quinta-feira, 22 de outubro de 2020

ISSN 1983-392X

Insultos recíprocos

de 12/8/2018 a 18/8/2018

"Como a OAB é célere contra o advogado mas uma verdadeira tartaruga para defender seus membros ou sociedade (Migalhas 4.421 - 16/8/18 - "Pimenta nos olhos..." - clique aqui)."

Eduardo Cardoso - 15/8/2018

"É estranho que a OAB/SP não tenha tido a mesma agilidade com o advogado ofensor, o fazendo somente quando achou que a honra de membros do Poder Judiciário era atingida (Migalhas 4.421 - 16/8/18 - "Pimenta nos olhos..." - clique aqui). A intransigência deveria atingir a todos não se restringindo a uma determinada classe."

Manoel Carlos Rodrigues Cardoso - 15/8/2018

"Ainda que chocante e inesperado, acredito que o apelante demonstrou não só a magistrada, como a todos nós, o dano moral (Migalhas 4.421 - 16/8/18 - "Pimenta nos olhos..." - clique aqui). Ao ponto de impor a nobre juíza um infortúnio capaz de se colocar no lugar do insultado, autor do processo."

Uelito Fernandes - 15/8/2018

"Perfeito! Modo prático de fazer quem julga se colocar no lugar de quem é julgado (Migalhas 4.421 - 16/8/18 - "Pimenta nos olhos..." - clique aqui). Utilizados como tese, concordo com a forma de 'chocar o leitor' da petição e não como 'xingamentos'. Sugestão de leitura: Na Internet 'A Caracterização do Dano Moral pela Psicologia Aplicada'."

Eduardo Cesar Elias de Amorim - 16/8/2018

"Honestamente, eu gostaria de saber o que é dano moral para a juíza da causa (Migalhas 4.421 - 16/8/18 - "Pimenta nos olhos..." - clique aqui). Essa apreciação dela, para mim, foi muito superficial. O advogado foi didático, mas infelizmente sofrerá as consequências. Está na hora de não haver mais dois pesos e duas medidas."

Pedro Henrique Justiniano - 16/8/2018

"O ilustre colega já é meu herói, mesmo considerando que ele exagerou um pouco na tinta (Migalhas 4.421 - 16/8/18 - "Pimenta nos olhos..." - clique aqui). Entretanto, gostaria de enviar um recadinho para os 'diligentes' e 'magnânimos' corregedor do TED e presidente do Tribunal Deotológico da OAB/SP: - O pedido de suspensão preventiva com análise açodada da conduta apenas pelo viés do suposto efeito é uma flagrante estupidez e exagerado 'puxa-saquismo" do Judiciário. E isso é que é uma ação inaceitável! Impedir a manutenção do exercício profissional, sem ter havido qualquer prejuízo à sociedade ou à classe é uma tremenda sacanagem!"

Edson Nuno Filho - 16/8/2018

"Impressionante (Migalhas 4.421 - 16/8/18 - "Pimenta nos olhos..." - clique aqui)!"

Rafael Gonzaga - 16/8/2018

"O advogado pesou na mão, mas a juíza deu margem a esse tipo de interpretação (Migalhas 4.421 - 16/8/18 - "Pimenta nos olhos..." - clique aqui). Ri muito. Qual será o desfecho? O Judiciário é dono do bem e do mal."

Cristina Chimenes - 16/8/2018

"Entendo que o nobre colega exagerou em seu recurso, mas também é inaceitável esse tipo de sentença, onde relata que é mera discussão, ofensas postadas nas redes sociais (Migalhas 4.421 - 16/8/18 - "Pimenta nos olhos..." - clique aqui). Só acho que ele deveria ter utilizado as mesmas palavras para ver se os magistrados aceitariam."

Gilberto José da Silva - 16/8/2018

"Esperar coerência, racionalidade, bom senso, isenção, senso de medida, prevalência de equilíbrio nas OAB's em geral, e em particular na de SP (Migalhas 4.421 - 16/8/18 - "Pimenta nos olhos..." - clique aqui)? Risos. Há muito que são continuidade dos vícios políticos da rapaziada dos Centros Acadêmicos contaminada pela Zica da politicazinha. Em tempos mais sadios chegar a presidente da OAB era fruto de uma notoriedade plena, fruto de labor profissional de alto e ilibado padrão de alto padrão. Hoje celebramos famosos 'sr. Quem'?"

