quarta-feira, 21 de outubro de 2020

ISSN 1983-392X

Artigo - A questão das quotas nas universidades e sua ineficácia para um verdadeiro acesso ao ensino superior

de 16/7/2006 a 22/7/2006

"Concordo plenamente com o posicionamento do Exmo. Dr. Francisco das Chagas Lima Filho (Migalhas 1.455 – 17/7/06 – "Cotas nas universidades" – clique aqui). Acredito que o sistema de cotas nada mais faz do que velar a real situação educacional que o Brasil se encontra, onde todas as classes menos favorecidas, inclusive de brancos de baixa renda, não têm acesso a uma educação de bom nível. O problema não está em garantir o acesso de cotistas à Universidade, mas sim, em melhorar o ensino público, para que Todos possam alcançar seus objetivos, por seus próprios méritos."

Ana Cristina Stier de Cereijo - 17/7/2006

"A história mostra que tentar nivelar de cima para baixo não dá certo. Temos que ter um planejamento estratégico cultural, educacional e ético (Migalhas 1.455 – 17/7/06 – "Cotas nas universidades", Francisco das Chagas Lima Filho – clique aqui). Querem atropelar as coisas: primeiro acaba-se com o analfabetismo, depois permite-se que todos tenham acesso à escola, escola que ensine a ser probo (e a escola tem que ser um braço da casa), que tenha educação moral, ética e qualidade capaz de atender ao nível de conhecimento exigido para o desenvolvimento de um curso superior. Tem-se que abolir a discriminação enquanto conceito. Olha, fico por aqui, concordo com o professor no que tange à educação, mas não acho que ninguém deve nada à ninguém, porque isto leva a reivindicações e briga, temos é que nos unir, como país fruto da mistura e lutar para que sejamos iguais não no papel, mas verdadeiramente em nossos corações, para que as crianças se olhem como iguais e no futuro, quem sabe, se tratem como iguais."

Rodrigo Marques - 17/7/2006

"A discussão há muito recorrente e ora em evidência do estabelecimento de quotas para acesso ao ensino superior público, consoante critérios outros que não o mérito dos candidatos, sempre foi e será polêmica (Migalhas 1.455 – 17/7/06 – "Cotas nas universidades", Francisco das Chagas Lima Filho – clique aqui). Creio, no entanto, que, da forma como a questão é debatida, deixam-se de lado alguns aspectos essenciais. Destaco, primeiramente, que o fascínio pelo 'diploma universitário', embutido no discurso e nos ouvidos daqueles que o acolhem, é ilusório. O ensino superior de índole acadêmica não é garantia de inserção social ou no mercado de trabalho: basta ver quantos são os portadores de 'diploma' das mais respeitadas instituições de ensino superior que não trabalham em suas áreas de formação, ou que sequer ativos economicamente estão. Isso, em muito, se deve à falta de conexão entre a formação acadêmica e as necessidades contemporâneas desse mercado de trabalho. O ensino tecnológico, de nível superior, e o ensino técnico, de nível médio, têm maior capacidade de responder a essas necessidades, tanto qualitativa, como quantitativamente; infelizmente, no entanto, esse parece ser um discurso com menor apelo do que o já difundido e falacioso do 'diploma universitário'. De qualquer forma, seja qual for o caso, necessário um investimento anterior, prévio ao acesso aos níveis médio e superior, no ensino fundamental. A Constituição diz, em seu art. 205, que a educação será promovida com a colaboração da sociedade (outro aspecto que se olvida!), com vistas ao desenvolvimento da pessoa, ao preparo para o exercício da cidadania e à qualificação para o trabalho: como atingir a todos esses objetivos, se se descuida do essencial, por essa razão mesma dito ensino 'fundamental', para se discutir aquilo que só faz sentido uma vez alcançado o sucesso no primeiro nível? Entendo, assim, que, enquanto se queimam esforços e se gastam latim e inglês na importação de experiências de resultados duvidosos, perde-se o foco central do problema. E se, por outro lado, se quiser dizer que a questão não é de inserção social ou obtenção de vaga no mercado de trabalho, mas sim de satisfação pessoal, então cabe outra pergunta: seria legítimo o Estado investir recursos para satisfazer pessoalmente os indivíduos na área educacional? Afinal, o que se discute é, principalmente, o estabelecimento de quotas nas instituições públicas de ensino superior, federais e estaduais. Os deveres do Estado, no campo educacional, são bem outros, como uma leitura dos dispositivos constitucionais pertinentes, notadamente art. 208, deixa transparecer. Aliás, na única referência de seus incisos ao ensino superior, prevê o art. 208 que o acesso aos níveis mais elevados de ensino se dará segundo a capacidade de cada um. E a questão, então, do estabelecimento de quotas para acesso ao ensino superior segundo quaisquer outros critérios que não o mérito de cada um, ao menos nos estabelecimentos mantidos pelo Estado, sequer se deveria apresentar..."

