terça-feira, 20 de outubro de 2020

ISSN 1983-392X

Urbanidade - Atendimento pelo juiz

de 2/9/2018 a 8/9/2018

"No Ceará, especialmente em Fortaleza, ainda existem muitos juízes que criam dificuldades no atendimento de advogados (Migalhas 4.434 - 4/9/18 - "Urbanidade - Atendimento pelo juiz" - clique aqui). Existem outros que dada a irregularidade de estarem em seus postos de trabalhos, manter algum contato pessoal, é semelhantemente a emoção de adquirir um bilhete premiado."

Élio Marques - 4/9/2018

"Aqui em Goiânia, via de regra, somos muito bem atendidos pelos juízes (Migalhas 4.434 - 4/9/18 - "Urbanidade - Atendimento pelo juiz" - clique aqui). No entanto, têm alguns inacessíveis. Têm juízes de primeiro grau, na Justiça Comum Estadual, que não têm expediente no gabinete. Reclamamos e nada acontece."

Renato Martins Miranda Ala - 4/9/2018

"Infelizmente aqui na Bahia as portas estão fechadas; temos cartórios integrados em que ficamos em filas para ser atendidos (Migalhas 4.434 - 4/9/18 - "Urbanidade - Atendimento pelo juiz" - clique aqui). Filas são normais, mas não há qualquer disciplina ou organização para o atendimento ter agilidade. Os juízes fecham as portas e os processos dormem eternamente em berço esplêndido. Vidas esquecidas, roubadas. A advocacia padece e clama por Justiça!"

Clara Nunes Barreto Teixeira - 4/9/2018

"Sou advogada na área criminal em Pernambuco (Migalhas 4.434 - 4/9/18 - "Urbanidade - Atendimento pelo juiz" - clique aqui). Nunca deixei de ser formalmente atendida nos gabinetes daqui (TJ/PE e TRF5), mas a regra é o juiz atender demonstrando que está extremamente incomodado com a prersença do causídico, demonstrando total desinteresse aos argumentos que lhe são expostos, o que se afigura uma lástima, pois a qualidade dos julgados refletem esta insatisfação do julgador com a profissão (agora estou me referindo ao TJ/PE)."

Liara da Cruz - 4/9/2018

"Na comarca de Luziânia/GO dificilmente você consegue despachar com os juízes da Justiça comum (Migalhas 4.434 - 4/9/18 - "Urbanidade - Atendimento pelo juiz" - clique aqui). Em Brasília, os assessores dos juízes da Justiça comum na maioria das vezes são solícitos e atendem."

Francisco Estrela de Medeiros Junior - 4/9/2018

"Sobre a matéria de como nós advogados somos tratados pelos magistrados, de pronto me veio à mente aqueles acometidos pela doença 'juizite'; aqueles que sequer nos olham após longa espera do lado de fora do gabinete aguardando santa excelência ter três ou quatro minutos para nos ouvir (Migalhas 4.434 - 4/9/18 - "Urbanidade - Atendimento pelo juiz" - clique aqui). Mas não! Não vou dar ibope para esse tipo. Quero publicamente parabenizar o Magistrado (esse com letra maiúscula) dr. Sérgio Pacelli, titular da 8ª Vara Cível de Juiz de Fora, que sempre recebe os advogados com muita educação, prestando a devida atenção ao que temos a dizer, aproveitando aquele momento em que o advogado mastigou todos os fatos e fundamentos para solicitar algo urgente. Apesar de não concordar com alguns posicionamentos, fica aqui minha sincera admiração por fazer seu trabalho de forma zelosa e de igual para igual com os advogados. Também temos duas grandes juízas mulheres na 1ª e 4ª Vara de Família da mesma comarca: dra. Raquel Gomes Barbosa e dra. Maria Lúcia Cabral Caruso, respectivamente. Duas juízas dignas de aplausos por sua competência e zelo com os advogados."

