quinta-feira, 22 de outubro de 2020

ISSN 1983-392X

Dia 11 de agosto

de 6/8/2006 a 12/8/2006

"O dia 11 de agosto se aproxima e nos deparamos com os poucos advogados éticos e muitos corrompidos pelo sistema. O grande número de reprovados no Exame de Ordem comprova o ensino universitário decadente que contribui para má formação profissional e até mesmo de caráter. Será que ainda vale a pena cursar Direito? O mercado de trabalho está cada vez mais seletivo, tanto para escritório, empresas privadas quanto para concurso público. Hoje é necessário mais empenho que vocação e o retorno definitivamente será a médio e longo prazo."

Érika Dias Machado - 9/8/2006

"Ouso utilizar-me deste prestigiado rotativo para saudar os ilustres advogados pelo 11 de agosto, e, em especial àqueles que noutrora contribuíram e ainda contribuem e muito na construção de minha carreira. Os inesquecíveis, Dr. José Luiz Ferreira, Dra. Sílvia Vieira Damião, Dra. Luciana de Fátima Rodrigues, Dra. Lídia Maria Andrade e Braga, Dr. Paulo Gomes e Dra. Thays Spirandelli. Meus sinceros cumprimentos."

Jáderson Cláudio Coelho - 11/8/2006

"Hoje Migalhas (1.474 – 11/8/06), comemorando o 'nosso dia' da pendura, nos deu uma infinita saudade daqueles tempos tranqüilos de uma Paulicéia romântica, acolhedora, que jamais se repetirá, nessa selva de pedra e violência em que se transformou. Desconheço o nome dos ilustrados redatores. Apenas sei que excedem sempre, em tudo. Um oásis de bom gosto, cultura, saudade e humanismo, essa nossa Migalhas... Votos de continuidade nessa linha de informação e ajuda. Parabéns a todos os bacharéis de ontem e de hoje, continuadores de lídima tradição de todas as 'Arcadas' de todas as cidades..."

Geraldo L. de Campos – Marília/SP - 11/8/2006

"Migalhas (1.474)! Sensacional a edição de hoje, 11 de agosto de 2006. Parabéns."

José Piacsek Neto - 11/8/2006

"No dia em que se comemora a participação importante do Advogado no cenário institucional do Estado brasileiro e tendo presente a preocupação advinda, quanto ao exercício da Advocacia, gostaria de lembrar e deixar expressa a resposta dada pelo notável, excelso e emérito Professor Goffredo da Silva Telles Júnior, ao responder à seguinte pergunta: 'Que conselhos o senhor daria aos novos advogados ?'

'Não mentir !  O advogado não deve mentir nunca !  Vitórias fundadas em mentiras não prevalecem. Tarde ou cedo, a mentira é desmascarada e se afunda em estrondosa derrota. Ninguém se iluda. O que realmente se quer é a justiça. E não há verdadeira justiça fundada em mentiras. O que há, sim, é um estreito vínculo entre a justiça e a verdade.

Advogados, meus queridos colegas ! Ouçam este outro conselho, muito ligado ao primeiro e que meu coração proclama: Não se deixem levar pela corrupção ! Fiquem certos de que abre chaga no seio da sociedade o bacharel corrupto. O bacharel corrupto é uma triste figura. É traidor do seu diploma, traidor da categoria de profissionais a que pertence. É traidor da ordem instituída na sociedade - dessa ordem de que ele é esteio e intérprete.

O advogado corrupto é traidor da Disciplina da Convivência, traidor da ordem social de que ele precisa ser sentinela e guardião !'

O texto está publicado na revista 'O Jurista', em sua edição de agosto do corrente ano.

Trata-se de lição imorredoura de um dos Homens mais extraordinários, que o Brasil conheceu. No ano de 1954, quando o professor Goffredo foi laureado com a cátedra da cadeira de 'Introdução à Ciência do Direito' na Faculdade de Direito da USP, um dos seus concorrentes era o meu saudoso e querido Tio professor Alberto Moniz da Rocha Barros, que ficou com a livre-docência da disciplina. Tornaram-se grandes amigos, em uma encantadora admiração mútua, no cultivo da inteligência. No dia 9 de dezembro de 1968, quando do falecimento de meu tio Alberto, o professor Goffredo chegou a mim e disse: 'perco, com a morte do Rocha Barros, um verdadeiro e extraordinário amigo'. Lindos tempos. Em 4 de setembro de 1954, amigos e admiradores do professor Alberto Moniz da Rocha Barros lhe ofereceram um jantar no Automóvel Clube de São Paulo. Tio Alberto em seu discurso de agradecimento sobre o tema 'Uma Lição de Tolerância - O Direito, a Moral e a Política'; termina a sua oração, lembrando uma outra lição do notável professor Goffredo: 'não olvidarei a advertência feita no seu brilhante discurso de posse na cátedra, pelo ilustre professor GOFFREDO DA SILVA TELLES JÚNIOR, com quem tive a honra de competir no concurso hoje rememorado: estudantes que colam nos exames, e professores que não aulas, carecem de autoridade para criticar governantes que não cumpram seus deveres'."

Ovídio Rocha Barros Sandoval - Advocacia Rocha Barros Sandoval & Ronaldo Marzagão - 11/8/2006

"Muito boa essa edição (Migalhas 1.474 – 11/8/06). Parabéns. Obrigado pela grata surpresa."

Plinio Pinto - 11/8/2006

"Se 'Migalhas' serve, também, para divulgar trovas e sonetos - como as divulgadas na edição '1.474'. Dentre outras, permito-me solicitar a divulgação das advertências constantes da poesia reproduzida abaixo, para que, pelo menos os advogados não elejam políticos da qualidade dos referidos nos versos (que, alias, são inúmeros neste Brasil ‘paraíuso da impunidade’. 

'Exemplo politicoso

Aquele ali por exemplo

é um político exemplar

só pega no que é dele

na hora que vai mijar

rouba do cego o caneco

rasga roupa de boneco

pra ver menino chorar.

E vindo uma CPI

querendo cpizar 

estrebucha, mostra as prova,

moldada pra se provar

se inocenta e vai embora...

Se for muito caipora

e não der pra se livrar

renuncia, junta os caco...

como nada aqui, dá em nada

dá outra candidatada

e torna a politicar.'

De Jessier Quirino - poeta pernambucano em Prosa Morena, edições Bagaço - Recife, 2001)."

Ernandes Nepomuceno de Oliveira - 11/8/2006

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