Christianne Boulos - 18/7/2006

"Penso que a política de cotas, paliativo para tentar compensar a deterioração do ensino público ao longo do tempo, resultado da incompetência do Estado, servirá apenas para estimular futura disputa racial, como se vê em outros países (Migalhas 1.455 – 17/7/06 – "Cotas nas universidades", Francisco das Chagas Lima Filho – clique aqui). Servirá, igualmente, para estigmatizar aqueles que lograrem cursar e concluir a universidade, favorecidos por tal política, os quais serão tidos como profissionais de segunda categoria, e, por isso, vistos com desconfiança pela sociedade. Não são os negros que não têm acesso à universidade, ou, mesmo antes dela, a um ensino público de qualidade, mas, sim, os pobres, na grande maioria, tenham eles a cor que tiverem. Um ensino público de excelência em todos os níveis, com igualdade de condições, é a única solução para o problema atual."

Ivan D´Angelo - 18/7/2006

"Mesmo não concordando com a maioria das afirmações, em geral totalmente infundadas, deste texto, não pretendo contestá-las (Migalhas 1.455 – 17/7/06 – "Cotas nas universidades", Francisco das Chagas Lima Filho – clique aqui). Gostaria de apenas salientar alguns pontos que me parecem óbvios, mas foram completamente omitidos pelo autor. O professor universitário e escritor Boris Fausto afirmou em artigo publicado no jornal Folha de S. Paulo, edição de domingo, que há grande confusão no debate das ações afirmativas quanto ao critério de diferenciação entre as raças. Realmente, no Brasil, ao contrário do que ocorre na América do Norte, a diferenciação de etnias gera certo repúdio tanto na população em geral quanto nos meios universitários. É que aqui paira na consciência geral a afirmação tácita da democracia racial, conceito antropológico tupiniquim segundo o qual a miscigenação fez com que as etnias dominadas tornassem-se primas irmãs das dominantes. O povo Brasileiro seria por isso uma massa amorfa de raças indiferenciadas, sem distinção de dominantes e dominados. Tomando isto como pressuposto cabe sempre perguntar, como alias faz o texto que ora comento: porque diferenciar negros e brancos se somos todos iguais? Porque dar cotas para negros e índios se eles têm a mesma capacidade de aprender e subir na vida que um branco? Este é o tipo de questão que não está errada na forma, mas erra pelo pressuposto. Com efeito, o pressuposto da democracia racial é extremamente errado, além do que gera comodismo, sujeição e conformismo com o estatus quo vigente. A igualdade das raças já foi firmada, afirmada e reafirmada desde a elaboração e sanção da Lei Áurea, mas tudo continua como se nada houvesse acontecido. As grandes universidades, os grandes cargos, os grandes postos de comando são quase todos ocupados por brancos. Resultado: aqueles que sempre foram oprimidos dificilmente deixarão de sê-lo, não só porque o sistema lhes fecha as portas, mas também porque eles não têm a quem recorrer, eles não têm representantes que possam fazer ouvir suas reivindicações e exigir, com força econômica ou política, que elas sejam atendidas. Este fato, e não a diferença de oportunidades educacionais, é que exige a implantação do sistema de quotas. Os que foram e os que ainda são extremamente excluídos precisam, muito mais que os que sempre dominaram, de canais de representação intelectual, econômica e política, o que só será alcançado com programas de ação afirmativa. Só mais uma afirmação. Ao contrário do que o texto do digno Magistrado faz crer, diferenciar não quer dizer, necessariamente discriminar. Isso parece ser muito claro em países como Canadá, onde a minoria francofônica quer afirmar suas diferenças culturais em relação à maioria inglesa, ou mesmo na Espanha, que reconheceu a independência cultural e étnica da Catalunha. Será que isso é violar a igualdade material? Ou será o exato contrário: fazer igual os desiguais?"