Alexandre de Macedo Marques - 16/8/2018

"Pimenta nos olhos dosoutros então é refresco (Migalhas 4.421 - 16/8/18 - "Pimenta nos olhos..." - clique aqui)? E viva a injustiça em nosso país!"

Ana Cherpinski - 16/8/2018

"Se o advogado agiu errado, a juíza também não agiu (Migalhas 4.421 - 16/8/18 - "Pimenta nos olhos..." - clique aqui)?"

Alexandre Augusto Carvalho Simões - 16/8/2018

"O causídico está com razão (Migalhas 4.421 - 16/8/18 - "Pimenta nos olhos..." - clique aqui)."

Páris Barbosa de Paiva Oliveira - 16/8/2018

"Não posso deixar de criticar a atitude da OAB nesse caso (Migalhas 4.421 - 16/8/18 - "Pimenta nos olhos..." - clique aqui). O advogado, não obstante ter agido de forma pouco ortodoxa, não teve a intenção de ofender a magistrada, expôs a sua tese com proficiência e clareza."

Claudete aparecida rossi - 16/8/2018

"Realmente chocante, porém devemos entender friamente a intenção do advogado, se somos todos iguais, com os mesmos direitos e deveres, ele tentou dar a entender que se para a juíza todas as ofensas que sofreu sua cliente é normal se reportar a juíza desta forma seria normal também ou não (Migalhas 4.421 - 16/8/18 - "Pimenta nos olhos..." - clique aqui)? Admirei a coragem deste advogado, e ao mesmo tempo angustiado com a falta de critério para julgar todos os casos e temos que chegar a este ponto."

José Feliciano Neto - 17/8/2018

"Dois fatos me deixam estarrecidos (Migalhas 4.421 - 16/8/18 - "Pimenta nos olhos..." - clique aqui). Primeiro, de como a decisão dos magistrados nada tem haver com imparcialidade, já que com o outro tudo bem, mas não comigo. Corporativismo entre os advogados, nem pensar? A OAB foi a primeira a ferrar com o cara. O buraco do país começa no Judiciário."

Mário Rocha - 17/8/2018

"Sou fã desse advogado, fundamentação muito inteligente (Migalhas 4.421 - 16/8/18 - "Pimenta nos olhos..." - clique aqui)."

Larissa Porto - 17/8/2018

"Mas se houve um esclarecimento prévio, no sentido de que as palavras que se seguiriam não teriam o condão ofensivo, mas meramente 'ilustrativo', fica a indagação: por que tanto alarde (Migalhas 4.422 - 17/8/18 - "Exclusivo" - clique aqui)? Não houve dolo de xingar, não houve intenção de ofender, o que, curiosamente, parece não ter ocorrido o mesmo nos (reais) xingamentos postados no Facebook ao colega advogado. Então, porque uma repressão tão severa a quem consignou palavras de baixo calão, porém nitidamente de cunho fictício, e censurável (essa sim) impunidade a quem, de fato, quis aviltar, ofender, ultrajar terceiro? Realmente, valores e princípios parecem estar sendo totalmente invertidos!"

Adriana Alonso - 17/8/2018

"Apoio totalmente o advogado que pôs a juíza em xeque (Migalhas 4.422 - 17/8/18 - "Exclusivo" - clique aqui). Se a juíza, o Judiciário sentiu-se ofendido, isso corrobora o pedido do cidadão de que seja reconhecida a ofensa que sofreu. Não cabe duas medidas para o mesmo peso. Repúdio à OAB, que agiu pelo corporativismo."

Suzeth Gois - 17/8/2018

"Caro colega, sempre tive vontade de fazer o mesmo e confesso que não tenho coragem (Migalhas 4.422 - 17/8/18 - "Exclusivo" - clique aqui). Talvez no dia que eu desistir desta profissão, este seja meu último ato. Na realidade até teria coragem de tomar algumas atitudes, mas me esbarro no receio de no futuro minhas futuras ou atuais ações, que tramitarem/tramitem no cartório do(a) 'infeliz' que for o alvo dos meus adjetivos, possa prejudicar os meus clientes."