Nicole Vasconcelos dos Reis - 4/9/2018

"Particularmente, as vezes que procurei falar com juízes aqui no Ceará fui atendido, mas, precisa-se fazer com que quebre com esses impérios de juízes não querer atender advogados ou estipular horas e dias determinados para atender; tem que respeitar as normas e aplicar o princípio da isonomia (Migalhas 4.434 - 4/9/18 - "Urbanidade - Atendimento pelo juiz" - clique aqui)."

José Rinaldo Pereira Pequeno - 4/9/2018

"Creio que mais difícil do que falar com magistrado é falar com o membro do MP (Migalhas 4.434 - 4/9/18 - "Urbanidade - Atendimento pelo juiz" - clique aqui)."

Cláudio Henrique Mendonça - 4/9/2018

"Excelente site (Migalhas 4.434 - 4/9/18 - "Urbanidade - Atendimento pelo juiz" - clique aqui)."

Admilton Almeida - 4/9/2018

"Não há um comportamento padrão por parte dos magistrados (Migalhas 4.434 - 4/9/18 - "Urbanidade - Atendimento pelo juiz" - clique aqui). Alguns respeitam e são receptivos aos advogados, mas outros veem o causídico como um subordinado e agem de forma desrespeitosa e autoritária. Eu não me calo e inclusive já propus representação contra um magistrado do Fórum João Mendes, que resultou em advertência. Ocorre que, de uns tempos para cá, tem havido uma incidência maior de autoritarismo e arrogância por parte de alguns magistrados, que desconhecem suas obrigações e as prerrogativas dos advogados. Essa frequência tem me levado a deixar alguns casos para lá, pois a representação demanda tempo, não remunera o advogado e causa um certo estresse. O ideal é que a OAB e a AASP tenham uma atuação mais firme e objetiva em nome de todos os advogados. Os juízes que não recebem advogados são conhecidos por essa negativa, mas mantém-se em pública arrogância sem serem incomodados."

Adalton Abussamra Ribeiro de Oliveira - 4/9/2018

"Recentemente fui impetrar um mandado de segurança no TRF1 e pedi para falar com o juiz antes, me arrependi (Migalhas 4.434 - 4/9/18 - "Urbanidade - Atendimento pelo juiz" - clique aqui)! Fui tratada como mentirosa! O juiz teve a capacidade de dizer que ia indeferir o pedido e se entrasse novamente após o prazo de seis meses ele iria pedir perícia para verificar se os filhos da impetrante estavam doentes mesmo por causa da ausência da mãe que está estudando Medicina em outra cidade e que a mesma ainda teria de pagar a perícia! O que percebo é que os juízes estão sempre contra a parte hipossuficiente nas causas. Imagina um juiz defender uma instituição de ensino, alegando que a lei não obriga a mesma dar vagas para transferência externa! Até aí tudo bem! Mas eles fazem de forma que o impetrante se sinta um lixo, um bandido em querer uma transferência de uma faculdade de Medicina pois não conseguiu passar no vestibular em Brasília e agora estudar fora está se tornando um verdadeiro inferno para sua família. Pois teve de deixar filhos pequenos aos cuidados do pai que também trabalha fora! E o juiz dizer que indefere por causa da isonomia em relação aos estudantes que concorrem às mesmas vagas de um vestibular? Então rasga logo essa CF e acaba com essa palhaçada de remédios constitucionais! Isso é bandidagem! O país pode parar para julgar um bandido preso que quer se candidatar a presidente da República mas não podem dar uma vaga a uma mãe de família que quer ser médica e precisa terminar de criar seus filhos e cuidar do marido! Cada dia que passa fico mais desacreditada."

Adriane Maria da Silva Meira - 4/9/2018

"Nos EUA, advogado de uma parte que for falar com juiz de uma causa, sem a presença do advogado da outra parte ('embargos auriculares') terá fatalmente sua inscrição como advogado suspenso e estará sujeito à exclusão ('disbarment') (Migalhas 4.434 - 4/9/18 - "Urbanidade - Atendimento pelo juiz" - clique aqui). Juízes norte-americanos que ouvem o advogado de uma parte sem a presença do advogado da outra parte também estão sujeitos a medidas disciplinares. O motivo deveria ser óbvio a todos."