Lucas Laurentiis - 18/7/2006

"O desacerto é claro. O PT nunca conseguiu se desligar de suas teses esquerdistas panfletárias que visavam, no contexto da Guerra Fria, fomentar a luta de classes aonde fosse possível. Acerca do problema, eu creio que cabem algumas questões interessantes (Migalhas 1.455 – 17/7/06 – "Cotas nas universidades", Francisco das Chagas Lima Filho – clique aqui): a) No nosso amado país de 'pardos' e 'outros', o que são 'afro-descendentes'? Como identificá-los com certeza, sem o medo de incorrer em injustiças? Teste de DNA? Ou talvez o método utilizado na África do Sul em tempos (e regimes) passados: de tentar prender um lápis no cabelo do 'caboclo'? Se não como será? Seria criada uma estatal, a 'Classificobrás'? Ou um poderoso comitê de classificação ligado a algum ministério e com delegacias em todo o País? Será que não vai acabar rolando 'algum' aí? b) Como separar um 'afro-descendente' de posses de um outro mais pobre? Haveríamos de barrá-lo? Como? c) Considerando-se que um candidato 'étnico' teria acesso garantido à USP, por exemplo, como fazer para mantê-lo lá? Em outras palavras: como remediar a provável formação escolar deficiente que ele poderia possuir? Ou se 'nivelaria' todo o ensino ao ponto do saber do 'étnico'? c) Se a hipótese acima for verídica, o que deverão fazer os outros alunos que 'ralaram' para passar na FUVEST? d) Se não, irão construir classes especiais para os 'étnicos'? Neste caso, quanto valerão esses diplomas série 'B' no mercado? Seria justa tal coisa? Cabendo muitas e muitas outras perguntas mais, mas servindo as acima para indicar que o assunto se constitui numa imbecilidade sem par! Infelizmente o culto e MM. Juiz, também recai em certos jargões, quando, por exemplo, diz da 'enorme dívida' que a sociedade brasileira tem com os negros e afro-descendentes. Nós quem, cara-pálida?! Eu nunca importei escravos. A maior escravidão hoje em dia é da ignorância. A dívida que nós, homens de bem, temos com essa geração e com as futuras é a de romper com essa situação política e econômica que atrasa o desenvolvimento do País. Qual o governo recente que deu prioridade absoluta ao ensino básico e à capacitação tecnológica do trabalhador. Somos um País maravilhoso, dos maiores do mundo em tamanho físico, riquezas naturais, população, etc. etc. etc.. Porém sempre o País aonde o futuro e o porvir não chegam! Com tudo isto somos o 57º. em desenvolvimento humano, o 72º. em matemática, etc. Como esperar assim desenvolvimento, para brancos, para negros, para azuis ou para verdes? Um dado: por ocasião da proclamação da Lei Áurea, eram escravos somente 35% da população negra. Os outros 2/3 restantes já eram libertos, seja por fuga, por remissões judiciais, por alforria, pela Lei do Ventre Livre, etc. Os chamados 'escravos de ganho', que vendiam coisas pela cidade, eram os que com mais facilidade conseguiam ajuntar dinheiro par comprar a sua liberdade. O fato é que já existia uma certa 'classe média' negra livre no País. As crônicas da época, inclusive de viajantes estrangeiros dão conta da existência de uma numerosa 'classe média' negra no País. Cabe então a pergunta: porque eles não conseguiram se estruturar adequadamente para fazer frente às necessidades de adequada representação na sociedade, ao contrário dos diversos extratos sociais imigrantes que aqui chegaram inclusive em épocas posteriores à libertação? É claro que o fator cultural (educacional) influi, mas não podemos esquecer que uma grande parte dos imigrantes que aqui chegaram eram analfabetos (italianos e espanhóis, por exemplo) e sem posse alguma senão uma maleta de mão (japoneses, por exemplo). Mas não há dúvida de que com um conceito acerca de educação bastante diferente dos brasileiros nativos. O japonês, mesmo o mais pobre, privilegia enormemente a educação formal. Graças a isso vemos os 'amarelinhos' em primeiro lugar em quase todas as listagens de vestibular das carreiras técnicas e matemáticas. De brincadeira circulava nos meus tempos de colegial a seguinte piada: 'mate um japonês e garanta a sua vaga na faculdade'. Piada de humor negro, mas que refletia a predominância daqueles, de forma absolutamente desproporcional à sua representatividade social nas vagas de 3º grau. Não serão assim com medidas estúpidas e demagógicas (se não coisa pior) como esta que se combaterá a ausência de negros, pardos e outros 'afro-descendentes' nas faculdades. Muito melhor seria que nós todos, homens de bem, nos organizássemos para Exigir, perante esta verdadeira canalha de cafajestes que nos governa, o adequado encaminhamento dos verdadeiros rios de dinheiro que vertem para os cofres públicos, além do adequado cumprimento das inúmeras e inúmeras leis de que dispomos. Já seria um pequeno, mas muito bom começo. P.s. Para os que 'pontificam' a teoria do genocídio dos primitivos habitantes de nossa terra cabe a seguinte pergunta: de onde vieram os quase 200 milhões de habitantes atuais? Dos poucos milhões de escravos africanos que aqui aportaram? Ou ainda dos 700 mil imigrantes estrangeiros do último século? Xô ignorância travestida de 'politicamente correto'. Não somos competitivos e aonde vemos, governo após governo, uma verdadeira súcia de cafajestes e ladrões dar mal-exemplo."