Sandra Helena Rodrigues de Freitas - 17/8/2018

"Simplesmente genial (Migalhas 4.422 - 17/8/18 - "Exclusivo" - clique aqui)! Ao ler a notícia e, posteriormente, a petição, achei genial a argumentação. O colega deixou bem claro na petição que os termos estavam sendo utilizados apenas como reforço argumentativo, sem qualquer intenção de ofender. O interessante é que a repercussão que o caso acabou tomando e tornando mais evidente a argumentação usada. Parabéns pela criatividade! Conseguiu - mais do que demonstrar - provar os seus argumentos! Nota triste foi a postura do presidente do TED/OAB consultado na matéria, que pela postura tomada, (quero imaginar) agiu sem ter sequer lido a peça."

Alexandre Gavazzi César - 17/8/2018

"Obviamente, não concordo com a forma que o doutor usou para lutar pelo respeito de nossa classe (Migalhas 4.422 - 17/8/18 - "Exclusivo" - clique aqui). Não obstante, concordo quando diz que para o nosso Judiciário não importa o que se fala, mas para quem se dirige a mensagem. Infelizmente, a maioria dos magistrados vem agindo como se houvesse hierarquia em nossas relações e, por vezes, ficamos entre nos calar ou 'fazer barraco' pela eficácia de nossas prerrogativas e o interesse de nossos clientes! Espero que o caso se resolva com os devidos pedidos de desculpas e que sirva para o fim a que se destinou (valorizar a advocacia)."

Renan A. Marques - 17/8/2018

"Quero é saber do final dessa história: como será julgada tal apelação e as consequências para o advogado na OAB (Migalhas 4.421 - 16/8/18 - "Pimenta nos olhos..." - clique aqui)."

Esther Matos Pereira - 17/8/2018

"Entendi plenamente o raciocínio fora da caixa do advogado (Migalhas 4.422 - 17/8/18 - "Exclusivo" - clique aqui). Ele quis, sim, demonstrar que palavras pejorativas, agressivas agridem, como se sentiu a magistrada. No vídeo disse muito bem, as palavras agridem dependendo a quem seja dirigida, e esse foi o lamentável entendimento na sentença. Pior, ainda, com todo respeito aos que pensam o contrário, foi a decisão da OAB, via TED, que, simplesmente, sem fugir do raciocínio trivial, suspende o jovem causídico, dando asas a sentenças medianas."

Francisco José Rodrigues Bezerra de Menezes - 17/8/2018

"Comentar o quê (Migalhas 4.421 - 16/8/18 - "Pimenta nos olhos..." - clique aqui)? Afinal, a peça apelativa é de extrema agressividade própria de quem não tem argumento razoavelmente lógico."

Walter Gonçalves - 17/8/2018

"O dr. fez uso de um recurso de exposição (Migalhas 4.422 - 17/8/18 - "Exclusivo" - clique aqui). Não faz sentido os magistrados sentirem-se ofendidos e muito menos a OAB punir o colega. Acho que foi subserviente."

Pedro Camera Pacheco - 17/8/2018

"Tem que recorrer dessa decisão (Migalhas 4.421 - 16/8/18 - "Pimenta nos olhos..." - clique aqui). Só quem sofre a ofensa é capaz de provocar uma autoridade para sentir na pele. Juiz tem que ser imparcial."

Carlos A. S. Mendes - 17/8/2018

"Se fôssemos xingar todos os juízes quando a decisão é contrária, poucos não seriam xingados (Migalhas 4.421 - 16/8/18 - "Pimenta nos olhos..." - clique aqui). Mas devemos manter a calma e agir dentro da ética e da moralidade. Existe recurso. Mas no caso do jovem advogado, os insultos eram recíprocos e nesse caso, em tese, realmente nao gera dano moral. Mas como estava litigando em causa própria deve ter se abalado com a sentença. Segue um conselho de um colega bem mais velho nas lides forense. Calma. Respire e apele. De tapas com luvas de pelica apenas. Sucesso."