Michael Royster - 4/9/2018

"De forma restritiva, sempre (Migalhas 4.434 - 4/9/18 - "Urbanidade - Atendimento pelo juiz" - clique aqui)!"

Arnaldo Garcia Miguel Junior - 4/9/2018

"Em mais de 50 anos de advocacia evito conversar com magistrados sobre processos, porque entendo que esse hábito toma tempo do magistrado e cria preferências inaceitáveis (Migalhas 4.434 - 4/9/18 - "Urbanidade - Atendimento pelo juiz" - clique aqui). As vezes que precisei conversar, fui bem atendido, mas nem sempre o magistrado cumpriu o que prometeu. Entretanto, há colegas que entram nos gabinetes toda vez que vão protocolar uma petição. Outros vão perguntar se 'está certo' e outros, ainda, compõe a 'turma do como é que eu faço'. Pior é que há juízes que 'ensinam' e outros que, previamente, manifestam 'o meu entendimento'."

Firmino de Paula Santos Lima - 4/9/2018

"Acredito que a regra deveria ser lembrada a todos os magistrados diarianente pela OAB às entidades de classes dos magistrados estaduais Federais e militares com o envio de lembretes para serem repassados (Migalhas 4.434 - 4/9/18 - "Urbanidade - Atendimento pelo juiz" - clique aqui)."

José Camilo de Lélus - 4/9/2018

"Em Santos, advogados ainda são tratados como potenciais marginais, dado que apenas nós somos submetidos ao detector de metais e à revista (Migalhas 4.434 - 4/9/18 - "Urbanidade - Atendimento pelo juiz" - clique aqui). No fórum central a coisa é tão bizarra que também temos que tirar tudo da bolsa para passar pela porta giratória do Banco do Brasil que se localiza no subsolo do prédio - onde só entramos, como eu disse, após passar pelos crivos da máquina e do vigia. Enquanto isso serventuários, juízes e promotores, essa gente toda muito equilibrada e longe de ser violenta, passa ao largo na fila. E segue o baile, sob as bençãos da 'órdi'."

Alexandra Rodrigues Bonito - 4/9/2018

"Na minha comarca, Tocantinópolis/TO, tenho acesso total aos magistrados nos corredores, cantina e gabinetes (Migalhas 4.434 - 4/9/18 - "Urbanidade - Atendimento pelo juiz" - clique aqui). O problema é que para o juiz ter uma boa produtividade às vezes é necessário que ele não vá ao fórum, porque depois que chega lá dificilmente passa duas horas sem ser interceptado."

Rangel Cintra - 4/9/2018

"Participei de uma audiência em que a autora da ação 'ousou' dirigir a palavra à mal-vestida e despenteada juíza substituta (Migalhas 4.434 - 4/9/18 - "Urbanidade - Atendimento pelo juiz" - clique aqui). A resposta foi um grito. três gritos - um a cada intervenção da ré. O advogado foi instruido pela juíza a orientar a sua cliente. Apesar de ter sido a ré na ação civil, fiquei constrangida e até penalizada. No final, a r. juíza nâo deu solução ao processo, atrasando o término da obra de um imóvel."

Gisele Macedo França - 4/9/2018

"Muitas vezes Sua Excelência não nos recebe e exige para tal atendimento que o advogado esteja presente (Migalhas 4.434 - 4/9/18 - "Urbanidade - Atendimento pelo juiz" - clique aqui). Por esta razão uma de minhas ações já duram 24 anos e outra 18."

Osvaldo Pimenta Lima - 4/9/2018

"Infelizmente em alguns casos, principalmente na Justiça Federal, os juízes dificultam bastante o atendimento dos advogados (Migalhas 4.434 - 4/9/18 - "Urbanidade - Atendimento pelo juiz" - clique aqui)."