Richard Smith - 18/7/2006

"As cotas, se criam, de um lado, presunção de incompetência dos beneficiários, que serão discriminados, rejeitados, até prova de que estão capacitados, do outro punem os que se sacrificam para educar os filhos, uma obrigação do Estado, quando eles forem preteridos por elementos das cotas (Migalhas 1.455 – 17/7/06 – "Cotas nas universidades", Francisco das Chagas Lima Filho – clique aqui). No Brasil não existe discriminação racial, existe, sim, discriminação patrimonial e financeira. Qualquer negro jogador de futebol de escol ou índio cheio de diamantes da Reserva Roosevelt entra onde quer, estuda no curso que lhe aprouver e ingressa em qualquer universidade se mostrar-se capaz nas provas de avaliação. As cotas são odiosas e criarão rivalidades e abismos raciais que não experimentamos ainda. Cortemos despesas inúteis ou dispensáveis e invistamos em educação básica de boa qualidade para todos, com aproveitamento dos mais capazes e emprego decente que enseje ganhos mínimos para uma vida com dignidade porque todos são necessários numa sociedade, tanto os bem dotados, os gênios, como os oligofrênicos. O Prof. Nilson Santana, de saudosa memória, diretor do IML/RJ, nos deu valiosa lição nessa linha de raciocínio quando nos contou, nos idos de 1968, a experiência que teve com auxiliares de necropsia concursados. Todos se mostraram ruins ou péssimos auxiliares porque pegaram o emprego como degrau, como meio de sobrevivência, enquanto estudavam em busca de melhor colocação. O coração deles não estava no trabalho, que desempenhavam de modo deficiente. Seu melhor assistente de necropsia nem conhecia dinheiro, afirmou o Professor Nilson Santana, assistido pelo Dr. Ivan, que, espero, ainda vive. Em compensação, trabalhava com alegria e cumpria suas tarefas com esmero e dedicação. Deixava os cadáveres nas melhores condições para o trabalho final do legista. Platão já lecionava que os indivíduos devem ser aproveitados segundo sua capacidade. Se não é apto para governar, que lave pratos. É irracional e demagógico diplomar um indivíduo com o grau de medicina, por exemplo, só porque ele é negro, ou índio, e a proporção de médicos dessas raças em relação à branca é desproporcional. Fazer deles juízes seria a mesma coisa. Na Dinamarca, v.g, os estudantes da área médica são aproveitados segundo sua capacidade. Os melhores se tornam médicos, os demais, enfermeiros. Cotas, como bolsa-escola, são expressão de demagogia eleitoreira. Rotulam de incapazes quem delas se beneficiar. É nossa opinião bruta, não lapidada à míngua de tempo."

