quarta-feira, 21 de outubro de 2020

ISSN 1983-392X

Eleições 2018

de 12/8/2018 a 18/8/2018

"Num canto, uma esquerda corrupta, paranoica, incompetente e mentirosa, tendo como cabeças de hidra, Lula e o PT, Boulos e o PSOL, Ciro Gomes e seus surtos esquizofrênicos. Em outro canto, um amontoado de velhas raposas e hienas querendo fazer qualquer negócio, vendendo a alma ao diabo por despojos. Ainda, num terceiro canto, indigentes outsiders murmurando uma algaravia de 'marketeirices', sem pés ou cabeça. E, finalmente, temos Bolsonaro. Os três primeiros grupos combatem ferozmente o Bolsonaro. Picham-no, perversamente, usando um sujo e esgarçado pincel e um balde de fermentadas 'verdades' sobre os militares, numa fórmula engendrada pelos frustrados guerrilheiros marxistas de ontem. Afinal, que diz o Bolsonaro? Que a classe política pós-Constituição de 88, aliada à esquerda no poder, transformou o Brasil num nauseabundo balcão de trocas e baldrocas! Que Legislativo e Executivo negociaram entre si o mais perverso acordo de corrupção para proveito pessoal de uns e financiamento de um espúrio e criminoso projeto de poder de outros? Afinal, quem foram os autores, e atores, do mensalão e do Petrolão? Quem aparelhou o Estado em todos os setores? Quem estimulou e patrocinou o apetite dos grupos dominantes, tipo funcionalismo público, servidores das estatais, do Congresso, Judiciário, responsáveis pelo estádio terminal das contas públicas levando a educação e a saúde ao grotesco e inconcebível caos? O Bolsonaro diz pretender por ordem neste horror que é o Brasil, dando resposta ao fundamental desejo do povo brasileiro: afastar os bandos políticos, chamados partidos, do core da gestão pública. Os postos chave da administração ocupados por militares, não por políticos. É aceito como verdade que a formação ética do militar está anos luz acima do político. Os manipuladores de esquerda querem convencer a opinião pública que há risco numa presença mais ativa dos militares. Lembram os excessos ocorridos pós- 1964. Esquecem o contexto em que ocorreram. Era um regime de exceção enfrentando uma real guerra civil contra grupos de fanáticos de esquerda cujo objetivo era estabelecer no país um regime marxista tipo cubano. Na realidade queriam substituir uma ditadura por outra, mais sangrenta, mais cruel. Os excessos foram (são) execráveis. Mas há a considerar que se tratava de uma guerra. E a crueldade da guerra é mais brutal e animalesca que a crueldade humana corrente. Agora a ação dos militares dar-se-á num ambiente de total democracia. Não serão os militares agentes repressores de nada. Apenas emprestarão sua capacidade, formação aprimorada e ética desejável no encaminhamento de soluções que tirem o país da catástrofe que se anuncia. Sem malandros estelionatários nos ministérios, órgãos públicos, agências reguladoras (ANS, ANAC e que tais), empresas públicas. Acho que a solução Bolsonaro é a única com chances de sucesso. Qualquer das outras disponíveis, de esquerda ou de direita, será a continuidade do desastre PT/Lula/Dilma ou impossibilidade das reformas, Fiscal, Previdenciária e Política. E o desastre, tipo Grécia, inevitável."

Alexandre de Macedo Marques - 14/8/2018

"A candidatura pornô de Lula à presidência da República foi impugnada pelo também ator pornô Alexandre Frota. A impugnação foi distribuída para um ministro do TSE conhecido por maltratar a Lei Maria da Penha. Pode isso, Arnaldo?"

Abílio Neto - 16/8/2018

"Ainda que fosse possível a candidatura de um condenado em segunda instância em razão de acórdão em ação penal (e supondo que esse condenado não esteja inelegível), mesmo que o condenado fosse eleito não poderia assumir a presidência da República, conforme decisão do STF na ADPF 402,  em 7/12/16. Na ocasião, ficou decidido que o senador Renan Calheiros - que era o alvo da ADPF -, então presidente do Senado Federal, não poderia sequer substituir o presidente da República, na ausência deste, pelo fato de ser réu em ação penal. Portanto, o condenado Lula (e réu em várias outras ações penais em razão de crimes cometidos no exercício da presidência da República!) é candidato dele mesmo. Vale sempre lembrar que o TSE poderia ter resolvido esse assunto na noite de 29/5/18, por ocasião do julgamento da consulta 0600234-94.2018.6.00.0000, formulada pelo deputado Marcos Rogério (DEM/RO) mas preferiu se omitir, atendendo ao apelo de 'forças estranhas'. Ocorre que ao omitir-se o TSE tornou-se culpado - melhor dizendo: cúmplice! - do odioso caos político e eleitoral instalado nas eleições brasileiras. Registre-se, ainda, a omissão da 12ª vara de Execução Penal de Curitiba, que permite que as instalações da Polícia Federal em Curitiba transformem-se em escritório político do referido condenado que, junto com seus advogados, debocham da nação brasileira."

Milton Córdova Júnior - 16/8/2018

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