Carlos Alberto Barreto - 4/9/2018

"Na comarca de Paraíba do Sul, nós, advogados, só podemos elogiar a postura dos magistrados que exercem a magistratura (Migalhas 4.434 - 4/9/18 - "Urbanidade - Atendimento pelo juiz" - clique aqui). Todos zelosos, assíduos e recebem os advogados, até mesmo nos intervalos das audiências."

João A. F. Rocha - 4/9/2018

"Sou de Capistrano, Estado do Ceará. Na comarca em que atuo há um diferencial em todos os aspectos, maiormente quanto a atuação do MM. juiz, que trata a todos com respeito e urbanidade (Migalhas 4.434 - 4/9/18 - "Urbanidade - Atendimento pelo juiz" - clique aqui)."

Francisco Warney Barros - 4/9/2018

"Muito bom ter acesso ao Migalhas (Migalhas 4.434 - 4/9/18 - "Urbanidade - Atendimento pelo juiz" - clique aqui)."

Danúbio Holanda Mendes - 4/9/2018

"Moro em Goiânia e a grande parte das varas é inacessível o contato com o magistrado; sequer por hora marcada (Migalhas 4.434 - 4/9/18 - "Urbanidade - Atendimento pelo juiz" - clique aqui). Parece que o juiz tem medo de nosso contato com eles."

Douglas Rios - 5/9/2018

"É mais fácil ser recebido pela rainha da Inglaterra (Migalhas 4.434 - 4/9/18 - "Urbanidade - Atendimento pelo juiz" - clique aqui)."

João Batista Bortolin - 5/9/2018

"Aqui no TJ/RJ nem em primeira e nem em segunda instância somos recebidos pelos magistrados, pelo menos minhas solicitações (Migalhas 4.434 - 4/9/18 - "Urbanidade - Atendimento pelo juiz" - clique aqui). Há mais de 15 anos recusam a nos receber, às vezes, com descaso, somos recebidos por pessoas que se dizem 'suas secretárias (os)'."

Maria José de Souza - 5/9/2018

"Em Curitiba, a regra vale para a maioria dos desembargadores, que recebem os advogados muito cordialmente e sem agendamento prévio (Migalhas 4.434 - 4/9/18 - "Urbanidade - Atendimento pelo juiz" - clique aqui). Todavia, os juízes de primeira instância são praticamente semideuses intocáveis e qualquer comunicação (ainda que urgente) com os mesmos se dá através de seus assessores."

Vanessa Grassi Severino - 5/9/2018

"Seria interessante uma migalha sobre o atendimento aos advogados em segunda instância no TJ/SP (Migalhas 4.434 - 4/9/18 - "Prerrogativa - Atendimento pelo juiz" - clique aqui). Ao tempo em que a maioria dos desembargadores atende com muita fidalguia, existem alguns do Direito Público que só atendem com a outra parte (sic), outros do Privado que deliberadamente não atendem os advogados para receber memoriais e alguns que atendem em pé na sala das assistentes. Inclusive os oriundos do Quinto Constitucional."

Ricardo Nicolau - 5/9/2018

"Quero apenas comentar um antiguíssimo fato já prescrito pelo tempo decorrido, mas, em trabalhos deste advogado/subscritor, em âmbito da Procuradoria do Trabalho, em comarca do interior (Migalhas 4.435 - 5/9/18 - "Atendimento a advogados - Judiciário e Parquet  - clique aqui). Fui recebido pelo cidadão/procurador com uma 'arma na mesa', direcionada para a frente. Não aconteceu, nada de grave se passou, nada mais relevante, a ponto de ser perder na memória a infeliz atitude do parquet. Enfim, verdade contada a destempo, sem maiores registros da estória, é mentira."