Isaac Newton Pessoa - 18/7/2006

"Satisfazer a bestialidade de insatisfeitos é uma tarefa inglória (Migalhas 1.455 – 17/7/06 – "Cotas nas universidades", Francisco das Chagas Lima Filho – clique aqui). Essa é mais uma questão como aquela pichação de exigir indenização pelo período escravagista... Ora, não retorno... Ou haverá? Seria o caso de indenizar e fazer os negros retornarem às origens, quando nem sabemos suas origens de capturas? Sabemos, contudo, que os portugueses e outros colonizadores não adentraram nos territórios inóspitos africanos para captura daqueles que seriam escravizados. A miscigenação das diversas espécies humanas jamais tiveram tanto dinamismo em seus envolvimentos. Os espécimes mal formados, em sua pequenez de suas acuidades mentais, insatisfeitas em suas condições menores, não se conformam com sua baixa estatura social e de orientação cultural. Em verdade, a exclusão deles se dá num ambiente de baixa cultura, administrada pelos governos, que não se interessam em nivelar, por cima, os cidadãos. A burrice é vantajosa para a manutenção do 'status', senão estaríamos inseridos no primeiríssimo mundo... E, sob esse aspecto temos nosso desastroso exemplo máximo, resultante de cinqüenta e três milhões de votos, galgar o ápice da res pública. Ora, nossa Carta Magna é soberba, sobretudo, quando diz que 'todos somos iguais perante a lei'. Somos nela, ainda, dotados de direitos sociais à educação, saúde, trabalho, lazer, segurança, previdência social, puericultura, assistência aos desamparados. Desgraçadamente, insatisfeitos e peçonhentos indivíduos, procuram atiçar o ódio de classes, e enfraquecer a sociedade quando toda sua coexistência caminha pacificamente. Urge, apenas administrar a educação, sem demagogia, que resultarão em benefícios de nossas populações, cujos méritos sobrevirão inapelavelmente. Jamais se terá êxito, inclusive, impondo-se cotas para negros, índios e outras espécies, se não tivermos sólidas formações, malgrado os 'espertos índices de aprovação', ovacionados no governo FHC. Ocasião em que, com direito a prêmio ofertado pela ONU, diante de recorde exitoso na 'aprovação' de analfabetos, quando, então, tornou obrigatório suas transposições aos períodos seguintes, impedindo reprovações, favorecendo a falsidade das estatísticas. Basta, assim, que o Governo cumpra a Constituição, oferecendo ensino igual para todos."

Mauricio Alves - 18/7/2006

"A minha indagação é: Por que quase todo negro é racista consigo e com os outros?"

Tathiana Lessa - 20/7/2006

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