domingo, 25 de outubro de 2020

ISSN 1983-392X

Sorteios

de 23/7/2006 a 29/7/2006

"Depois de concorrer tantas vezes, sinto que chegou a minha hora de ganhar algum prêmio de Migalhas e seus apoiadores. Se fosse esperar pela sorte, suponho que esse momento jamais iria chegar."

Maurílio Dias de Araújo - 25/7/2006

"Tal qual o migalheiro Heros Siqueira Di Tano (Migalhas 1.460 – 24/7/06 – "Missivista premiado") também lamento minha má sorte pois participo quase todas as semanas do sorteio das obras de Migalhas e até hoje não tive a felicidade de ser contemplada. E vejam que sempre escolho para participar aquelas obras que estão dentro de minha área de atuação para não tirar a chance de outros migalheiros mais afetos a outras áreas nas quais não milito... Uma pena! Abraços a toda a redação"

Lenita Naves Rodrigues- advogada em Goiânia - 25/7/2006

"Diria aquele personagem criado pelo jornalista Elio Gaspari sobre a mensagem do leitor Heros Di Tano (Migalhas 1.460 – 24/7/06 – "Missivista premiado"): 'Quem não chora, não mama'. Abraços do leitor assíduo."

Vitor Vieira - 25/7/2006

"Eu sempre me considerei um homem de sorte e abençoado por Deus! Porém, nem sempre recebi o que pedi ao Pai Eterno no momento exato em que fiz o pedido, ou desejava receber, de forma incontinênti. Impressionantemente, quando o sonho era concretizado ou desejo realizado, eu enxergava, com muita clareza, que o Pai só me dava, dá e dará as coisas e pessoas na minha vida no momento exato que Ele julga conveniente e justo e que, realmente, era, é e será o melhor e mais oportuno momento para mim. Do mesmo modo, isso se dará com o 'Sorteio de Migalhas'... Sempre me inscrevi, até e-mail mandei sugerindo há dois anos que se mudasse a sistemática para que quem já houvesse ganho saísse, momentaneamente, da disputa para dar vez aos outros migalheiros. Entretanto, se até hoje não ganhei é porque o melhor está por vir... Domingo mesmo abri um 'biscoito da sorte' de uma comida de um restaurante chinês, aqui em Natal, e estava escrito: 'Ganharás um presente que é fonte do conhecimento. Use-o com sabedoria e para o bem da humanidade' (risos). Fiquei emocionado, pois tenho certeza que será um livro de algum doutrinador e colaborador de Migalhas e tenho convicção que será um livro sobre um tema que usarei em benefício coletivo (Direito Constitucional ou Penal). Por falar nisso, vocês sabiam a história do biscoito da sorte? Lá vai: 'A história do biscoito da sorte inicia-se com a participação de Genghis Khan, grande Guerreiro mongol que, no final do século XII, estendendo as fronteiras de seu Império por toda Ásia, chegou a dominar grande parte da China. Essa dominação perdurou por mais de um século, até quando, sentindo o enfraquecimento de seu dominador, o povo chinês iniciou sua luta pela liberdade. Durante anos batalhas foram travadas. Sentindo próxima a vitória, os chineses elaboraram a estratégia do ataque fatal que finalmente os levaria à reconquista de seu território. Esta foi magnificamente planejada, mas ainda restava uma questão: como transmiti-la aos inúmeros exércitos espalhados por outros inúmeros 'fronts' sem que esta caísse em domínio dos terríveis mongóis? A solução foi ao mesmo tempo simples e genial. Havia na época um tipo de bolo em forma de meia-lua cujo sabor era detestado pelos mongóis. Valendo-se disso, os chineses colocaram os planos dentro desses bolos que foram enviados a todos os generais. Através dessa ação o povo chinês reconquistou sua autonomia, dando início à dinastia Ming (aquela mesma, famosa por sua porcelana) e, para comemorar tal feito anualmente os chineses passaram a trocar mensagens de felicitação da mesma forma em que as mensagens secretas foram enviadas, dentro de 'bolos da sorte' que hoje se transformaram em deliciosos 'biscoitos da sorte!'."

Paulo Rodrigues Duarte Lima - Advogado, OAB/RN 6.175, Natal/RN - 25/7/2006

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