Antonio Jadel de Brito Mendes - 5/9/2018

"Nas varas Federais o atendimento é tranquilo (Migalhas 4.435 - 5/9/18 - "Atendimento a advogados - Judiciário e Parquet  - clique aqui). Os juízes são atenciosos e se mostram interessados em nos ouvir. No entanto, nas varas estaduais de Bauru e região, encontramos magistrados que nem se quer param o que estão fazendo para nos ouvir e sempre dizem 'o processo é digital?' 'Vou despachar no processo, acompanha por lá', como se nada do que nos propusemos a falar tenha sido ouvido. Fora o fato de que muitos não tem um horário de trabalho. Quando indagamos o cartório, até nos passam, mas se perguntamos se o magistrado estará nos dizem 'não sei', 'pode ser que sim, pode ser que não'. É complicadíssimo."

Natalia Carvalheiro Malta - 5/9/2018

"Durante a minha formação acadêmica tive a oportunidade de constatar o atendimento a advogados e estagiários nos municípios de Goiânia, São Paulo e Uberlândia. Dentre estes, sem sombra de dúvida, Uberlândia é o pior (Migalhas 4.435 - 5/9/18 - "Atendimento a advogados - Judiciário e Parquet  - clique aqui). Nunca vi uma cidade em que há tamanho desrespeito à advocacia. Onde a OAB local não toma nenhuma atitude. E pior, em Uberlândia a dificuldade não é de ser atendido por promotores ou juízes. Na verdade, estes em regra não atendem. Quem atende, e quando atende, são os assessores e estagiários. Com certeza, se tivermos uma pesquisa nacional, Uberlândia estará entre as primeiras cidades com o pior índice de atendimento a advogados. Infelizmente!"

Dennis Martins Godoy - 5/9/2018

"Com raríssimas exceções, há uma verdadeira blindagem dos magistrados (Migalhas 4.435 - 5/9/18 - "Atendimento a advogados - Judiciário e Parquet  - clique aqui). Os funcionários públicos que lá trabalham fazem uma sabatina e são capazes de resolver nossa pendência processual para evitar um despacho nosso diretamente com o juiz. Destaque para o juiz titular da 3ª Unidade de Juizado Especial de Fortaleza, que recebe indistintamente advogados ou partes. Corrigindo, vai até o balcão de atendimento. Manda mais senhor!"

Samyra Roberta Silva Sousa Vasconcelos - 5/9/2018

"Em SP, as promotorias responsáveis pelo patrimônio público (PJPP/MP-SP) não permitem acesso aos autos de IC sem procuração, conforme 'orientação do promotor' (Migalhas 4.435 - 5/9/18 - "Atendimento a advogados - Judiciário e Parquet  - clique aqui); em nítido exercício da 'poderzite'. Ao exigir procuração prévia, além de ofensa às prerrogativas do advogado, como saber se devo assumir a causa antes de formalizar a relação com o cliente? Enfim, MP criando dificuldade com base no abuso."

Gustavo Ferreira Castelo Branco - 5/9/2018

"Sou inscrita na OAB/DF e atuo em diversos Estados e Distrito Federal, sendo os melhores deles do DF e SP, apesar de todas as mazelas (os juízes desses Tribunais saneiam os processos e chamam o feito a ordem) (Migalhas 4.435 - 5/9/18 - "Atendimento a advogados - Judiciário e Parquet  - clique aqui). Em Goiás, é o fim do mundo de tão ruim. Acabei de receber uma intimação de um processo onde fizemos acordo e foram protocolados o acordo e mais outras duas petições pedindo para apreciar o acordo (todas entre abril e junho de 2018). Tentei despachar com o juiz, mas só consegui falar com o assessor. O juiz e o assessor conseguiram dar despacho em um processo sem apreciar nenhuma petição protocolada em 2018, apesar de estarmos no mês 9. O descaso é ainda maior no TJ/GO tanto por juízes, desembargadores e servidores (esses parecem que são analfabetos funcionais, um horror). Quando conseguimos despachar pessoalmente, somos mal tratados. Em Mato Grosso somos mal tratados pelos juízes, quando tem juiz na Comarca. Em Pernambuco recebem muito bem, mas processo fica parado até 4 anos com pequenos despachos que não decidem o processo, apesar de estarem em fase de decisão. Depois que reclamamos na Corregedoria e Ouvidoria, o juiz se deu por suspeito por motivo de foro íntimo (ou seja, só quer receber o gordo salário e não quer trabalhar nada). Na Bahia, o caos é tão grande quanto em Goiás (nem juiz sabe o que está fazendo no Judiciário). Depois de 18 anos na lida jurídica contenciosa, estou bem cansada dos desmandos e desrespeitos do Judiciário."

