito engravescente do poder, a inocência infantil do governo ao pé das complicações mais perigosas, a desestima dos princípios, as deserções de todo o gênero, os compromissos clandestinos explicando os fatos mais solenes, o luxo ridículo e nodoado das pequenas fortunas, o uso egoístico e estéril da riqueza, a afilhadagem universal, a postergação acintosa e proverbial do mérito, um mesquinho industrialismo, a indolência, a tibieza, a flacidez de uma anemia profunda e adiantada enchem de sombras a alma dos verdadeiros patriotas. Pensa-se nas gerações vigorosas dos nossos antepassados, e pergunta-se de que modo traspassaremos aos nossos descendentes a sagrada herança da pátria.' Rio de Janeiro, DF Obras Completas de Rui Barbosa. V. 9, t. 2, 1882. p. 262-Descrédito e Ceticismo Popular ; Inconsciência Nacional ; Mérito, postergação(Trecho do discurso 'O Desenho e a Arte Industrial'.)."

Cleuza Maria Felix Monteiro - 13/7/2006

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