Aparecido Gonçalves Ferreira - 17/8/2018

"Dois pesos e duas medidas (Migalhas 4.422 - 17/8/18 - "Exclusivo" - clique aqui). O cara foi esculachado e a juíza julga improcedente a açao de constrangiemento à moral. Ele por sua vez faz a mesma coisa com a juíza e o corporativismo nega apoio ao advogado, mesmo sabendo que o fim nao justifica o meio. Dois pesos e duas medidas. Esse país está perdido."

Francilio Nascimento - 17/8/2018

"'Verba volit, scripta manent' (Migalhas 4.422 - 17/8/18 - "Exclusivo" - clique aqui). A gente tem que pensar duas ou mais vezes antes de escrever, e assinar. Está passando da hora desse jovem pedir desculpas, independentemente do desfecho mais que previsível. Em toda profissão há gente sem vocação alguma, sem preparo, sem estofo, sem a mínima condição. Uma pena!"

Paulo Andrade - 17/8/2018

"No futebol, quando os jogadores se agridem mutuamente, o cartão vermelho vai para os dois (Migalhas 4.421 - 16/8/18 - "Pimenta nos olhos..." - clique aqui)."

Wilson Dias Malnati - 17/8/2018

"A estupidez da magistrada é tanta, que o que se percebe é que ela não sabe fazer o próprio trabalho (Migalhas 4.422 - 17/8/18 - "Exclusivo" - clique aqui). As ofensas em redes sociais agridem não só a honra e o psicológico do indivíduo, mas sua imagem profissional. Denegrir a imagem do advogado em público é retirar clientes de forma indireta, pois as pessoas passam a não confiar no profissional. A OAB nesse caso, deveria sim representar contra a magistrada e não suspender o registro do advogado. É notório atualmente a perseguição de juízes 'despreparados' com advogados em todo país. Espera-se mais da instituição."

André Luiz da Silva - 18/8/2018

"Eu entendi o propósito do advogado em sua apelação, mas acredito que ele exagerou na dose (Migalhas 4.422 - 17/8/18 - "Exclusivo" - clique aqui). Em minha opinião, se ele analisasse melhor, teria percebido que as mesmas ofensas que sofreu em rede sociais cairiam como uma luva em sua apelação contra a juíza sem comprometer algo tão importante numa defesa: sua valiosa razão. A magistrada foi infeliz sim em sua missão julgadora e, ao contrário de promover a solução de um conflito, só gerou indignação e revolta, o que não coaduna com a finalidade de uma boa prestação jurisdicional."

Marcelino Diniz - 18/8/2018

"Infelizmente neste país, os valores estão invertidos, e tudo o que vem acontecendo, é reflexo de todo o erro cultivado nos últimos anos, tidos como 'normais' (Migalhas 4.422 - 17/8/18 - "Exclusivo" - clique aqui). Infelizmente, advogado não tem o devido respeito, e sequer a 'consideração' constitucional que deveria ter. O possível excesso por parte do advogado nada mais é do que o reflexo da nossa Justiça raza, fria e sem qualquer respeito para com o advogado que tem função constitucional. Infelizmente, se não se corrigir os erros básicos, isso será cada vez mais normal, ou haverá uma migração em massa dos operadores do Direito (advogado), para os concursos públicos, o que de certa forma já está acontecendo, cada vez com mais intensidade."

Jefferson Tenchini Barros - 18/8/2018

"Se eu fosse essa juíza, encaminharia esse caso ao MP e pediria indenização por danos morais à esse 'advogado' (Migalhas 4.422 - 17/8/18 - "Exclusivo" - clique aqui)."

Maria de Lourdes Palhares - 18/8/2018

"A OAB é uma entidade cada dia mais fraca (Migalhas 4.422 - 17/8/18 - "Exclusivo" - clique aqui). Xingar advogado pode, mas xingar juiz não? Por que? 'Todo mundo é igual, mas alguns são mais e outros menos?' Eu repudio este ato! Que este colega advogado consiga reverter esta situação e a juíza prove com seu trabalho que não passa de mais um funcionário público que presta um desserviço à população, em função da pouca qualidade de seu trabalho."

Claudio Morisson Favraud - 18/8/2018

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