Tecia Rocha Rosa - 5/9/2018

"Em SP, muitos desembargadores não atendem advogados em razão do simples fato de não irem ao gabinete (Migalhas 4.435 - 5/9/18 - "Atendimento a advogados - Judiciário e Parquet  - clique aqui). Outros, por sua vez, com o dr. Gil Coelho, exigem a presença de ambas as partes. Essas são algumas situações estapafúrdias que, lamentavelmente, enfrentamos."

Pedro Henrique Verpa Leite - 5/9/2018

"Graças ao bom Deus, na Comarca de Águas Formosa/MG, onde atuo, não tenho a menor dificuldade em ser recebido pelo juiz, dr. Paulo Victor e pela promotora de Justiça, dra. Thais (Migalhas 4.435 - 5/9/18 - "Atendimento a advogados - Judiciário e Parquet  - clique aqui). A propósito, o gabinete de ambos ficam com as portas abertas!"

Carlos André Degaulle - 5/9/2018

"Na Comarca de Campos do Jordão, interior de SP, o MM juiz Mateus Veloso é extremamente educado, acessível e atencioso, mesmo acumulando as duas varas cíveis, criminal, júri e fiscal da cidade, sempre atende os advogados (Migalhas 4.435 - 5/9/18 - "Atendimento a advogados - Judiciário e Parquet  - clique aqui)."

Eduardo Arraes - 5/9/2018

"Na comarca de Passos, os juízes não atende o advogado (Migalhas 4.435 - 5/9/18 - "Atendimento a advogados - Judiciário e Parquet  - clique aqui). É mais facil ser atendido por ministro dos Tribunais Superiores. Os juízes em geral acham que são Deus, outros têm certeza. Com Bolsonaro presidente deve mudar."

Adilson Soares Mendes Peixoto - 5/9/2018

"Em Aracaju, os promotores estão exatos nesta linha de 'não' atendimento (Migalhas 4.435 - 5/9/18 - "Atendimento a advogados - Judiciário e Parquet  - clique aqui). Há mais de uma semana tento me entrevistar com o promotor Dejaniro, por telefone, ligando várias vezes ao dia, falando diretamente com sua secretária e, a resposta que recebo é sempre a mesma: hoje ele não passou por aqui."

Gilberto Linhares - 5/9/2018

"Não destoa do Amapá o que foi relatado no RJ (Migalhas 4.435 - 5/9/18 - "Atendimento a advogados - Judiciário e Parquet  - clique aqui). Os ilustres membros do MP, em geral sentem-se como sendo as últimas vestais e o mero contato com advogado pode macular esta pureza. Eu também não consegui ser recebido por um procurador da Fazenda Nacional, para tratar de processo judicial em andamento. Limitou-se a mandar uma prestadora de serviço dizer que não ia atender. Só isso. Cordialidade nem pensar!"

Fernando Jorge Araújo dos Santos - 5/9/2018

"É um prazer poder endereçar está mensagem e contribuir de alguma forma com este matutino. Em relação ao atendimento aos advogados. Pasmem: Na comarca de São Gonçalo/RJ, mais precisamente na 6ª vara cível, o juiz titular como um morcego, prefere cumprir sua carga horária após o expediente forense (Migalhas 4.435 - 5/9/18 - "Atendimento a advogados - Judiciário e Parquet  - clique aqui)! É isso mesmo. O eminente julgador, digo, Batman, nunca se encontra em seu gabinete. Todavia, é possível vê-lo chegar ao trabalho ao fim do expediente forense, não raro após as 18 horas. Isto posto, no dia a dia de trabalho daquela vara, quem conduz as audiências é o auxiliar do Batman. Inclusive, muitos advogados já fizeram reclamação na Corregedoria do TJ/RJ sobre a s. Exa. Está aí, mais uma estória da nossa prerrogativa que, mais parece piada diariamente em algumas repartições públicas."

