segunda-feira, 26 de outubro de 2020

ISSN 1983-392X

Decisão descumprida

de 28/1/2018 a 3/2/2018

"Enquanto alguns juízes se esmeram para atender os mais necessitados, outros empreendem luta para manter/aumentar privilégios como auxílio-moradia (Migalhas nº 4.287 - 31/1/18 - "Este é o país do futuro?" - clique aqui). Não, definitivamente este não é país que eu quero!"

Neiva Pereira - 31/1/2018

"Isto não está com cara de simples crime de desobediência (Migalhas nº 4.287 - 31/1/18 - "Este é o país do futuro?" - clique aqui). Pode-se estar diante de homicídio com dolo eventual. Seria bom o Ministério Público dar uma olhadinha nisso."

Cláudio Pio de Sales Chaves - 31/1/2018

"País do futuro: isso aqui (Migalhas nº 4.287 - 31/1/18 - "Este é o país do futuro?" - clique aqui)? Há 40 anos atrás os mentores do contragolpe de 1964 já aventavam essa conversa de saci Pererê. País do futuro né? Acredite num futuro sombrio, sob implosão social explícita; talvez não esteja tão longe."

Cláudio Pio de Sales Chaves - 31/1/2018

"Lindo (Migalhas nº 4.287 - 31/1/18 - "Este é o país do futuro?" - clique aqui). É uma pena que magistrado assim é 'como agulha no palheiro'."

Arlindo Orsomarzo - 31/1/2018

"Não é o país que queremos (Migalhas nº 4.287 - 31/1/18 - "Este é o país do futuro?" - clique aqui). Mas é o país em que muitos sobrevivem. A pergunta a ser feita, em complementação, é: A quem interessa que seja assim?"

Jacqueline Pinheiro - 31/1/2018

"De fato, muito triste (Migalhas nº 4.287 - 31/1/18 - "Este é o país do futuro?" - clique aqui). A narrativa, em uma leitura açodada, pode fazer crer que o Poder Público dá de ombros. Mas a realidade é que a caneta de um juiz não cria leito em hospital, nem verba nos cofres públicos para resolver casos pontuais no combalido sistema de saúde."

João Arlindo da Costa - 31/1/2018

"Pelo relato dos pedidos formulados e das decisões concedidas, vê-se que não errou o município sozinho, mas também os demais atores do processo (Migalhas nº 4.287 - 31/1/18 - "Este é o país do futuro?" - clique aqui). Isso, porque, preocupou-se tanto com multas, sequestros, enfim, dinheiro, que se esqueceu de se dar ordem de prisão ou medidas alternativas, como interná-lo em hospital particular, às expensas do município."

Camila Perissini Bruzzese - 31/1/2018

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