Felipe Moita - 5/9/2018

"Ser recebido por promotor nem pensar (Migalhas 4.435 - 5/9/18 - "Atendimento a advogados - Judiciário e Parquet  - clique aqui). Uma vez pedi uma audiência ao promotor de Justiça de Uruaçu para resolver um imbróglio em processo e o promotor me recebeu em pé, no caminho para a sala de audiência e disse que não conversava com advogados. Falou para eu escrever tudo no processo que ele refutaria qualquer argumento que eu apresentasse. Apresentei meus argumentos no processo e ele refutou todos, mas o juiz acatou parcialmente nossos argumentos e o TJ/GO acatou totalmente e há três anos o tal promotor não sabe o que fazer no processo. Quanto aos juízes e desembargadores, nunca negam receber, sempre alegam falta de agenda e marcam para o além e infinito."

Edson Braz da Silva - 5/9/2018

"Tenho domicílio em Mogi das Cruzes/SP e nunca passei por esse constrangimento inadmissível (Migalhas 4.435 - 5/9/18 - "Atendimento a advogados - Judiciário e Parquet  - clique aqui). A OAB deve adotar providências em nome da classe dos advogados."

Ademir Aparecido Falque dos Santos - 5/9/2018

"Lamentável que a MM. juíza, titular da 19ª vara cível, do Foro Central de SP, não atende advogado em seu gabinete, ao despacho de petições/requerimentos, acerca de seus posicionamentos (não se abstém de liberar MLJ de valores incontroversos, embora o TJ/SP, com jurisprudências dominantes ao tema, é contrário a esse posicionamento...), tendo os causídicos de agravar (Migalhas 4.435 - 5/9/18 - "Atendimento a advogados - Judiciário e Parquet  - clique aqui)."

Antonio Cláudio Soares - 5/9/2018

"Na comarca de Auriflama é exatamente como o relatado acontece (Migalhas 4.435 - 5/9/18 - "Atendimento a advogados - Judiciário e Parquet  - clique aqui). O promotor me recebe pois há causas em que atuo como curatelado e tenho de me alinhar com ele. Mas dá chá de cadeira, o secretário vem perguntar qual o assunto, por aí. Tenho de engolir sapos."

Carlos Sbroggio - 5/9/2018

"Com o juiz também ocorre isto (Migalhas 4.435 - 5/9/18 - "Atendimento a advogados - Judiciário e Parquet  - clique aqui). Como milito há 33 anos nas lides não dou muita pelota. Mas é simplesnte um cerceamento ao exercício da profissão."

Carlos Sbroggio - 5/9/2018

"Com quase total descaso (Migalhas 4.435 - 5/9/18 - "Atendimento a advogados - Judiciário e Parquet  - clique aqui). Vioa de regra o promotor delega ao estagiário o atendimento."

Sérgio Prospero Filho - 5/9/2018

"Fico perplexo com as notícias divulgadas por este poderoso rotativo quando da negativa de servidores da Justiça se negarem a atender os nobres causídicos (Migalhas 4.435 - 5/9/18 - "Atendimento a advogados - Judiciário e Parquet  - clique aqui). As comarcas estaduais que atuo em Pirapozinho/SP, Colorado/PR, Centenário do Sul/PR e Porecatu/PR vejo que os juízes e promotores são quiçá mais atenciosos que os próprios serventuários, mas que também não podem 'dar uma ajudinha' no andamento processual e muitas vezes tem revés com outros colegas advogados que não entendem a falta de servidores para impulsionar a concretização da Justiça. Ao meu ver e de qualquer outro advogado, caso o processo não tenham partes 'importantes' ou 'famosas', tendem a ficar mais 'parados'. Afinal, é difícil explicarmos para os clientes que os processos deles não tramitam na mesma velocidade do processo do Lula. O que falta nas mais diversas regiões ao meu ver é investimento no Judiciário principalmente com pessoal. E voltando ao tema central, não há o que reclamar quanto ao atendimento nas unidades em que atuo neste sentido."

Tharcis José Leite da Silva - 5/9/2018

"O problema se agrava com o 'trabalho à distância', permitindo que os MPs sequer compareçam aos gabinetes (Migalhas 4.435 - 5/9/18 - "Atendimento a advogados - Judiciário e Parquet  - clique aqui)."

Eduardo W. de V. Barros - 5/9/2018

"Desde e sempre os atendimentos do Judiciário e do Ministério Público, aos advogados e partes, são desrespeitosos e, até ofensivos à dignidade pessoal (Migalhas 4.435 - 5/9/18 - "Atendimento a advogados - Judiciário e Parquet  - clique aqui). Na minha opinião, os promotores se destacam pelo mal atendimento. Eles 'se acham'. E isto é do Oiapoque ao Chuí."

Ademir Ribeiro de Andrade - 5/9/2018

"Em Palmas/TO, os magistrados implantaram uma lista onde o advogado deve consignar qual o número do processo, nome da parte e a providência que entende necessária ao processo sob seu patrocínio (Migalhas 4.435 - 5/9/18 - "Atendimento a advogados - Judiciário e Parquet  - clique aqui). Ao final da semana a lista será analisada pelos magistrados, evitando o atendimento direto dos interessados. Se a moda pegar chegará a hora que será necessário despachar por e-mail e quem necessitar de providência urgente melhor que não seja caso de morte."

Abdon de Paiva Araújo - 6/9/2018

"E quando o juiz sofre de juizite e o promotor sofre de promotorite (Migalhas 4.435 - 5/9/18 - "Atendimento a advogados - Judiciário e Parquet  - clique aqui)? Não é assim que classificam aqueles, acredito que hoje sejam poucos, que ficam inebriados com o cargo e adquirem um complexo de super homem?"

Luiz Guilherme Winther de Castro - 6/9/2018

"Concordo inteiramente com o colega Firmino de Paula (Migalhas 4.434 - 4/9/18 - "Urbanidade - Atendimento pelo juiz" - clique aqui). Entendo que no Brasil deveria haver uma regra igual à que vige nos EUA. Com efeito, se meu colega adverso vai falar com o juiz, me sinto enormemente prejudicado. Acho que falar com o juiz somente cabe em casos excepcionalíssimos, de aberrações judiciais por ele praticadas e com possibilidades de não poderem ser corrigidas nos autos. Somente no Brasil é que se pensa dessa forma: se posso tirar vantagem, por que não fazê-lo? A outra parte que se dane! Ou não é?"

José Fernandes da Silva - 6/9/2018

"A juíza do Juizado especial de Ribeirão das Neves/MG não atende advogados (Migalhas 4.435 - 5/9/18 - "Atendimento a advogados - Judiciário e Parquet  - clique aqui)."

Emerson Ferreira Mendes Lima - 6/9/2018

"Aqui em Manaus cada juiz tem seu procedimento, contudo, em maioria, atendem normalmente, no momento em que o advogado vai ao cartório, assim como os desembargadores; difícil é, em maioria, encontrá-los no serviço público no horário de expediente, pois alguns gostam de frequentar academias e lecionar no horário de expediente (Migalhas 4.435 - 5/9/18 - "Atendimento a advogados - Judiciário e Parquet  - clique aqui). Quanto aos Tribunais Superiores, considero um desrespeito ter que solicitar ou requerer agendamento, afinal, o atendimento tem que ser na hora, vez que a princípio o juiz é um servidor público que deve cumprir seu horário, e ele possui horário de expediente."

Caio Tasso - 8/9/2018

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